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Colágeno natural

Utilizar substâncias naturais no tratamento e prevenção de doenças, como também nos cuidados com o corpo de forma mais geral, deve ser prioridade, do que optar por substâncias preparadas em laboratório que não se tem tanta confiabilidade e ainda não se pode saber a real procedência. Para cuidar da pele e fortalecer músculos e sistema ósseo o mais indicado é o Colágeno natural.

Uma das principais vantagens dos produtos naturais é que eles não trazem benefícios isolados ao corpo, eles conferem uma série de coisas boas que ajudam no bom funcionamento do organismo em geral de uma só vez. Ao consumir o Colágeno natural você pode ter diversos benefícios e ainda conseguir emagrecer com mais facilidade.

Através do consumo de alimentos que incentivem a sua produção e de suplementos naturais deste produto é possível ter uma vida mais saudável, sendo um cuidado não só em curto prazo, mas em longo prazo também. Você cuida hoje da prevenção de doenças que poderiam chegar a te acometer no futuro, mas que a partir desse momento podem ser descartadas devido o consumo adequado de substâncias que promovem o bom funcionamento do seu corpo.

Quer saber mais sobre o Colágeno natural?! Se sim, vamos nessa!

O Colágeno e sua importância para o corpo

O Colágeno tem uma alta importância para o corpo, e é um elemento essencial. Não se trata de algum tipo de substância que você consome visando apenas os benefícios, mas sim pelas necessidade, mesmo que traga inúmeras vantagens. A sua falta pode ocasionar problemas relacionados com celulite, unhas quebradiças, cabelos secos e fracos, mais estrias, pouca elasticidade na pele, entre outra série de complicações do tipo.

Mas, se você tiver uma alimentação que favoreça a maior presença do Colágeno no seu corpo vai acontecendo exatamente o inverso deste outro cenário, prevenindo o aparecimento de celulite, fortalecendo as unhas, diminuindo o surgimento de estrias, aumentando a elasticidade da pele, fortalecendo o cabelo e melhorando o seu aspecto, e ainda prevenindo o surgimento de rugas e linhas de expressão.

Consumo natural de Colágeno

O consumo de Colágeno deve ser feito de forma bem natural, a mais natural possível. Ou seja, se você está pensando em adquirir algum produto que contenha Colágeno, o melhor é buscar o que tenha procedência mais natural, sendo 100% dessa característica, com alguns suplementos. E, mesmo que tenha algum outro elemento na composição do suplemento, que seja alguma vitamina ou mineral de origem natural, cuidando sempre para o bom funcionamento do corpo e manutenção da saúde.

Listagem de alimentos que estimulam a produção de Colágeno

Uma alimentação rica em Colágeno proporciona todos os benefícios já listados. Por isso, busque sempre o consumo de alimentos que aumentem a quantidade de Colágeno no corpo. Segue abaixo uma listagem com alguns dos principais alimentos que você inserir na sua dieta diária, mesmo com a suplementação você deve priorizar o consumo deles.

  • Aveia
  • Gelatina
  • Carnes
  • Ovos
  • Castanhas, nozes e amêndoas
  • Frutas vermelhas
  • Soja
  • Alho
  • Chá Branco
  • Vegetais de cor laranja
  • Ostras

colageno

Utilizar substâncias naturais no tratamento e prevenção de doenças, como também nos cuidados com o corpo de forma mais geral, deve ser prioridade, do que optar por substâncias preparadas em laboratório que não se tem tanta confiabilidade e ainda não se pode saber a real procedência. Para cuidar da pele e fortalecer músculos e sistema ósseo o mais indicado é o Colágeno natural.

Uma das principais vantagens dos produtos naturais é que eles não trazem benefícios isolados ao corpo, eles conferem uma série de coisas boas que ajudam no bom funcionamento do organismo em geral de uma só vez. Ao consumir o Colágeno natural você pode ter diversos benefícios e ainda conseguir emagrecer com mais facilidade.

Através do consumo de alimentos que incentivem a sua produção e de suplementos naturais deste produto é possível ter uma vida mais saudável, sendo um cuidado não só em curto prazo, mas em longo prazo também. Você cuida hoje da prevenção de doenças que poderiam chegar a te acometer no futuro, mas que a partir desse momento podem ser descartadas devido o consumo adequado de substâncias que promovem o bom funcionamento do seu corpo.

Quer saber mais sobre o Colágeno natural?! Se sim, vamos nessa!

O Colágeno e sua importância para o corpo

O Colágeno tem uma alta importância para o corpo, e é um elemento essencial. Não se trata de algum tipo de substância que você consome visando apenas os benefícios, mas sim pelas necessidade, mesmo que traga inúmeras vantagens. A sua falta pode ocasionar problemas relacionados com celulite, unhas quebradiças, cabelos secos e fracos, mais estrias, pouca elasticidade na pele, entre outra série de complicações do tipo.

Mas, se você tiver uma alimentação que favoreça a maior presença do Colágeno no seu corpo vai acontecendo exatamente o inverso deste outro cenário, prevenindo o aparecimento de celulite, fortalecendo as unhas, diminuindo o surgimento de estrias, aumentando a elasticidade da pele, fortalecendo o cabelo e melhorando o seu aspecto, e ainda prevenindo o surgimento de rugas e linhas de expressão.

Uma forma rápida de repor esse colágeno é tomar em cápsulas diariamente, eu indico comprar Renova31 , produto feito no Brasil e de excelente eficácia.

Consumo natural de Colágeno

O consumo de Colágeno deve ser feito de forma bem natural, a mais natural possível. Ou seja, se você está pensando em adquirir algum produto que contenha Colágeno, o melhor é buscar o que tenha procedência mais natural, sendo 100% dessa característica, com alguns suplementos. E, mesmo que tenha algum outro elemento na composição do suplemento, que seja alguma vitamina ou mineral de origem natural, cuidando sempre para o bom funcionamento do corpo e manutenção da saúde.

Listagem de alimentos que estimulam a produção de Colágeno

Uma alimentação rica em Colágeno proporciona todos os benefícios já listados. Por isso, busque sempre o consumo de alimentos que aumentem a quantidade de Colágeno no corpo. Segue abaixo uma listagem com alguns dos principais alimentos que você inserir na sua dieta diária, mesmo com a suplementação você deve priorizar o consumo deles.

  • Aveia
  • Gelatina
  • Carnes
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  • Frutas vermelhas
  • Soja
  • Alho
  • Chá Branco
  • Vegetais de cor laranja
  • Ostras

Decoração e comida para a festa de aniversário de crianças

Os balões e bolo são as estrelas da festa de aniversário das crianças

Guiainfantil.com 05 de junho de 2017

Existem muitas maneiras de comemorar o aniversário das crianças. Em casa, no campo, no parque, em um centro de lazer… O importante para as crianças é que não faltem os balões nem o bolo. Se eles vão comemorar o aniversário de seu filho em um centro de atividades não terão que se preocupar com a refeição ou com a torta. Normalmente, esses locais se encarregam de tudo, até mesmo do menu para servir as crianças. Se eles vão comemorar em casa, vai ter que se encarregar de tudo, mas por outro lado lhes sairá mais económico. No parque ou no campo, acontece o mesmo. O importante é que as crianças desfrutem da sua preparação e do grande dia.

A festa de aniversário de crianças

Comemorando o aniversário em casa ou fora de casa, é importante lembrar que o mais importante para as crianças é jogar, é reunir-se para compartilhar um momento divertido com os amigos. Para isso, na hora de planejar o menu, há que considerar pratos de coisas que as crianças possam comer rapidamente, para que não percam nem um só minuto da festa. O ideal e mais tradicional são os petiscos ou sanduíches de presunto, queijo, geléia, chocolate, ou de algum embutimento. As pizzas, bem como os canapés e pipoca, também são atraentes para as crianças.

Para começar, nada melhor do que oferecer os desejados lanches, ou seja, as batatas fritas, pipoca, etc, O melhor é calcular as proporções adequadas para que não sobre nem falte nada, e diferenciar os momentos de jogo da comida. É importante considerar as crianças que tenham alergias a alimentos e para os celíacos. Convém saber que crianças estão nesta situação para poder oferecer-lhes algo que eles possam comer. Peçam ao vosso que o pergunte à criança quando convidado.

A decoração de festa de aniversário

Para a decoração você pode usar balões, grinaldas, cartazes de personagens infantis, e tudo o que dê mais cor e brilho para a festa. Se o vosso filho gosta de um personagem como Batman, Homem aranha, Barbie, Dinossauros, Princesas, etc., seria estimulante se fizessem a festa com o personagem como tema central. É muito fácil encontrar materiais como guardanapos, pratinhos de papelão, copos plásticos, toalhas de mesa, balões, piñatas, cartões de convite personalizado. Uma outra idéia seria chamar de vós mesmos. Isso depende da disponibilidade de tempo e da criatividade de cada um.

Bolo de aniversário para crianças

O bolo do aniversário é a estrela da festa e, por isso, indispensável em todas as festas. Você pode encarregá-la em alguma pastelaria como também fazê-la em casa. Normalmente, a de chocolate é a preferida das crianças. Você pode combiná-lo com creme de leite, cremes, ou com frutas. E decorá-lo com creme de leite, doces, biscoitos, formando algum desenho, ou alguma história.

Você pode formatar um bolo com um barco, com um jardim, com a caritas de palhaço, de animais, etc., Tudo vai depender do gosto e do desejo que tenha o vosso filho. É importante que você goste de tudo. E se é maior do que te ajude a prepará-la. Seria muito divertido.

Os regalitos ou memórias

É importante pensar em algum detalhe, presente ou lembrança da festa para cada convidado. Pode presentear uma piñata, um saquinho de surpresas, doces, um desenho para colorir, uns balões, ou o que vos acontecer e que esteja relacionado com o tema da festa. Nos centros de bola, normalmente, já estão incluídas as piñatas na despedida.

Feliz aniversário!

Música de feliz aniversário em ritmo de samba

Promovido

A resiliência é a capacidade do ser humano para enfrentar qualquer situação, mesmo as mais adversas, de forma positiva.

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Declaração dos Direitos da criança

O que é a Declaração dos Direitos da Criança?

Guiainfantil.com 06 de março de 2017

Desde que o 20 de novembro de 1959, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou a Convenção sobre os Direitos das Crianças, foi institucionalizado o dia 20 de novembro como o Dia Internacional dos Direitos da Criança. GuiaInfantil.com oferece os primeiros artigos da Convenção, para que você leia e reflita sobre a importância de que se cumpram todos, sem exceções.

Descubra quais são os direitos da criança

Artigo 1º A criança desfrutará de todos os direitos enunciados nesta declaração. Estes direitos serão reconhecidos a todas as crianças, sem exceção nem distinção ou discriminação por motivos de raça, cor, sexo, idioma, religião, opiniões políticas ou de outra natureza, origem nacional ou social, posição econômica, nascimento ou outra condição, seja da própria criança ou de sua família.

Artigo 2º A criança gozará de uma protecção especial e disporá de oportunidades e serviços, dispensado tudo isso por lei e por outros meios, para que possa desenvolver-se física, mental, moral, espiritual e socialmente de forma saudável e normal, assim como em condições de liberdade e dignidade.

Artigo 3º A criança tem direito desde o seu nascimento a um nome e a uma nacionalidade.

Artigo 4º A criança deve gozar dos benefícios da segurança social. Terá direito a crescer e desenvolver-se em boa saúde; para este fim deverão ser proporcionados, tanto a ele como à sua mãe, cuidados especiais, incluindo cuidados pré-natal e pós-natal. A criança terá direito a desfrutar de alimentação, moradia, lazer e serviços médicos adequados.

Artigo 5° – A criança física ou mentalmente impedido ou que sofre de algum impedimento social deve receber o tratamento, a educação e os cuidados especiais que requer o seu caso em particular.

Artigo 6º A criança, para o pleno desenvolvimento de sua personalidade, precisa de amor e compreensão. Sempre que possível, deverá crescer com o amparo e sob a responsabilidade de seus pais e, em qualquer caso, num ambiente de afeto e de segurança moral e material; salvo circunstâncias excepcionais, não se deverá separar a criança de tenra idade de sua mãe. A sociedade e as autoridades públicas terão a obrigação de cuidar especialmente das crianças sem família ou que careçam de meios adequados de subsistência.

Artigo 7° – A criança tem direito a receber educação, que será gratuita e obrigatória, pelo menos nas etapas elementares. Foi-lhe dada uma educação que favoreça sua cultura geral e lhe permita, em condições de igualdade de oportunidades, desenvolver as suas competências e o seu processo individual, de seu senso de responsabilidade moral e social e tornar-se um membro útil da sociedade. A criança deve desfrutar plenamente de jogos e recreações, os quais devem ser orientadas para os fins visados pela educação; a sociedade e as autoridades públicas se esforçarão para promover o gozo deste direito.

Artigo 8º A criança deve, em todas as circunstâncias, figurar entre os primeiros que recebam proteção e socorro.

Artigo 9º A criança deve ser protegida contra toda forma de abandono, crueldade e exploração. Não será objeto de nenhum tipo de tráfico, e não deve ser permitida a criança trabalhar antes de uma idade mínima adequada; em nenhum caso, ser-lhe dedicada, nem será permitido que se dedique a uma ocupação ou emprego algum que possa prejudicar a sua saúde ou a educação, ou impedir seu desenvolvimento físico, mental ou moral.

Artigo 10º A criança deverá ser protegida contra as práticas que possam fomentar a discriminação racial, religiosa, ou de qualquer outra índole. Deve ser educada num espírito de compreensão, tolerância, amizade entre os povos, paz e fraternidade universal, e com plena consciência de que deve consagrar suas energias e aptidões ao serviço de seus semelhantes.

Descubra quais são os Direitos da Criança

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Dicas para economizar na compra de fraldas para bebês e crianças

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Decisões que devem tomar os pais em uma luta entre irmãos

Se você vai fazer de mediador em uma briga entre seus filhos, tenha em conta estas dicas

Patricia FernándezRedactora em Guiainfantil.com30 de janeiro de 2018

Eu tenho duas filhas dvd, é dizer, da mesma idade, e desde que se levantam até que se deitam encontram um motivo para discutir: que, se esse é meu ursinho, que se lhe puseste no meu lado da mesa, que lhe puseste a ela mais leite que a minha, que me irritantes porque você está cantando…

Assim, a maioria do tempo eu me vejo fazendo intermediária, colocando punições, parando a modo de goleiro de futebol lançamentos de bichos de pelúcia, canetas e roupas diversas.

Em fim, que, ao final do dia, eu me encontro com os nervos ao ar de tanto fazer de um juiz, o que desaproveitadas nos têm os governos que as mães!… porque não há melhor negociadora que uma mãe ou pai com filhos entre 6 e 12 anos.

Mas há ocasiões em que já não posso mais e não tenho força para intervir “o Asa, corrigi-lo vós que eu não posso mais! e então é quando solto essas frases de mãe que todas temos ouvido mil vezes e juramos que nunca repetiríamos a nossos filhos: “até a cabeça me tendes!, Eu vou para o Machupichu e aqui estais! Nem consola nem consolos!…

Em que ocasiões devem intervir os pais em uma briga entre irmãos? Deixamos algumas diretrizes a seguir para intervir nas lutas sem morrer na tentativa.

Que diretrizes devemos seguir os pais em uma luta entre irmãos

Se falamos com os psicólogos, a coisa está muito iguala. Alguns estudos têm revelado que os filhos se dão melhor quando os pais intervêm nas lutas, mas, no entanto, resolver sempre as brigas entre os irmãos faz com que elas dependentes de nós e que não saibam desenvolver as ferramentas necessárias para poder resolver seus conflitos por si mesmos.

Por outro lado, está o fato de que muitas crianças, sobretudo os mais imaturos, provocam brigas com seus irmãos para chamar a atenção de seus pais e que ajam contra o irmão maior; além disso, por não estar presentes no desenvolvimento da luta, corremos o risco de ser totalmente injustos em nossa decisão ou punição, o que provocaria um maior rancor e a distância entre as crianças.

Então, quando devemos intervir? Pois, evidentemente, antes que o sangue chegue ao rio.

Aqui lhe deixamos uma série de diretrizes a seguir diante de uma briga entre irmãos.

1 – Pactuar regras familiares que sempre se devem cumprir: não furar, nem atirar coisas, não gritarse, nem insultarse, saber perdoar…

2 – Há que tentar evitar o conflito e dialogar com as crianças antes para que cheguem a um acordo. Devemos promover a educação diária a empatia com os outros, o diálogo como melhor método de resolver os problemas, o afeto, e nunca resolvida através da violência.

3 – Podemos dar várias alternativas para poder solucionar o problema e que eles sejam aqueles que escolherem a melhor opção. Convidá-los para que eles decidam como resolvê-lo: “o Que você gostaria que seu irmão fez para resolvê-lo?, E você?, Como você acha que podemos corrigi-lo?

4 – Se, vemos que a luta é uma simples discussão é melhor deixar que usam suas ferramentas para chegar a um acordo, e somente em caso de que a discussão é complicado intervendremos, expondo os sentimentos de cada um e, através do diálogo.

5 – Se furamos ou castigamos sem ver o que aconteceu corremos o risco de sermos injustos, o que agravará o problema entre os irmãos, então, às vezes, não há que resolver o conflito, mas só de ouvir as diferentes partes, fazê-los refletir separadamente, e fazer com que eles mesmos resolvam falando.

6 – É importante que as crianças se calmen na hora de falar, se não queremos acabar atirando os cabelos. Então, talvez você deve separá-los em quartos diferentes, até que se calmen e possam falar tranquilamente.

7 – Não devemos ser seus detetives, nem espiar atrás das cortinas para ver o que fazem, devem sentir-se livres para agir de acordo com seus critérios e valores.

8 – se Se vê forçado a punir, e não viu a briga, que seja os dois por igual. Não devemos procurar culpados, assim castigaremos os dois por não buscar um acordo para resolvê-lo.

9 – Promove o computador entre eles e o trabalho cooperativo, por exemplo, você pode jogar algo em que eles formem um grupo e vós outros; ou fazer um quebra-cabeça ou uma maquete entre os dois.

Tenha em conta que quanto mais velhas são as crianças com menos conflitos e terão melhor saberão resolvê-lo. Só devemos deixar as ferramentas ao seu alcance e, pouco a pouco, eles vão aprender a lidar com elas sem que nós tenhamos que tomar decisões salomônicas.

Como agir diante de lutas e conflitos entre irmãos

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Dizer a verdade ao filho adotado

É melhor que os pais, informar a criança sobre sua adoção

Vilma MedinaDirectora de Guiainfantil.com15 de setembro de 2017

Os pais de uma criança adotada se perguntam se devem dizer à criança que é adotada, bem como quando e como devem fazê-lo. Eles também querem saber se existem problemas especiais para seu filho. Os psiquiatras de crianças e adolescentes recomendam que sejam os pais os que lhe informar a criança sobre a adopción e sempre dizer a verdade ao filho adotado.

Muitos especialistas defendem que se deve falar com a criança quando é pequeno. Esta abordagem dá à criança, em tenra idade, a oportunidade de poder aceitar a idéia e integrar-se ao conceito de ter sido “adotado”.

Como dizer a verdade ao filho adotado

Outros especialistas acreditam que ao fazer esta revelação a criança a uma idade muito precoce pode confundir, já que este não chega a entender tudo. Estes especialistas recomendam que se espere até que a criança seja maior, Qual é a forma mais correcta?

Em ambos os casos, as crianças devem saber de sua adoção, da boca de seus pais adotivos. Isso ajuda a que a mensagem da adoção seja positivo e permite que a criança confie em seus pais. Se a criança aprende a adoção, intencional ou acidentalmente, de boca de outra pessoa que não seja um dos pais, a criança pode sentir raiva e desconfiança para com seus pais, e pode ver a adoção como má ou vexatória, já que se manteve em segredo. E ficar se perguntando o por que seus pais têm escondido neste tópico. Convém dizer a verdade ao filho adotado, apesar de que os filhos adotivos querem falar sobre sua adoção; os pais devem dar ouvidos e estimular este processo. Nas livrarias há excelentes livros de contos que podem ajudar os pais a explicar à criança sobre a adoção.

Reação do filho adotado diante da verdade

As crianças reagem de forma diferente ao saber que são adotados. Suas emoções e reações dependem de sua idade e de seu nível de maturidade. A criança pode recusar-se a aceitar que foi adotado e pode criar fantasias sobre a adoção. Freqüentemente, os filhos adotivos se apegam à crença de que os deram porque eram maus ou podem acreditar que eles foram seqüestrados. Se os pais falam com franqueza sobre a adoção e a apresentam de forma positiva, é menos provável que se desenvolvam estas preocupações. Todos os adolescentes passam por uma fase de luta por sua identidade, perguntando a si mesmos como eles se encaixam com sua família, com seus colegas e com o resto do mundo.

É razoável que o adolescente tenha adotado um marcado interesse nos seus pais naturais durante esta fase. Essa curiosidade expressa é comum e não quer dizer que ele ou ela está rejeitando os pais adotivos. Alguns adolescentes podem querer saber a identidade de seus pais naturais. Os pais adoptivos podem responder ao adolescente, deixando-o saber que é correto e natural ter esse desejo. Os adolescentes que geralmente perguntam se lhes deve dar, com toque e através de uma conversa dando-lhe apoio, a informação sobre a sua família natural.

Problemas emocionais

A criança adotada pode desenvolver problemas emocionais e de comportamento. Esses problemas podem resultar, ou não, das inseguranças e questões relacionadas com o fato de ter sido adotado. Se os pais têm preocupações, eles devem procurar ajuda profissional. Um psiquiatra de crianças e adolescentes pode ajudar a criança e os pais adotivos a determinar se você precisa ou não de ajuda.

Filme para gestantes: o Que esperar quando você está esperando

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Deveres para as férias

Cristina

15 de agosto de 2015

Eu penso que as crianças, como os adultos, precisam relaxar da rotina, para depois poder retomarla sem sentir muito rejeição. A maioria das pessoas não gostam muito do colégio, para a elevação que se lhes colocam muitas atividades extra-classe. Hoje em dia têm menos tempo para ser livre, invente jogos ou criar trabalhos manuais. Quando não há mais nada a fazer, é quando a mente começa a inventar a que se dedicar. A mim me agradou o estúdio, mas isso foi só depois de ter uma professora muito simpática. Nas férias, minha mãe me dizia que não fizesse as tarefas e que diz para a professora que ela tinha me permitido. O apoio de minha mãe fazia-me sentir que o estudo era uma opção, e podia fazê-lo pensando no meu futuro. Sempre tirei boas notas, exceto em matemática dos últimos anos do ensino médio. Não conseguia entender a idéia ou para que serviam. Quando a suspensão de um exame, pela primeira vez, estava muito deprimida. Minha mãe me fez uma festa… e me explicou que era algo tão raro em mim, o fazia para animar e que soubesse que uma vez que algo corra mal não se perde tudo.Eu pedi este muito que não me presionaran. Senti que era minha a responsabilidade de decidir estudar ou não, e como fazê-lo. Às vezes pensava que queria pais ‘normais’ que se preocupasen pela minha educação, mas nunca lhes dei essa preocupação. Digamos que eu tinha duas opções: estudar bem para mim ou deixar de fazer para chamar sua atenção, e isso não me servia para nada.Pelo menos no meu caso, a liberdade de escolher e o descanso das férias de verão e Natal, faziam com que fosse estudar uma forma agradável de não aborrecer-me, quando não estava jogando fora. Depois de voltar para casa e jantar, podia aborrecer-me ou estudar. Alguma matéria foi chata, mas com as outras poderia descobrir coisas que estimulam meu cérebro e eu gostava de saber mais coisas. As chatas das fazia em forma de quadrinhos ou lhes punha música. As longas, como a filosofia no ensino médio, as gravava em fitas e eu dormia escuchandolas com fones de ouvido.Para que as crianças decidam estudar ou criar algo há que fazer com que haja momentos em que não vejam televisão ou usem jogos. Ao princípio se rebelam, mas, em pouco tempo, estão pensando o que fazer para não se cansar.

A prova De sapo ao teste de gravidez.

O melhor momento para fazer o teste de gravidez

Guiainfantil.com 19 de julho de 2017

Quão fácil é saber se você está grávida! Só ir à farmácia e comprar um simples teste de gravidez é possível saber, em casa e em apenas alguns minutos, se você está esperando um bebê. Mas é importante fazer a prova para não duvidar do resultado e evitar dúvidas sobre se terá feito bem, porque pode gerar angústia e nervosismo.

O melhor momento para fazer o teste de gravidez

Para que o teste de gravidez funcione de forma confiável, é fundamental escolher bem o dia em que nós fazemos a prova, já que a hormona da gravidez é detectado na urina quinze dias após a concepção,e não antes. Se fazemos o teste antes da data, ou seja, antes de ter um atraso de, pelo menos, um dia é provável que o teste nos oferece um resultado pouco confiável, ou seja, um falso negativo.

Os falsos negativos ocorrem quando o teste é realizado antes de tempo. Os testes de gravidez, que se vendem na farmácia, detectam a presença do hormônio hCG na urina, que só está presente em mulheres que estão grávidas. O teste, que se apresenta em forma de stick ou de haste, contém anticorpos que reagem na presença do hormônio da gravidez.

O nível de hCG atinge um ponto alto, entre as semanas 7 e 12 da gravidez. Por este motivo, se o resultado foi negativo, mas a menstruação não aparece, certamente, não é definitivamente negativo e o mais aconselhável é voltar a repetir o teste em cinco ou seis dias. Em contrapartida, se positivo, de certeza que está grávida, salvo se se tratar de embriões ectópica, que são os que ocorrem fora do útero, ou de gravidez anembrionados (sem embrião) que elevam os níveis de hormônio da gravidez, mas não são uma gravidez reais.

A maioria dos testes de gravidez são confiáveis desde o primeiro dia de atraso da regra. Portanto, se você fizer o teste alguns dias após a primeira falta da menstruação e use a primeira urina da manhã você vai estar mais segura de confiabilidade do resultado. E é que a primeira urina da manhã, depois de acordar, é a mais concentrada e o teste tem mais chances de ser positivo, caso a gravidez seja recente. Por este mesmo motivo, é conveniente que nem beba muita água antes de realizar o teste, já que uma ingestão abundante de líquidos pode diluir a hormona na urina.

A grande vantagem, o que a mim mais me agrada, é que todos os testes obedecem ao mesmo princípio. Basta colocar o teste em um frasco de urina e ao cabo de três minutos, podemos saber o resultado. Longe ficou a prova de sapo, que se realizava em meados do século passado, cujos resultados não são obtidos até 24 horas depois de ter injetado o sapo a urina da mulher. Essas 24 horas foi o tempo que demorava a desovar. Se o fizesse, não havia dúvida, a mulher estava grávida.

Marisol Novo. Redatora.

Dicas para saber se você está grávida de um menino ou uma menina

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Explicamos-Te como afetam os antibióticos a bebés e grávidas e cuidado que você deve ter na hora de consumi-los.

Sua semana de gravidez

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A pirâmide de alimentos ao prato saudável na alimentação de crianças

Como deve ser o prato saudável na alimentação infantil, de acordo com especialistas de Harvard

Estefânia EstebanResponsable Multimedia29 de março de 2017

Estávamos acostumados a seguir a pirâmide alimentar na hora de planejar o menu de nossos filhos. Sim, essa pirâmide que diz que a base da alimentação deve ser composta por cereais e produtos lácteos.. e que no ápice devem ser reservados os doces e as guloseimas ( alimentos que somente você deve tomar muito de vez em quando).

Pois bem: a pirâmide alimentar foi alterado. Agora é um prato, um prato saudável. E isto é o que deve conter.

Como deve ser o prato saudável para crianças de frente para a pirâmide alimentar

Esta imagem, distribuída pelo Departamento de Nutrição da Universidade de Harvard, coloca em evidência a antiga e obsoleta pirâmide nutricional. No prato, já não há lugar para doces ou bolos. Só para vegetais e frutas, proteínas (cárnicas e legumes), cereais integrais… e, claro, água e óleo de oliva.

– Vegetais: De entre todos os alimentos incluídos, os mais importantes são os vegetais. Entre elas, incluem-se as batatas, sim, mas é claro que não devemos abusar de batatas fritas, e sim apostar por uma forma de desenvolvimento mais saudável (batatas cozidas, cozidas ou assadas).

– Frutas: As frutas são básicas. Nos dão vitaminas essenciais e, além disso, muita hidratação. No entanto, perdem peso frente ao aporte de legumes, que deve ser superior de acordo com esses especialistas.

– Proteínas: Seria o segundo grande grupo de alimentos em importância. E que alimentos são incluídos? Sim, as carnes são importantes (sobretudo as de ave), mas especificam que não se deve abusar da carne vermelha e limitar o consumo de carnes frias. Por contra, se deve aumentar o consumo de peixe e legumes.

– Cereais integrais: Outro ponto de destaque é a importância dos cereais integrais. É dizer: o pão, que seja integral. Também o arroz. Não estão dizendo que não possa consumir pão branco, mas que não devemos abusar dele.

– Água: E é claro, junto ao prato, destacam-se outros dois produtos essenciais: a água (também válida em forma de chá ou café). Aqui também se alerta sobre o consumo de lácteos. Quais as suas recomendações? Uma ou duas porções por dia.

– Óleo: O último grande produto ara uma dieta saudável é o azeite (de oliva, a ser possível, ou, também, de girassol ou de milho) , que supera a manteiga, a qual se deve evitar…

Também não esquecem os especialistas de Harvard, o endemoninhado açúcar, o que relegam a quase inexistência. Em numerosas ocasiões, lembram-se evitá-lo… tanto nas bebidas, como nos alimentos.

Como era antes da pirâmide alimentar e como é agora

Este é o antes e o depois da nossa pirâmide alimentar. Agora, as proporções de legumes e frutas aumentou, e muito. Teriam que ocupar metade do prato. Ou seja, a metade da nossa dieta. E também lhe dá mais importância ao consumo de proteínas de frente para os hidratos de carbono.

Os criadores do ‘prato nutritivo’ não descartam a pirâmide, sempre e quando se adapte e mude algumas proporções. Além disso, acrescentam que, junto ao prato saudável , devemos ter em conta a importância da atividade física e de outros complementos importantes, como a vitamina D e B12.

Os especialistas que criaram esta nova versão mais saudável da pirâmide, recomendam imprimir a imagem do prato saudável e colocá-lo bem à vista na cozinha. Não esqueça na hora de planejar o cardápio de seus filhos.

Pirâmide nutricional na dieta das crianças

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Dar o peito: que inibe a ovulação?

Dar o peito: que inibe a ovulação?

Guiainfantil.com 07 de junho de 2016

Tenho uma amiga que há quatro meses deu à luz a uma linda menina e agora foi retirado de está de novo grávida. Embora seu marido e ela pensou em dar um irmãozinho a sua filha um dia, não o esperavam tão cedo.

Em geral, recomenda-se esperar uma média de um ano depois de dar à luz, para voltar a engravidar, já que para a perfeita recuperação do corpo da mulher precisa de quase o mesmo tempo de involução que dura uma gravidez.

A amamentação não é um bom método contraceptivo

Minha amiga, assim como muitas de nós, pensava-se que o aleitamento materno inibia a ovulação. A falta de períodos menstruais são algo bastante comum durante os três ou quatro primeiros meses após dar à luz, se amamantas seu filho. No entanto, também conhecemos a mulheres cujos filhos levam-se dez ou onze meses, com o qual, moldando nossas contas, podemos deduzir que a ovulação, às vezes, ocorre de forma inesperada, quase impossível de prever, com o que não é recomendável empregar a amamentação como contraceptivo.

Depois do parto, há muitas mulheres que não voltam a menstruar até que não são desmamado a seu filho por completo ou não ter reduzido o número de mamadas após a introdução de novos alimentos na dieta do bebê, mas também tenho conhecido muitas mulheres que, amamentando o seu filho apenas com o seu leite, sem dar-lhe nenhum tipo de ajuda de mamadeira, já teve a regra pouco depois de dar à luz.

Cada mulher é diferente, algumas demoram para menstruar meses depois de haver desmamado a seu filho e em outras em que a menstruação pode ser algo depois de terminar com os loquios ou as perdas com sangue do pós-parto, ainda amamentando seu filho. É um erro pensar que até que não apareça a primeira menstruação, não podemos engravidar, porque, embora em algumas ocasiões podem ocorrer períodos anovulatorias (sem ovular), também podemos engravidar se ocorre a ovulação, já que esta costuma ocorrer cerca de duas semanas antes de que tenhamos a regra, com o qual teremos ficado grávidas sem que tenhamos tido perdas menstruais.

A minha amiga aconteceu isso, não tinha nem indícios ou desconforto, e era normal que não tivesse a regra ainda, mas começou a suspeitar de que poderia estar grávida, pois sua pequena começou a rejeitar o peito. Temos que considerar que a primeira ovulação, depois de dar a luz, pode apresentar-se de forma imprevista, dependendo da mulher, a quantidade de tiros que faça a criança, de nossos níveis hormonais, etc., aspectos que nos escapam das mãos, a não ser que tenhamos a possibilidade de ver através de ultra-som a atividade de nossos ovários, coisa que normalmente não está ao nosso alcance.

Pai Gabaldon. GuiaInfantil.com

Crise de amamentação aos três meses, o bebê

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Dar de mamar, depois de um câncer de mama

Guiainfantil.com 16 de outubro de 2015

Embora a cada ano são diagnosticados 22.000 novos casos, 85% destas mulheres se curam. Hoje em dia, os tumores que afetam os seios da mulher têm uma alta expectativa de vida, quando é diagnosticada a tempo. E mais, as intervenções têm avançado tanto que é até possível dar de mamar ao bebê depois de um câncer de mama, quando as lesões são detectados em sua fase inicial.

O doutor Armando Tejerina, ginecologista, diretor do Centro de Patologia da Mama e presidente da Fundação Tejerina, assegura que ‘as mulheres livres de doença podem ter dois ou três filhos e alimentá-los ao peito, se assim o desejarem. Está demonstrado que esta prática não agrava a sua situação, mas você tem que ser paciente, cujo grau de comprometimento secundária em um futuro é baixo. Seria importante que a mulher dar de mamar ao seu filho, durante três ou quatro meses’.

Salve sua vida, faça uma mamografia

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada 30 segundos em algum lugar do mundo se diagnostica um câncer de mama. Atualmente, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres em todo o mundo, e está aumentando, especialmente nos países em desenvolvimento. A detecção precoce, a fim de melhorar o prognóstico e a sobrevida de mulheres com câncer de mama continua a ser a pedra angular da luta contra esta doença.

A mamografia é um exame muito simples e rápida, que permite detectar a 90 por cento dos tumores. É considerada como um teste de rotina que devem ser feitas todas as mulheres entre os 45 e os 69 anos, com um intervalo de um a dois anos. No entanto, o medo do diagnóstico, a falta de percepção do risco e a perda de confiança na prova, são as principais causas por que ainda, de 9 por cento de mulheres não foram feitas e nunca uma mamografia.

A existência, na família casos de câncer de mama é o principal fator de risco, já que numerosos estudos têm revelado que a hereditariedade desempenha um importante papel na incidência do câncer de mama. Um estilo de vida ativo, dirigido a prevenir a obesidade, são os fatores que mais influenciam na prevenção de tumores e que poderiam reduzir a probabilidade de que apareça. No entanto, os números de incidência continuam a crescer devido ao envelhecimento progressivo da população dos países em desenvolvimento e ao diagnóstico cada vez mais precoce. A amamentação materna, atualmente, tem menos importância do que pensávamos há anos na prevenção parcial do câncer de mama. O doutor Tejerina assegura que ‘se você tem filhos em idades precoces, em torno dos 24 anos, e a mãe prolonga a duração da lactação acima de 3 meses, pode diminuir o percentual de câncer. Mas quando a amamentação é feita ao redor dos 40 anos, esse fator protetor diminui. Na sociedade atual, em que as mulheres têm os filhos em torno dos 35 anos, em geral, ainda vemos mulheres com 40 anos que têm formação naturais, não vemos claros benefícios. Um dos motivos é a involução parcial fisológica da própria lactação e gestação da glândula, o que melhora ou previne o câncer de mama, mas em idades mais precoces, as possibilidades são maiores. A amamentação deve ser natural e prolongada, pelo menos, durante 3 meses para produzir um claro benefício, tanto para a mãe como para o recém-nascido’.

Dada a importância do câncer de mama e o seu impacto, não só na mulher afetada, se não em sua família, neste Dia, a partir de câmaras municipais, centros de saúde, hospitais e associações de mulheres estão a decorrer em todo o mundo campanhas para ajudar psicologicamente para essas pessoas, para enfrentar a doença de forma positiva. Hoje em dia, o câncer de mama pode ser apenas um parêntese na vida cotidiana da mulher. O seu parceiro e os psico-oncologistas podem ajudar muito a essas mulheres a pensar que este câncer é algo momentâneo e, passado um tempo, volta a ser o que eram antes.

Vídeo explicativo do aleitamento materno após o câncer de mama

Marisol Novo. Redatora de Guiainfantil.com

Dar de mamar ao seu bebé após um câncer de mama

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Lavar a roupa do bebê é uma tarefa aparentemente simples que, no entanto, requer certas precauções. A pele do bebê é muito mais delicada e sensível

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Dar a luz, em casa ou no hospital?

É seguro dar a luz ao bebê em casa?

Guia Infantil 05 de junho de 2018

A morte da australiana Caroline Lovell, ano seguinte, a do parto em casa, ao dar à luz a sua segunda filha em sua casa por causa de um ataque cardíaco é um paradoxo da vida, dessas que chamam muito a atenção e que quando você inteiras de algo assim, um arrepio lhe percorre todo o corpo por dentro.

A menina felizmente sobreviveu ao parto, mas, neste caso, reabre o debate sobre a segurança dos partos fora das maternidades em clínicas e hospitais.

No Guiainfantil.com apresentamos-lhe as vivências de duas mães que decidiram dar a luz, uma em casa e outra no hospital.

É melhor dar à luz em casa ou no hospital?

Ao pensar em dar em como ia dar a luz aos meus filhos, eu nunca hesitou em entrar nas melhores mãos, que pode oferecer um sistema médico de saúde, que diante de qualquer imprevisto, possa atuar de maneira acelerada para salvar a vida da mãe durante o parto ou do bebê recém-nascido.

No entanto, nem todas as mulheres pensamos igual e isso há que respeitá-lo. Lembro que, quando estava grávida do meu primeiro filho, uma de minhas amigas, a mais próxima naquele momento, ficou grávida também e nós tínhamos uma diferença de um mês para o desenvolvimento da gravidez. Sua empresa, a afinidade e cumplicidade durante a gestação foi uma experiência muito enriquecedora para mim, que, como grávida e ela, me reconfortaba enormemente.

Seu maior desejo durante toda a gestação era de dar à luz em sua casa, para oferecer ao seu bebê um ambiente tranquilo no momento do nascimento, com uma luz tênue, na mais absoluta intimidade e, apenas acompanhada pelo marido e a parteira que ia recorrer a reservas. Obcecada com aquela ideia, que tinha posto os arrepios, o pai de seu marido, que era médico, e o resto da família, que foi a palestras e conferências sobre esta prática durante toda a gravidez.

Finalmente, chegou o nono mês de gravidez, seu bebê estava de nádegas e não se moviam. Ela não perdia a esperança, já que, às vezes, no último momento, os bebês se dão a volta para nascer e se colocam em posição cerebral, mas este não foi o caso. Seu filho estava muito à vontade sentadito no útero materno e , finalmente, teve que ir para o hospital para trazer ao mundo o seu bebê.

Para toda a sua família e seus amigos o resultado foi um alívio. A assistência de uma parteira no nascimento é suficiente, se tudo vai bem, quando o parto é natural e não surgem complicações. Mas, se algo é complicado, há que se mudar com a mãe e o bebê com urgência ao hospital, e, às vezes, não se chega a tempo para salvar a vida.

Caroline Lovell foi uma forte ativista do parto em casa e levou a luta até as mais altas instâncias do Governo para solicitar meios e ajuda para instalar este tipo de nascimentos em domicílios das mulheres. Ela mesma estava convencida, como escreveu em uma de suas cartas, de que “a vida estará em perigo sem a ajuda de parteiras adequadas por parte do Estado” e lamentou que, como mãe, não ia “ter mais remédio que ter um parto sem assistência no lar”.

Dar à luz em casa vs dar à luz no hospital

– O hospital terá sempre atenção médica e uma resposta mais rápida diante de qualquer imprevisto.

– A maioria dos hospitais dispõem de unidades de neonatologia para poder atender ao bebê se você sofre de algum problema após o nascimento.

– Muitas mulheres preferem viver um parto sem dor e este, só é possível no hospital, onde a gerenciar a anestesia peridural.

– O parto em casa, mas oferece menos garantias médicas, é mais pessoal.

– Em casa, você pode estar acompanhado de todos os membros da família que você escolher, até mesmo seus filhos.

– Você está em um ambiente conhecido, que lhe traz conforto e segurança.

Marisol Novo.

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Dar a luz a um menino ou uma menina

Você é ético escolher o sexo do bebê?

Guiainfantil.com 31 de maio de 2018

Normalmente, quando sabemos de nível dos ” grandes amiga que está esperando um bebê, a primeira coisa que perguntamos, depois de parabenizá-lo, é se será menino ou menina. O mesmo acontece com os pais da criança que está crescendo dentro da barriga de sua mãe.

Selecionar, escolher, são verbos que se eles conjugam-se continuamente. Se tem preferências por tudo, mas especialmente quando se trata de dar à luz a um menino ou a uma menina.

Em alguns casos, as manipulações genéticas fazem com que possamos escolher até mesmo o sexo do bebê.

Dar a luz a um menino ou uma menina é correto?

As manipulações biológicas permitem que muitos pais possam optar por ter menino ou menina, e assim evitar as discussões familiares, e facilitar, entre outras coisas, a atribuição da cor da roupa que irá comprar, ou a cor das paredes do quarto, se o rosa ou o azul, por exemplo.

Quando perguntar aos pais se querem menino ou menina, muitos respondem que o sexo do bebê dá igual, que o que eles querem é que venha com saúde, sobretudo. No entanto, todos sabemos que isso nem sempre é verdade. Muitos contam os dias, semanas, para que possam fazer uma ecografia e assim ver o sexo do seu bebê.

A concepção de um menino ou de uma menina que tem gerado até mesmo a criação de métodos caseiros, sem qualquer respaldo científico. Que se fazer em um dia par ou ímpar, se a postura é recomendável, se a comida, etc. Também há sinais que muitos pais consideram ao pé da letra, como se a barriga é redonda será menina e se é de ponta será criança.

Em Granada, na Espanha, por 120 euros se pode saber o sexo do feto no segundo mês de gravidez.

No que se refere à medicina, saber ou determinar o sexo do bebê antes de nascer, tem avançado enormemente. Acho que o que não avançou foram os interesses de muitos pais. Refiro-Me a seus valores e critérios éticos, que estão fazendo com que, principalmente na Ásia, siga tendo uma taxa enorme de infanticídio e abandono das meninas quando acabam de nascer, ou até mesmo antes, através do aborto. Mortas ou abandonadas, esse é o destino de milhares de meninas chinesas e da Índia, onde uma menina pode representar a ruína de uma família.

O desastre e a pressão política e social estão causando um desequilíbrio entre os sexos e uma enchente na exportação de meninas e nos processos de adoção.

No Ocidente, o abandono de crianças é constante, embora seja esporádico, e não apresenta tantas desproporções em relação ao sexo dos bebês. Em Portugal, segundo as estatísticas, grande parte dos pais, dá mesma forma que seja menino ou menina, o melhor é que não deixem de nascer.

Sim que existem preferências quanto ao primeiro filho. Que seja criança para agradar ao pai. No meio de tanta falta de respeito, penso que a sociedade, neste sentido, está acontecendo.

O que mais dá que seja menino ou menina? Não acho que o gênero feminino ou masculino seja determinante no desenvolvimento de uma pessoa. Por natureza, já nascem diferentes. Não há falta que essas diferenças tornem os bebês em produtos de fábrica. Este serve, este não… o Que contam os pais que escolhem o sexo de seu bebê, seu filho, sobre a sua escolha? O que ele só queria se fosse um menino ou uma menina? Não acho que essa seja uma boa idéia.

Mirna Santos

A tabela china. Aprenda a utilizá-la

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O número de bebês e crianças que têm uma alergia tem crescido nos últimos anos.

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Quando e como saber se você está grávida

Sintomas que indicam que você pode estar grávida

Vilma MedinaDirectora de Guiainfantil.com07 de março de 2018

A gravidez não é uma doença, mas tem seus sintomas, embora em cada mulher se manifestam de uma forma diferente. A intensidade dos sintomas da gravidez também é diferente nas mulheres. Nem todas sentem o mesmo e da mesma maneira. Como os bebês, a mulher grávida é única.

Explicamos-Te como e quando saber se está grávida, segundo sejam seus sintomas.

Os sintomas da gravidez que você diz quando e como saber se você está grávida

Embora a melhor e mais segura forma de saber se está grávida seja a análise de sangue que se peça o médico, existem outras opções que também podem dar um diagnóstico preciso como é o predictor, um teste caseiro da urina, que pode ser adquirido em farmácias. Ainda assim, se a prova sai positiva, é recomendável ir ao médico para confirmar a sua gravidez.

Além das provas, também há sintomas evidentes que podem confirmar a sua gravidez. Se notas que você tem um ou mais sintomas dos listamos abaixo, pode ser que você esteja na primeira fase de uma gravidez:

1 – O primeiro sintoma é que te atrase a menstruação, especialmente se você normalmente tem regular. A falta de regra também pode ser por outros motivos.

2- Cansaço, fadiga e aumento do sono. Nos primeiros meses de gravidez, as mulheres tendem a sentir-se muito mais cansadas e fracas, embora não exista nada que o justifique. Também vão se sentir mais sono.

3- Náuseas, tonturas e vómitos. A maioria das mulheres que estão grávidas começam a sentir tonturas e náuseas, com ou sem vómitos, a partir dos primeiros meses de gravidez, podendo rejeitar alguns alimentos.

4- Aumento da micção. A partir da segunda semana de gravidez, muitas mulheres têm a necessidade de urinar mais vezes durante o dia e a noite.

5- Os seios ficam muito mais sensíveis. Quase todas as mulheres, os seios incham e ficam dolorosos, principalmente na área do mamilo. Desta forma, nota-se, especialmente, na data em que supostamente deveria vir a menstruação.

6- A auréola do mamilo fica de uma cor mais escura. Eles também tendem a aumentar de tamanho, principalmente nos dias em que, supostamente, deveria vir a regra.

7 – Desconforto por prisão de ventre. É muito comum que, já desde o primeiro da gravidez a mulher se sentir mais estreñida ou que apresente gases e desconforto abdominal.

8- Pequenas dores ou ardor na região pélvica. Algumas mulheres podem sentir alguns furos na zona do útero, devido à implantação do embrião na parede do útero. Além disso, também pode apresentar um pequeno fluxo de sangue.

9 – Mudanças de humor sem causa justificada. A mulher tende a ficar mais instável emocionalmente.

10- o Aumento da temperatura corporal.

11- Aumento do sentido olfativo. As mulheres costumam ser mais sensíveis aos odores. Tudo lhes cheirá-lo-á mais forte.

Como planear uma gravidez. Consulta preconcepcional e ácido fólico

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Como e quando introduzir o hábito da leitura nas crianças

Leitura infantil. Entrevista com Maria Miguens

Pedro Oliver20 de março de 2015

O trabalho da Fundação Ler contribui para divulgar e criar consciência sobre a importância de que as crianças acedam desde a primeira infância para o mundo ‘mágico’ da leitura, seja um livro, um conto, fábula ou poema, onde podem encontrar experiências, curiosidades e outros temas.

Maria Miguens é a responsável do Departamento de Comunicações da Fundação Ler. Nesta entrevista a GuiaInfantil.com ela fala sobre tudo o que envolve a leitura infantil.

A importância da leitura infantil

É necessário que a criança saiba ler para ter seu primeiro contato com um livro?
O contato diário com os livros e a possibilidade de desfrutar de simples atividades, como ouvir histórias, desperta nas crianças o desejo e a motivação para ler. Como pai, você pode fazer muitas coisas para ajudar os filhos a descobrir o prazer de ler. É um processo gradual e contínuo que se dá a partir do momento em que a criança nasce, com o desenvolvimento da linguagem.

Quando é o melhor momento para introduzir um livro para crianças?
Os bebês estão prontos para começar a apreciar os livros, as leituras, as rimas e as canções. Em cada casa, os pais podem compartilhar atividades simples para apoiar o desenvolvimento intelectual e afetivo das crianças, desde bebê. Alguns exemplos podem ser oferecer-lhes livros adequados para a sua idade: livros de pano, borracha ou papelão com páginas grossas que possa manipular; livros com objetos familiares para nomear; com histórias simples protagonizadas por crianças de sua idade; com rimas e jogos de palavras.

O ato de ler não é inato, há que poder cultivá-lo. Como podemos fazer isso?
Em um primeiro momento, pode-se começar a cultivar o ato de ler. Podemos dizer, por exemplo, que a mãe tem que estar em contato com a literatura e fazer o seu curso leitor e transmiti-lo para o seu bebê. E quando este nasce, o primeiro caminho de contato com a literatura é a oralidade, através das canções de ninar, por exemplo. Depois, obviamente, o fato de contar e ler histórias para os meninos. É fundamental que a literatura continue ligada ao jogo e ao lazer, ao usufruto. Também é importante oferecer às crianças uma ampla variedade de textos, porque isso dá a possibilidade de escolher e gera o desejo de ler.

O estímulo à leitura é igual a 3, 5 ou 7 ou 9 anos de idade?
Diversos estudos demonstram que quanto mais se lê crianças, melhor desempenho em leitura e escrita. Como pai, você pode fazer muitas coisas para estimular a leitura em crianças: dispor de um espaço dentro da casa, uma prateleira, onde as crianças possam guardar seus livros; colocar à disposição dos filhos livros, bem como revistas que vão de encontro aos seus interesses; propor-lhes a leitura de livros baseados em filmes para crianças; levar um livro sempre na bolsa por se têm que esperar juntos em uma fila; incentivarles a compartilhar a leitura e livros com outros amiguinhos; dispor de uma horita por dia, para que se dediquem à leitura; ler em voz alta, embora já saibam ler, etc.

De 0 a 3 anos: os pais podem ler em voz alta para o bebê, durante alguns minutos ao dia, apontar e nomear as ilustrações dos livros, compartilhar rimas e canções de ninar, oferecer livros de tecido, borracha, plástico ou papelão.

De 3 a 5 anos: os pais devem associar a leitura com o prazer e a ternura, devem ler livros mais extensos, com ilustrações e com capítulos para ler em vários encontros, escolher livros com padrões de rimas repetitivas que estimulem a participação das crianças, oferecer-lhes livros com temática variada, com palavras novas e diferentes linguagens. É interessante conversar com a criança sobre o lido, conhecer as suas opiniões e sentimentos. Propor alguns jogos a partir da leitura, como desenhar, montar bonecos, também é aconselhável.

De 5 a 8 anos: os pais podem compartilhar leituras em voz alta, deixar mensagens para que as crianças os conheçam e leiam, levar a criança a visitar livrarias, bibliotecas, bem como feiras de livros, compartilhar um livro e depois o filme baseado no texto, oferecer livros com textos curtos e simples que eles mesmos possam ler, dar livros de contos, poesia, adivinhação, trava-línguas, poemas, sobre temas que interessam ao menino.

Em um mundo imerso em novas tecnologias, como a leitura pode ser ameaçada de alguma forma?
Acreditamos que, hoje em dia, a tecnologia serve como recurso para continuar levando a milhares de crianças o amor e o prazer da leitura. É importante pensar, por exemplo, em não confundir formato com o conteúdo.

O Dia do Livro infantil

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Como vestir os bebês quando faz frio

Como vestir os bebês quando faz frio

Guiainfantil.com 01 de fevereiro de 2016

Como é que eu vou vestir meu filho para sair hoje, que faz tanto frio? Nem sempre é fácil escolher a roupinha certa. Nada mais de ter meu primeiro bebê, me disseram que os bebês recém-nascidos não podem regular a temperatura corporal, por isso há que abrigarles bastante para que não perca calor. Posteriormente, se recomendam, já que sua mobilidade é reduzida, devem levar uma peça de roupa, mais do que nós.

As mudanças bruscas de temperatura são os principais inimigos dos recém nascido quando chega o inverno. Isso de frio pela manhã e espaço ao meio-dia, pode irritar e até ficar doente para o nosso bebê. O outono e o inverno são épocas difíceis para vestir o bebê. Muitas vezes, temendo que elas possam pegar frio, os abrigamos em excesso e outras vezes, vendo o sol que brilha na janela, nos confiamos e lhes abrigamos pouco.

Não se deve agasalhar demais o bebê

Perante a previsão de um dia frio, as mães costumam pegar nossos rebentos e enfundarlos em um candoroso e cada mergulhador, mas antes de fazê-lo temos que ter em conta como vamos avançar e para onde vamos, já que não é o mesmo que estarmos ao ar livre, ir a um centro comercial e sair do frio ao calor.

Devemos fazer com que a temperatura do bebê seja o mais constante possível para evitar que nossas crianças possam sofrer as agressões típicas do frio em sua pele como sabañones, seca, lábios cortados, eczemas, dermatite, ou até mesmo infecções por vírus. Devemos considerar, além do defeito de roupas, o que também é pouco aconselhável o excesso de roupas, já que o superaquecimento, há que se sofoquen, suden e se ponham colorados como caranguejos cozidos.

A chave é escolher a roupinha mais adequada para o nosso bebê, prevendo as circunstâncias de nossas saídas. Devemos escolher roupinhas de um tecido que permita a ventilação ao bebê, e que seja confortável na hora de se desvincular de alguma peça de roupa ou de trocar a fralda, para evitar que acabe como um frango assado. Muitos dos vendedores são travados depois de ter suado, quando o suor desprendido molha a roupinha e fica fria em contato com a pele, então, para evitar isso, o melhor é observar a temperatura do ambiente na rua e escolher um horário em que o sol estiver alto, para evitar as temperaturas mais extremas do dia; adequar a quantidade de roupas para o lugar onde nos encontramos e controlar a temperatura corporal do pequeno, observando o aspecto de sua pele, tocándoles a nuca e o pescoço ou observando a cor da pele (mãos, às vezes são frias, mas não porque estão com frio, mas porque se chupam as).

É conveniente também que empreguemos o plástico do carrinho que lhes protege da chuva e do frio, e para que sejamos far-sighted levando sempre em sua bolsa de passeio alguma peça de roupa extra: chaquetita, gorro ou luvas se as condições se apresentam de repente, ou muda bruscamente a temperatura, quando deixa de nos dar a luz do sol. É assim que se gasta o inverno!

Pai Gabaldon. GuiaInfantil

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Como usar a reflexologia para ajudar o sono do bebê

Contamos-lhe como você pode melhorar o sono de seus filhos usando uma técnica de reflexologia podal

Marta López Estríngana Reflexóloga16 de agosto de 2018

Somos uma geração de pais, despreparados para combater o sono infantil, porque somos adultos e nosso ciclo de vida é completamente diferente de nossos filhos. Quando chegam ao mundo, uma das primeiras dificuldades que encontramos é a solução para as suas horas de sono.

Dormimos pouco, nosso caráter piora e aumenta a nossa irritabilidade, algo que pode agravar-se ao nosso filho tem dificuldade em conciliar o sono, acorda muitas vezes com dificuldade de voltar a dormir ou dorme pouco, provocando irritabilidade e fadiga durante o dia. Mas você sabe que há algo totalmente natural que irá ajudá-lo a dormir? Sim sim… a Reflexologia.

Como a reflexologia podal ajuda a dormir ao bebê

Algo evidente é que o sonho de uma criança não é igual ao de um adulto, existem diferenças quantitativas e qualitativas. Além disso, as necessidades de sono variam de uma pessoa para outra são bebês ou não. Nós Nos encontraremos de crianças com necessidade de dormir menos do que outras crianças da mesma idade, e diante disso não podemos fazer nada, cada um é como é, mas o que se pode fazer com os nossos filhos é ajudá-los a ter uma qualidade de sono.

A iniciação de sono é um processo que requer coordenar várias circunstâncias. Por um lado, deve estar fisiologicamente preparado para dormir, para evitar qualquer tipo de estresse, assim como a ansiedade da separação. As crianças precisam de rotinas, rotinas lhes oferecem segurança, e a segurança ajuda a dormir. Se a sua segurança está ameaçada, as crianças demonstram a sua ansiedade através do choro.

As crianças assim como os adultos também têm dificuldades para dormir e nós como pais podemos ajudar a ter um sono profundo e reparador para que cresçam saudáveis e felizes.

Dicas para ajudar a dormir para crianças usando reflexologia podal

Os pontos a tratar são os seguintes: Plexo Solar, a Cabeça e a Coluna Vertebral.

Quando notes que a criança tem dificuldade para conciliar o sono, ou simplesmente precise relaxar antes de dormir porque está inquieto, trabalha esses três pontos em seus pés. Pouco a pouco você irá vendo como começa a relaxar, e se não conseguir dormir o bebê imediatamente, não tardará muito em fazê-lo. Esses pontos reflexos são o Sistema Nervoso e o que provocarás o fim de fazer é inducirle o sonho e a uma completa e total relaxamento.

Algumas crianças podem ter dificuldade para conciliar o sono, a ansiedade que lhes gera separar-se de seus pais, a reflexologia irá ajudar a que eles se sintam seguros e em companhia.

Usa uma luz ténue, um ambiente tranquilo e, claro, uma entrega absoluta, por sua parte, eles são tratamentos quando observar de ti a mesma atitude. A pressão deve ser semelhante a uma carícia, lembre-se que você vai trabalhar o Sistema Nervoso, além disso, se você acompanhá-lo com um óleo natural de amêndoas a massagem será mais relaxante.

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A resiliência é a capacidade do ser humano para enfrentar qualquer situação, mesmo as mais adversas, de forma positiva.

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  4. Como usar a reflexologia para ajudar o sono do bebê

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Como usar o desfibrilador em crianças em caso de parada cardiorespiratoria

Os desfibriladores podem salvar muitas vidas

Andrea Branco Ramírez Enfermeira do Hospital Porta de Hierro16 de janeiro de 2018

Os desfibriladores são alguns aparelhos de pequeno porte, leves e que precisam de um mínimo de manutenção. As baterias duram cerca de 5 anos ou 300 downloads. Geralmente são encontrados em lugares públicos muito frequentados, como quadras poliesportivas, centros comerciais, estações de ônibus ou trem, etc., E servidas nos casos em que haja alguém com parada cardiorespiratoria.

São fáceis de usar e podem ser tratados, em caso necessário, por qualquer cidadão. Por isso, recomenda-se que todos os cidadãos tenham uma base para o funcionamento tanto do uso do desfibrilador, como o de adquirir as habilidades necessárias para executar uma RCP (massagem cardiorrespiratória) básica, para usar os dois de uma forma segura e eficaz, seguindo o protocolo atualizado de desfibrilação.

Nós mostramos-lhe como pode usar os desfibriladores em crianças.

Como usar o desfibrilador em crianças

Diante de uma parada cardiorespiratoria, o prognóstico é bom se realiza desfibrilação precoce, pelo que este procedimento constitui um dos elos mais importantes da cadeia de sobrevivência de crianças que apresentam um ritmo desfibrilable, para conseguir reforçar esse elo foram desenvolvidos os dispositivos de desfibrilação automáticos (DEA) ou semi-automáticos (DEA).

Ambos os desfibriladores devem analisar o ritmo cardíaco e se acharem que é indicada a desfibrilação se diferenciam em que o DEA alerta de carga, que ninguém toque no paciente e proceder-se a aplicar a descarga, enquanto que um DESA avisar de carga, que ninguém toque no paciente, e que o reanimador aperte o botão de download.

Quando uma criança cai inconsciente, e não sabemos o motivo, temos que seguir uma série de passos para saber o que fazer:

1. Sempre pedir ajuda antes.

2. Vamos verificar se respira a criança.

3. Se respira o colocamos em posição lateral de segurança e vamos chamar a emergência.

4. Se não respira, iremos começar a realizar a RCP enquanto alguém nos consegue um desfibrilador, ou, no caso de que nos termos achado sozinho, e se você não assistiu o ataque cardíaco, realizar a RCP por 2 minutos antes de deixar a criança para activar o sistema de emergência e procurar o desfibrilador.

5. Uma vez que tenhamos o desfibrilador, sempre que seja pediátrico ou com modulador de energia, consiste em ligá-lo, descobrir o peito da criança e colocar os patches como nos indicam os desenhos do desfibrilador: um no ombro direito, abaixo da clavícula e o outro cerca de 10 cm abaixo da axila esquerda. O desfibrilador começar a falar, você sempre tem que manter a calma e seguir a ordem das instruções.

6. Não devemos interromper a manobra de RCP até que o desfibrilador nos indique que não tocarmos o menino, já que está analisando o ritmo cardíaco.

7. Se o desfibrilador nos indica que é necessária a transferência, nos avisa com sinais auditivos ou visuais, e será debitado automaticamente, sempre tendo em conta que não há que tocar o paciente em nenhum momento do processo de análise do ritmo, nem do choque; e no caso de não ser necessário o choque, solicitar que prosigamos com a RCP.

8. Após o download, continuar a RCP imediatamente até que a máquina nos indique que nós vamos parar para analisar o ritmo e repetir o processo anterior, ou até que cheguem os serviços de emergência.

A fibrilação ventricular (FV) é uma arritmia pouco freqüente nas paragens cardíacas de crianças pequenas que ocorrem fora do hospital. No entanto, vários estudos recentes descobriram que a incidência de um ritmo desfibrilable oscila entre 10 e 20 % dos casos de paragem cardíaca pediátrica, tanto no âmbito hospitalar como extrahospitalario.

Embora a incidência de FV em crianças pode parecer baixa, as chances de sucesso da RCP quando existe um ritmo desfibrilable, e se realiza uma desfibrilação precoce, são muito mais elevadas do que quando a vítima está em asistolia ou atividade elétrica sem pulso; daí a importância deste procedimento.

O que é um desfibrilador e como se usa em crianças

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Como usar o shampoo com crianças

Tipos de shampoo para usar durante a infância

Guiainfantil.com 30 de abril de 2015

Para muitas crianças, a hora do banho é um momento especial em que desfrutar. Mas, para muitos outros o banho e, especialmente, o gesto de lavar o cabelo se torna um pesadelo que querem escapar como seja.

Imaginação, paciência, alguns truques e um bom shampoo infantil é tudo o que precisamos para que nossos filhos se divertirem lavando o cabelo. Contamos alguns segredos para lavar o cabelo para crianças e saber como usar o shampoo com os mais pequenos.

Dicas para usar o shampoo com crianças

A hora do banho não costuma ser um momento amargo para as crianças, mas a coisa muda quando queremos lavarles o cabelo. A água caindo por seu rosto e que às vezes se mete em seus ouvidos, o shampoo que irrita os olhos e a sensação de ter quebrado o seu momento de relaxamento podem complicar esta medida de higiene obrigatória, que é para lavar o cabelo.

Por isso, é importante dominar alguns truques para lavar o cabelo não se transforme em uma batalha:

1. Por sorte, o cabelo das crianças, não se deve lavar todos os dias, é melhor espaçar as lavagens a cada dois ou três dias, ou de acordo com as necessidades do tipo de cabelo de cada criança. E, claro, o fator fundamental na hora de lavar o cabelo é o shampoo.

2. Não há por que usar uma grande quantidade de shampoo, basta colocar sobre a nossa palma uma quantidade equivalente a uma noz para deixar o cabelo da criança limpo e brilhante.

3. O shampoo é aplicado com a ponta dos dedos em movimentos suaves e circulares por alguns minutos e depois podemos tirar com água não muito quente.

4. Para o recém-nascido, não há necessidade de usar o shampoo. Pode-Se lavar o cabelo com sabão neutro, especial para bebês, o que usar para limpar seu corpo. Se você preferir usar também o shampoo, note-se que seja especial para bebês (é muito mais suave do que o shampoo normal).

Que tipo de shampoo escolher para crianças

A questão que mais preocupa os pais e os filhos é que tipo de shampoo para crianças é o mais adequado. A premissa fundamental é que seja um shampoo mais natural possível, que não machuca o couro cabeludo e que não irrite os olhos das crianças. E para saber que tipo de shampoo estamos comprando existe essa regra não escrita que diz: se você não pode pronunciar-se com facilidade os ingredientes do shampoo, não o compre.

Se para as crianças é importante escolher um shampoo com uma embalagem divertida, de cores e desenhos que chamam a sua atenção, para os pais é mais importante do que o shampoo não contém muitos produtos químicos que, a longo prazo, são prejudiciais para seu cabelo. O que buscamos é um shampoo suave, sem corantes, sem conservantes, sem fragrâncias artificiais e que não provoque irritações ou alergias.

A chave está na etiqueta do shampoo. Devemos verificar que o shampoo infantil esteja livre de parabenos, esses conservantes, o que prolonga a vida útil de muitos produtos cosméticos, mas que, com o tempo, produzem alergia. Se, além disso, o shampoo leem-se as palavras orgânico ou natural e não contêm sulfatos ou tinturas artificiais, estaremos perante o tipo de shampoo que mais convém às nossas crianças.

Laura Vélez. Redatora de Guiainfantil.com

Recém-nascido tomar banho com o papai

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O número de bebês e crianças que têm uma alergia tem crescido nos últimos anos.

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Como tratar picadas de mosquitos e tábanos em crianças

Quais são os tratamentos mais eficazes para a picada de mosquitos em crianças e grávidas

Roi Piñeiro Pérez Pediatra15 de agosto de 2018

Em Portugal há um ditado que diz: ‘os pimentos de Padrón, uns picam e outros não’. E os mosquitos, muito parecido, mas há que acrescentar uma preposição: ‘a uns picam e para outros não’. Por quê? Não se sabe com exatidão, mas sim parece claro que mosquitos e tábanos preferem peles suaves, como as crianças. Daí que devemos protegê-lo durante o verão.

Como tratar as picadas de mosquitos e tábanos em crianças

Lavar bem a pele com água e sabão.

Evitar o arranhão para evitar sobreinfecciones.

Aplicação de frio no local, como medida física que proporciona um efeito antinflamatorio e analgésico.

– Em caso de inflamação importante, você pode consultar seu pediatra, que em alguns casos pode prescrever corticosteróides tópicos de potência leve, anti-histamínicos e analgésicos orais.

– Em caso de antecedentes de reações alérgicas, ou suspeita de reação alérgica a presença de dificuldade respiratória ou comichão, urticária, deve recorrer a um serviço de emergência pediátrica.

Como prevenir as picadas de mosquitos e tábanos em crianças

1. Usar repelentes preparados. A N,N-Dietil-meta-toluamida, conhecida como DEET, é o ingrediente mais comum de repelentes químicos de insetos. O tempo de proteção ativa varia em função da concentração de DEET. Recomenda-Se que estes produtos não podem ser aplicadas a menores de dois anos , nem a concentrações superiores a 10%. Também não devem ser aplicados sobre a pele esfolada, devido à grande absorção cutânea que apresentam.

Uma opção válida é a sua aplicação por cima da roupa. Em nenhum caso se deve aplicar nenhum outro creme (por exemplo, proteção solar) acima do repelente, já que removeria a ação da DEET. O uso desses repelentes deve ser cuidadoso em função das picadas que se pretendem evitar. Evidentemente, não é o mesmo que impedir um irritante coceira que prevenir uma reacção alérgica grave ou proteger-se em uma área de risco de transmissão de malária.

2. Repelentes naturais. Outra opção é a constituída pelos repelentes naturais (derivados de plantas). O mais utilizado é o óleo de citronela. É eficaz e pouco tóxico, mas o tempo de proteção (umas duas horas) é bem menor que o dos repelentes químicos. Além disso, alguns têm um odor que repele insetos, e também pessoas.

3. Roupa adequada. É recomendável também levar manga longa à primeira hora da manhã e fim da tarde, que é quando os mosquitos saem para dar uma volta. Também devemos nos afastar de lagoas e áreas úmidas, onde parece que se organizam festas de insetos.

Os dispositivos eletrônicos que emitem sons de alta freqüência para afastar os insetos não confirmaram sua eficácia, de modo que não caiam na armadilha.

Em suma, qualquer coisa que lhes ocorra que lhes faça mais difícil a vida para os mosquitos, será bem-vinda. E se, apesar de tudo, nos picam, tómenselo com humor, como quando a pimenta arde durante horas na ponta da língua.

Repelentes para mosquitos caseiros. Dicas para pais

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A resiliência é a capacidade do ser humano para enfrentar qualquer situação, mesmo as mais adversas, de forma positiva.

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Como tratar as assaduras do diaper do bebê

Como prevenir as assaduras na zona da fralda

Malena Hawkins Pediatra30 de junho de 2015

A área da fralda dos bebês é uma área muito delicada e que costuma dar muitos problemas. Há que ter em conta que está sujeita a temperaturas muito quentes e com umidade, por isso é fácil ter infecções cutâneas por bactérias e fungos.

Como prevenir as assaduras do tecido, passo a passo

– O primeiro e fundamental é manter a região bem seca. Acima de tudo há que ter muito cuidado com isso, nos momentos em que coincide com a erupção dentária, já que o pH das fezes pode mudar e ser mais ácido e evitar o contato prolongado da deposição com a pele. Às vezes é conveniente mudar a fralda a cada 2-3 horas, embora não tenha deposição, para evitar a umidade. As fraldas devem ser de boa qualidade e não colocá-los muito apertado. Se possível, deve ser deixada sem fralda para que fique mais seco.

– Você deve utilizar um sabonete com pH ácido, de marcas confiáveis, farmácias, sem perfume, para não irritar a pele. Ah! Muito importante limitar o uso de toalhetes higiénicos, que contêm álcool e/ou sabão, já que ao não esclarecidas podem depois deixar o sabão em contato com a pele e irritar ainda mais. Devem ser deixados apenas para usá-las quando estamos fora de casa. Em nossa casa, é melhor usar uma esponja natural com água e sabão, e secar muito bem depois. Se usamos lenços, por exemplo, para limpar uma deposição, temos que lavar depois com água e sabão.

– Para secar a pele, devemos estirarla bem para não deixar a umidade ou sabão nas dobras das coxas do bebê, já que se existe umidade pode favorecer os fungos e infecções.

Depois temos de aplicar um creme protetor. Como regra geral deve ser aplicada somente nas dobras, não há falta por toda a área da fralda, ou onde o bebê está mais irritado. Podemos usar um creme macio, para evitar assaduras e quando estiver irritado usar um creme com óxido de zinco em concentração alta, que funcionará como um mata-borrão. Recomenda-Se colocar uma camada fina de creme de leite para que se oxigene bem a área.

– Nestes casos, é conveniente também mudar as toalhas normais com sabão e álcool por outras oleosas, mais suaves, com óleos traficantes, que retiram a sujeira sem irritar e até mesmo podem acalmar a pele. Não é fácil encontrá-los em farmácias, mas vale a pena a pesquisa.

Se não melhorar com estes cuidados, em algumas ocasiões é possível que se trate de uma sobreinfección por fungos, uma candidíase, para o qual teremos que usar uma cremes especiais com antifúngico (nistatina, clotrimazol ou miconazol), o que nos receitar o pediatra.

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O número de bebês e crianças que têm uma alergia tem crescido nos últimos anos.

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Como lidar com as mordidas do gato em crianças

Dicas para agir diante de uma mordida de gato em crianças

Roi Piñeiro Pérez Pediatra19 de fevereiro de 2018

Além dos cães, por sua freqüência, e as cobras, por sua gravidade, muitos outros animais podem morder nossos filhos. Por exemplo, um dos animais domésticos mais comuns das famílias: o gato.

Os gatos, além de arranhar, também podem morder. Explicamos-Te o que fazer em caso de um destes adoráveis felinos morder seu filho e como tratar as moderdeduras de gato em crianças.

Como agir diante de uma mordida de um gato a uma criança

Na verdade, em todos os casos de mordedura de animais, o primeiro que há que fazer é tratar a ferida. No caso de picadas de gato, também:

1. Lavar o ferimento o mais cedo possível e de forma abundante com água e sabão.

2. Ir ao pediatra.

3. Recolher toda a informação possível sobre as circunstâncias em que ocorreu a picada e o estado de vacinação, tanto da vítima como do agressor.

As mordidas do gato são as segundas em frequência, após as mordidas de cão. Uma característica particular é que a sua taxa de infecção é a mais alta entre todos os animais (50-80% das mordidas são contaminados). Isso é por causa dos dentes afiados dos gatos e as mãos, onde é mais comum a presença de bactérias, são a localização mais freqüente da mordida em qualquer idade.

Os arranhões de gatos em crianças

A exploração deve ser excluída a presença de arranhões, mais frequentes do que as mordidas, e vigiar a criança, durante os seguintes dias ou semanas pela possibilidade de desenvolver um quadro chamado de doença da arranhadura do gato, que é a inflamação dos gânglios próximos à área do risco.

Em geral, os gatos são huidizos e só atacam quando se sentem ameaçados. No entanto, suas ações também são muito imprevisíveis, pelo que não se recomenda a sua convivência próxima com crianças muito pequenas.

Dom Gato. Canção infantil do Urso traposo

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Como tratar a asma durante a gravidez

Como tratar a asma durante a gravidez

Guiainfantil.com 24 de abril de 2015

A asma é uma doença pulmonar que pode chegar a comprometer a vida das pessoas, se você não recebe um tratamento adequado. No caso de que a asma afeta uma mulher em pleno gravidez, pode fazê-lo viver uma fase complexa do ponto de vista metabólico e, por isso, precisa de uma atenção especial para evitar que a sua saúde e a de seu bebê apresentem complicações.

Um estudo publicado no New England Journal of Medicine, garante que não tratar a doença de forma adequada a gestação pode provocar complicações como hipertensão arterial, partos prematuros e crianças com baixo peso, a par do que recomenda evitar os medicamentos por via oral, durante estes meses, a menos que sejam indispensáveis.

A asma durante a gravidez

Pesquisas recentes mostraram que há evidências científicas de que as flutuações hormonais podem influenciar diretamente na inflamação das vias respiratórias das mulheres e isso explicaria uma das razões de por que a asma em algumas senhoras que evolui em paralelo com o seu desenvolvimento hormonal.

Também sustenta a teoria da asma pré-menstrual, que afeta a 57 por cento das mulheres asmáticas. O tratamento deste mal é essencial para o bom desenvolvimento do feto e, apesar dos preconceitos que cercam alguns dos medicamentos mais utilizados para combater a hyperventilation pulmonar, está demonstrado que uma crise asmática pressupõe a diminuição do aporte de oxigênio ao feto, um perigo muito maior do que a administração de esteróides ou broncodilatadores adequados.

É sabido que as asmáticos em tratamento gostam de gravidez mais saudável e que, desta forma, aumenta a probabilidade de ter filhos saudáveis.

Os professores recomendam às mulheres sem filhos que estão pensando em engravidar, que avaliam a situação de conjunto com o seu ginecologista e concepção de um plano terapêutico preventivo, em que poderão ser utilizados recursos de imunoterapia, que geralmente não têm efeitos adversos sempre que se iniciem antes da concepção.

Dicas para as grávidas com asma

Uma das instituições em que estudou o assunto a fundo, a Kaiser Permanente Medical Center, foi especificado que as gestantes asmáticas devem:

1 – Cumprir rigorosamente o plano terapêutico preventivo prescrito pelo médico, e aprovado pelo ginecologista de forma que a inflamação crônica das vias aéreas fique sob controle.
2 – Manter-se longe dos fatores que desencadeiam as reações alérgicas ou asmáticas, bem como de sempre consultar um profissional antes de tomar medicamentos.
3 – Praticar exercícios físicos com moderação, sempre que estes não sejam indutores da asma. Essa rotina física também deve ser controlado por um profissional.
4 – Imunizadas contra o vírus da gripe se o segundo ou terceiro trimestre de gravidez cai no outono ou inverno. A poluição ambiental e as mudanças climáticas são dois dos fatores que têm se multiplicado os casos desta doença no mundo.

Rosa Manhas. Redatora de GuiaInfantil.com

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Como superar o medo da dor no parto

A dor no parto indica que tudo está se desenvolvendo como deveria

Beatriz Martin Jimenez, Parteira e enfermeira pediátrica13 de junho de 2018

Conforme vai avançando a gravidez, as mulheres começamos a pensar cada vez mais no momento do parto. Ao imaginar esse dia surgem um monte de sentimentos diferentes: a ilusão, antes da chegada do nosso bebê, a incerteza sobre como serão as contrações ou se saberemos reconhecê-las, impaciência, para que seja em breve, e também e em grande medida, medo. Contamos-lhe como superar e gerir o medo da dor no parto.

Enfrentar o medo da dor no parto

Esse medo é bastante generalizado; as mulheres continuam a ter medo do parto: medo do que vai acontecer, medo de não ser capaz, medo de que nos aconteça algo de grave para nós ou para nosso bebê, às vezes, as histórias que nos chegaram ou por nossas próprias experiências anteriores.

Mas, acima de tudo, o que mais medo do que costuma gerar é o medo da dor no parto. E quase sempre este medo está condicionado por informações erradas.

Por exemplo, a afirmação de que se pode parir sem dor, o que pode gerar falsas expectativas , já que, se é verdade que algumas mulheres não sentem dor em seus partos, é uma porcentagem pequena, por isso é mais aconselhável se preparar para a possibilidade de sentir sensações muito intensas durante o parto.

Também não é verdadeira a afirmação oposta, de que é uma dor impossível de tolerar: ao contrário, é uma sensação para o que estamos fisiologicamente preparadas, se você se sente segura e o ambiente e os cuidados forem adequados. E há um monte de formas de acompanhá-la para torná-lo mais suportável.

Por que então se fala da dor do parto com um sentimento tão negativo? Por que relacionamos dor e sofrimento? A resposta é fácil: em geral, reconhecemos a dor como um sinal de perigo, de que algo não está indo bem, um sintoma desconfortável que há que eliminar o quanto antes, porque não serve para nada.

E assim agimos em nossa vida diária: se nos dói alguma coisa, ou vamos ao médico, ou tomamos um analgésico para aliviar. Da dor do parto pensamos o mesmo, que é perigoso e inútil, mas a realidade é bem diferente.

Para que serve a dor no parto

A dor do parto é o único dor que indica que tudo está se desenvolvendo como se esperava. É um sinal de que nosso bebê está chegando, e isso deve ser motivo de celebração. Além disso, longe de ser um sentimento inútil, tem umas funções bem conhecidas:

  • A primeira é clara: a avisar-nos de que o bebê vai nascer. Se não notáramos as contrações de maneira intensa, poderiam passar despercebidas e que o parto nos pillara surpresa. Além disso, segundo o parto vai avançando e as sensações se tornam mais fortes, ajudam a mulher a se concentrar em seu processo.
  • Outra função não menos importante é estimular a produção de hormônios necessários para o parto: por um lado, a oxitocina, que é a responsável pelas contrações uterinas, e por outro, as endorfinas, que são analgésicos naturais e colocam a mulher em um estado de consciência especial e único para o momento de receber o seu bebê.
  • Além disso, a dor serve como guia para indicar que movimentos ou posturas adotar para ajudar a que o parto se desenvolva de forma adequada e protege a mãe e o bebê em cada momento.
  • Algumas pessoas falam também de uma função a mais simbólica ou espiritual. Para essas pessoas, a dor contribuiria para a separação mãe-bebê, como um limite que deve passar para se tornar mãe.

Conhecer as suas funções, saber que esta dor está lá por algo que pode ajudá-lo a aceitá-lo como uma parte de todo o processo, sem medo, sem sofrimento. Há uma expressão que circula pela rede afirma que “se pode parir com dor, mas sem sofrimento, e se pode parir sem dor, mas tendo sofrido muito”. Além disso, não é uma dor, contra o que tiver que lutar, mas sim, acompanhar ou se deixar levar por ele de diferentes formas: respiração, movimento, chuveiros quentes… e se tudo isso não funcionar, você pode recorrer à analgesia farmacológica como a peridural.

Para terminar, direi que a melhor forma de combater os medos é com informação adequada e confiando, primeiro em si mesmo e sua capacidade de parir, como levamos fazendo as mulheres durante milhares de anos, e, segundo, as pessoas que lhe acompanharão durante o trabalho de parto. Busca a informação que precisa, desde já, pode falar com a sua parteira ou ginecologista, perguntar tudo o que você precisa para resolver suas dúvidas e vencer esses medos. Isto irá ajudá-lo a enfrentar o momento do parto mais tranquilo e receber seu bebê da melhor maneira possível, desfrutando de seu parto, seja o que for.

3 coisas que você deve saber antes do parto. Dicas para grávidas

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Como são os pré-adolescentes

Como compreender e educar as crianças pré-adolescentes

Nano Lopez Romero Coach educativo09 de junho de 2015

Como se diz habitualmente, as crianças não vêm com um manual de instruções sob o braço, algo que nos pode ser de muita utilidade, em determinadas fases marcadas por mudanças como a preadolescencia.

Não obstante, identificar os sintomase saber acompanhar nossos filhos nesta fase está ao alcance de nossa mão, graças a ferramentas como a observação, a escuta e empatia.

Sinais que indicam que nosso filho entrou no preadolescencia

Durante a preadolescencia, ocorrem muitas mudanças físicas e psicológicas. Também emocionais. A preadolescencia é a fase em que temos maior capacidade de aprendizado e de maior interesse por aprender coisas novas. Além disso, os conflitos morais, os conceitos como justo e injusto, bom e mau, começam a ser habituais em seus pensamentos.

Alterações físicas: em as meninas aumenta o peito, os quadris se alargam e os músculos se afina. Em crianças, no entanto, esse desenvolvimento físico é mais gradual, se bem pode dar-se o chamado ‘talão’ (um marcado crescimento em pouco tempo).

Alterações emocionais: Tanto meninos como meninas começam a dar uma maior relevância para a ‘amizade’. Formam-Se grupos (gangues) de amigos que se apoiam e se unem mais. As crianças preferem os jogos mais ativos, enquanto que as meninas começam a dar mais tempo para as ‘conversas’. Em ambos, aguça a sensibilidade para as questões sociais e suas mudanças de humor são mais evidentes.

É resumo: uma fase de mudanças e necessidades que muitas vezes não estamos acostumados a prestar atenção. É fundamental tomar consciência de que este caminho vamos ter que viver junto a eles, por isso a melhor maneira de ajudá-los é a partir do acompanhamento e não a partir da posição de pais protetores.

3 dicas para ajudar o filho pré –

É neste momento, quando os pais começam a perder o controlo, mas contamos com várias ferramentas para detectar estes problemas:

1. A observação. Devemos observar as mudanças que experimentam os nossos filhos, mas sem julgar ou interpretar, já que, se começamos a cuestionarlos, possivelmente, possa ser um primeiro passo para o afastamento.

2. A escuta. Uma escuta ativa, que nos ajude a compreender o que lhes está acontecendo. Só ouvindo poderemos descobrir quais são essas necessidades não satisfeitas.

3. Empatia. Normalmente costumamos entrar no jogo do conselho ou de impor nosso ponto de vista sem dar explicações. A empatia, no entanto, exige que apague todo o conteúdo da nossa mente, do ego e nos colocarmos no lugar de nossos filhos. Esta tarefa é, sem dúvida, uma das mais duras que tem um pai ou uma mãe.

Isto é, não podemos esquecer o que eles sentem e que, se queremos que confiem em nós, não devem ter a sensação de que o que seus pais querem é simplesmente satisfazer seus próprios desejos.

Por isso, temos que fazê-los entender qual é o nosso papel em tudo isso, que não é outro que ajudá-los para que eles comecem a encontrar soluções para seus problemas. Por algo a preadolescencia essa é a primeira etapa antes de iniciar a puberdade e, em suma, o momento em que se dão os primeiros sinais de independência.

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Como ser bons pais em 10 lições

Como ser PAI em 10 lições

Guiainfantil.com 24 de fevereiro de 2015

Se ainda não sois nem pai nem mãe e que vocês desejam saber se você tem coragem para isso, aqui estão 10 lições para testá-lo, com uma pitada de humor, claro. Ao fim e ao cabo, os bebés não vêm com um manual de instruções e de uso debaixo do braço. Por isso, é muito importante que as apresentadas como pais, saibam do que se trata este maravilhoso papel que exercerão a partir de agora.

Como ser bons pais

1) Para viver a experiência da gravidez: cuélguate um saco de grão-de-bico na altura da barriga, adicionando um punhado todos os dias, durante nove meses. Passados os nove meses, abre a bolsa e retira a 90 por cento de grão-de-bico.

2) Antes de começar a ter filhos, em busca de uma casal que já os tenha e somételos para estudo. Critica os métodos para impor disciplina, a sua falta de paciência, seus péssimos níveis de tolerância, e marca verdes por ter permitido que seus filhos se proclamam como selvagens. Sugere formas de melhorar o comportamento da criança com sa a hora de dormir, ir fazer xixi ou comer. Aproveite, será a última vez que você terá todas as respostas.

3) Para ter uma IDÉIA de como serão as noites, ganhe uma almofada molhada de entre 4 e 6 quilos, e percorre o salão trazendo nos braços, sem sentar-se, a partir das 5 da tarde até as 10 da noite. Às 10 da noite e solta a almofada, coloque o despertador para tocar às 12 e dorme. Quando às 12 soar o despertador, levanta-te e volta a passear a almofada no salão, enquanto você canta canções de ninar na escuridão. Repetir as 2 da manhã às 4 da manhã e as 6 AM. Opcional: às 4 da manhã pode dar uma volta de carro com a almofada. Siga esta rotina durante 5 anos. Coloque sempre bom cara.

4) É possível segurar as crianças dentro de casa? Para descobrir, põe nocilla no sofá e compota as cortinas. Esconde um pedaço de peixe massa atrás da equipe de música e deixe-o lá durante todo o verão. Mergulhe os dedos em potes e, em seguida, arraste-as paredes mais Limpas. Desenhe em cima das manchas com lápis de cor. Compra 5 filhotes de doberman e deixe brincadeira em seu quarto.

5) Vestir um menino pequeno é simples: primeiro, compre um polvo, peça ao verdulero um saco de rede e tentar introduzir o polvo dentro da bolsa, de forma que não saia nenhum dos tentáculos pelos buracos da rede. Não te aflijas, você pode dedicar toda a manhã.

6) Crianças em idade escolar: salva uma caixa de ovos (vazia). Usando uma tesoura e alguns marcadores, transforme-a em um divertido crocodilo. Agora junta uma embalagem tetra-brik, uma bola de ping-pong e um pacote de cereais vácuo e constrói uma réplica exata da Torre Eiffel. Começa neste trabalho as 11 da noite, que seria a hora em que você descobre que É PARA AMANHÃ. Ótimo! Agora espera as críticas da professora.

7) Altere o carro de duas portas por uma caminhonete. E não a lave nunca mais. Depois de tudo, é um carro familiar, sem valor de revenda. Compre um sorvete de chocolate e aplástalo no porta-luvas. Mete duas moedas de 10 centavos sobre o compacto. Compra um pacote familiar de biscoitos doces.. Machácalas um bom tempo sobre os bancos traseiros. Saia do carro, e aranha ambos os lados do veículo com a chave. Simplesmente perfeito!

8) Vá ao supermercado. Leva contigo o mais parecido que encontre uma criança de menos de quatro anos, uma cabra adulta é o ideal). Se você planeja ter mais de um filho, leva dois cabras soltas Faça a compra de uma semana, sem perder de vista as cabras. Mantenha discussões com os gerentes de segurança do supermercado, subindo na hierarquia (mas sempre sem perder de vista as cabras). Quando chegar ao gerente, muda de supermercado.

9) Dar de comer a uma criança.Compra um melão, vacíelo, e tradução para o português um pequeno furo em um dos lados. Coloque-o do teto e dê um golpe para que se balance. Agora pegue um prato com purê de abóbora… se Trata de meter colheres de sopa de purê dentro do melão, enquanto finge ser um avião. Continua tentando até terminar a metade do purê. O resto, deita no seu colo, e espalha bastante no chão.

10) , O pessoal da criatura. Obtenha um gato adulto (de preferência de rua ou semisalvaje). Pónte a sua melhor roupa, se é homem ou meias e sapatos de salto alto se você é uma mulher. Enche a banheira com água morna e brinquedos de borracha. Em seguida introduza o gato e lávalo com o shampoo. Depois de enjuagarlo e seque com uma toalha, siga o procedimento indicado anteriormente com o polvo e um saco de rede. Repita todas as noites, durante 5 anos.

Dar o peito em público

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O número de bebês e crianças que têm uma alergia tem crescido nos últimos anos.

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Como se sente uma criança com TDAH ou TDA

Aprender a compreender a criança com déficit de atenção e hiperatividade

Jimena Ocampo Lozano Psicopedagoga13 de junho de 2017

Quase sempre se fala de como é uma criança com TDAH em casa ou na escola, de como sofrem pais e professores. Mas e a criança?, como se sente uma criança com TDAH ou TDA?

O TDAH é uma condição da criança, algo que lhe é dado e não escolhe ser assim, no entanto, continuamente lhe julga e se lhe culpa por essa condição. Se lhe incomodando, se não atende, ele castiga sem tv porque esquecem os deveres e lhe grita quando não podemos mais.

Assim se sente uma criança com TDAH ou TDA

O menino hiperativo tem uma história que vai carregada dessa visão de muitas pessoas próximas (pais, professores e colegas) que, com suas expressões, gestos ou atos transmitem esse “faz mal”, sem que ele entenda o que foi feito de errado.

Devemos lembrar que as crianças com TDAH ou TDA não sabem o que estímulos são relevantes e quais não são. Têm dificuldade em manter o foco de atenção em uma coisa, o que, na maioria das vezes, não é que não querem fazer as coisas, mas que não sabem o que têm que fazer. Freqüentemente nos esquecemos da imaturidade emocional que estas crianças têm e a vulnerabilidade que manifestam.

Para isso, é bom uma intervenção psicoeducativa que lhes permita perceber melhor a interação com o seu meio (pais, professores, colegas) e aprendam a lidar com as emoções que esta interação produzem.

Como compreender a criança com TDAH ou TDA

Compreender as emoções que fluem em crianças hiperativos é fundamental para facilitar o seu desejo de melhora. As emoções podem ser positivas (estimula com gestos positivos pequenos percebam que o professor, seus pais, seus irmãos, seus amigos), mas também são mais sensíveis do que outras crianças a captar em suas pessoas próximas gestos, palavras, toques, que lhes transmitem uma emoção negativa.

Vamos colocar um exemplo, Carlos é uma criança que cursa o 2º do ensino fundamental e é diagnosticado com TDAH do tipo combinado, (hiperativo e impulsivo).

Na classe mais repetido pelos professores é o seu nome: “Carlos”. Carlos senta-se na primeira fila, como aconselham os especialistas, e, ainda assim, Carlos se perder e joga com os companheiros. Alguma que outra vez lhe disseram isso de “se não serve, é porque não quer”, porque, claro, está na primeira fila, tem a agenda cheia de notas dos professores, porque não traz os deveres, ou quando não se aponta na agenda.

Além disso, em casa acontece o mesmo: “atenda-se o que quiser, pois para jogar com o tablet, não te despistas” ou “outra vez você esqueceu o caderno, se você sabe que sempre tem que trazer”, ou “não te acordar, eu disse 10 vezes”.

Em geral, passam o dia ouvindo um discurso negativo sobre eles, e isso, afeta o conceito que têm de si mesmos, a sua auto-estima e ao seu comportamento. Muitas vezes sentem-se incompreendidos, isto associado aos problemas escolares, regressa a estas crianças frágeis emocionalmente.

Para não falar de como eles vivem a condição de TDAH, de não poder parar mesmo que queiram, de não poder atender embora queiram ou não lembrar-se das coisas mesmo que o tentem.

Assim, em geral, podemos dizer que não é fácil viver como TDAH ou TDA É fundamental a compreensão do problema para poder oferecer à criança a ajuda necessária, tanto em casa como na escola e tirar essa tag que muitas vezes se põem de “eu não sou capaz”.

Não é apenas saber do TDAH, mas compreender a criança com TDAH ou TDA e entrar em seu lugar. Como eu me sentiria eu se fosse ele?

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Como se sente a criança, quando seus pais discutem

Como se sente a criança, quando seus pais discutem

Vilma MedinaDirectora de Guiainfantil.com27 de abril de 2016

Há muito tempo li uma notícia que me fez pensar. A Polícia da cidade de Múrcia, Espanha, prendeu um casal por agredirse mutuamente dentro de um carro em movimento, na presença de seus dois filhos, de 3 e 5 anos de idade. A primeira coisa que me ocorreu pensar e questionar foi como se sentiriam os pequenos. Como as crianças interiorizan as brigas e discussões de seus pais?

Claro, Quem não foi discutido alguma vez? Discutir de vez em quando, pode até ser saudável para exteriorizar os sentimentos, em vez de guardá-los para si mesmo. É importante dizermos o que sentimos, pensamos, mesmo quando não estamos de acordo, ou quando estamos irritados por algo. Os pais costumam discordar por diferentes motivos, as tarefas domésticas, as atividades do fim de semana e até mesmo pela educação dos filhos. O que não me parece justo, embora alguma vez todos nós nos esquecemos e acabamos fazendo-o, é que se discuta na frente de crianças. Uma discussão é como uma luta em que são usadas palavras.

Como afetam as brigas dos pais para as crianças

Você sabe o que sente uma criança quando seus pais discutem? Os gritos e as palavras de raiva que utilizam os pais em suas discussões podem assustar e fazer muito mal para os pequenos. Embora não o sentisse, as crianças se preocupam até quando seus pais, por alguma discrepância, deixam de falar.

Você lembra do nadador Michael Phelps, que ganhou um monte de medalhas nos jogos olímpicos? Em uma de suas entrevistas, ele revelou que foram as brigas de seus pais, o que o levou a nadar. Para não ouvir os gritos e o vocerío de seus pais, ele se metia e buceaba na piscina de sua casa, e nadava até que seus pais se acallaban. Anos depois, seus pais se separaram. As crianças podem tirar conclusões erradas e precipitadas de brigas de seus pais.

Quando os pais se mostram alterados e fora de controle por algum assunto relacionado a eles, estes podem sentir-se culpados da discussão. Podem mesmo pensar que seus pais vão se divorciar, se lamentar, chorar, e isso pode levar a sentir dores de cabeça, dificuldade para conciliar o sono e a não querer ir à escola. Por outro lado, isso não quer dizer que os pais não possam discutir. Não há famílias perfeitas. Mesmo em casa mais feliz, podem surgir problemas e discussões. No entanto, como tudo deve ter um limite, para evitar que uma simples discórdia não vá muito longe e chegue aos gritos, insultos ou à violência.

É importante que as crianças saibam que as opiniões se podem esbarrar em algum momento, mas que isso não significa que tudo vai acabar. Pode ser o início de uma conversa com eles. Se alguma vez, durante uma discussão, tendes ‘saído do tom’ na frente de vossos filhos, pedir perdão. Explícales que isso não vai voltar a passar e que lhes vai querer muito.

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Como se pode induzir o parto

Razões que justificam a indução do parto

Guiainfantil.com 29 de janeiro de 2018

Ultrapassar a data prevista para o parto é algo muito comum. Estima-Se que sete de cada dez bebês que nascem depois da data prevista, que é calculado em torno da semana 40 de gravidez. A maior parte das mulheres se vestem de parto entre a semana 37 da semana 42 de sua gravidez, motivo pelo qual a maioria dos profissionais de saúde preferem esperar até a semana 42 de gestação, antes de começar a considerar que a gravidez é passado de data. Nesse momento, pode-se provocar o parto. Explicamos-Te como se pode induzir o parto, e por que.

Motivos para induzir o parto

Sempre deve existir um motivo de saúde que justifique a indução do trabalho de parto. Esta decisão nunca depende de a mulher grávida, mas a equipe médica que o atende, já que deve estar baseada em um diagnóstico certeiro, que justifique que é necessário concluir a gravidez e induzir o parto, pois a sua continuação pode ser perigosa para a saúde da mãe ou o bebê.

Os fatores de risco mais frequentes para induzir o parto são a presença de eclampsia, a ruptura prematura do saco amniótico, o retardo do crescimento fetal, certas doenças maternas graves (como hipertensão, diabetes e nefropatia, entre outras), a morte fetal, a gravidez cronologicamente prolongado e, em alguns casos, certos fatores psicossociais.

Riscos da indução precoce do parto

Quando a indução do trabalho de parto ocorre antes do tempo, o risco mais comum é o parto prematuro, que tem lugar quando se realiza a indução sem uma avaliação correta das semanas de gravidez, devido a um erro de cálculo da data provável do parto.

Outros riscos incluem a cesariana quando falham os métodos de indução e não ocorre a dilatação; a endometrite anterior saindo em primeiro lugar, uma infecção uterina por manobras realizadas durante a indução; as contrações anormais e o sofrimento fetal agudo produzido por uma falta ou diminuição na oxigenação do bebê, rasgões no útero e hemorragias.

Métodos de indução hospitalar para o parto

Atualmente, prefere-se que a natureza siga seu curso normal e intervir o menos possível. No entanto, quando da conclusão da gravidez é necessária por motivos de saúde, existem vários métodos de indução do trabalho de parto, que são realizadas em um centro hospitalar. Seu objetivo é iniciar as contrações que vão provocar o parto.

Separação das membranas. Consiste em descolar as membranas durante um exame vaginal. O médico introduz um dedo no orifício do colo do útero e através de um movimento circular do dedo que examina se descola com o pólo inferior das membranas do segmento uterino inferior. Esta intervenção tem a capacidade de iniciar o trabalho de parto, aumentando a produção local de prostaglandinas e, por conseguinte, reduzir a duração formal do trabalho de parto. Em todos os casos, não evolui com sucesso.

Ruptura artificial do saco amniótico. A amniotomía ou ruptura deliberada das membranas pode ser usado como o único método para a indução do trabalho de parto e se realiza através de uma incisão no saco amniótico.

Administração de prostaglandinas. A prostaglandina é um hormônio que é administrada, geralmente, em forma de óvulos ou géis vaginais, cuja função é preparar o colo do útero para o início do parto.

Administração de oxitocina. Este hormônio sintético administrado através de um gotejamento intravenoso contínuo. A dose do gotejamento vai aumentando lentamente até que o parto evolui sem complicações. Devido a que pode causar algumas contrações uterinas muito fortes, o seu emprego se combinam com a anestesia peridural para uma melhor tolerância a dor. A oxitocina é o agente indutor que mais utilizado em todo o mundo.

Marisol Novo. Guiainfantil.com

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Como se manifestam os ciúmes para crianças

As reações mais comuns de uma criança com ciúmes de seu irmão

Guiainfantil.com 15 de maio de 2015

As crianças expressam os ciúmes de diferentes maneiras, mas muitos deles manifestam-se através de uma mudança em sua conduta. Antes da chegada do novo irmão, os filhos mais velhos nem sempre reagem de maneira boa. Para muitos, seu irmão mais novo é o seu rival, que tem invadido o seu território e roubou não só a sua “coroa” como parte do tempo que compartilhava com seus pais. Então é normal que ele se sinta ameaçado pela chegada de um novo irmãozinho.

10 maneiras pelas quais se manifestam os ciúmes de crianças

Os ciúmes de crianças podem manifestar-se especialmente em seu comportamento. As reacções não se fazem esperar, antes da chegada do novo irmão. Segue algumas expressões que os pais podem identificar como o ciúme da criança:

1 – A criança pode tentar recuperar a atenção de seus pais, apresentando recuos e regressões de algumas condutas, ou voltando a apresentar comportamentos de etapas evolutivas já superadas, como:

-Voltar a urinar na cama durante as noites;

-Voltar a usar a chupeta

-Voltar a usar fraldas

-Voltar a querer tomar leite na mamadeira

-Voltar a dormir na cama dos pais, querer ser embalado.

-Voltar a chupar os dedos.

2 – A criança pode começar a dizer NÃO a tudo para chamar a atenção. A ser desobediente e opor-se a tudo.

3 – A criança pode mostrar-se desinteressado por tudo o que seus pais lhe sugere. Pode apresentar uma atitude retraída, indiferente e ensimismada.

4 – A criança pode mostrar-se mais afastado das atividades familiares. Não podem opor-Se a participar dos jogos, os passeios, etc.

5 – A criança pode apresentar desconforto como dor de cabeça, dor na tripita ou outro mal-estar, e assim chamar a atenção dos pais.

6 – A criança pode apresentar falta de apetite na hora das refeições. Alguns se recusam a comer.

7 – A criança pode adotar uma conduta mais agressiva com todos, os pais, irmãos, professores, amigos. Pode tornar-se mais rebelde e incontrolável. Os pais devem ter cuidado para que ele não faça mal ao bebé.

8 – A criança pode se tornar mais chorão e mais colado à sua mãe. Vai Se sentir só, fraco, mais dependente e abandonado.

9 – A criança pode recusar-se a jogar com os amigos, a compartilhar seus brinquedos ou outros pertences.

10 – A criança pode tornar-se rancoroso para com seus entes queridos.

Os pais devem considerar que essas reações são normais em crianças, já que estão vivendo uma situação nova, e que o tempo ponha tudo em seu lugar. Devem armar-se de paciência e muito carinho, para não alarmar nem repreender o filho zeloso, pelo que fazem. Há que entender que é a sua forma de protestar.

Ciúme só se tornam um problema quando alcançam desproporções visíveis ou que realmente alteram à convivência familiar e perdurem por muito tempo.

Bebê morde irmão pequeno

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Como evitar que se confundam com o seu bebé no hospital

Como é que se evita que confundiria com o seu bebé no hospital?

Guiainfantil.com 13 de maio de 2016

Pouco antes de dar à luz, eu asaltaba o medo de que me mudassem meu bebê no hospital. Depois de tê-lo instalado no meu interior, durante nove meses, eu queria meu bebê por ser único e, acima de tudo, por ser meu. Mas sabia que existia um protocolo de identificação em todas as maternidades, estava segura de que o reconheceria nada mais vê-lo.

A guarda dos recém-nascidos nos hospitais faz com que, hoje em dia, é impossível confundir os bebês, após o seu nascimento, e evita qualquer equívoco ou problema de segurança.

A idenficación do bebê na maternidade

Assim, quando entrei no hospital, me atribuíram um codificador única, que não se pode falsificar e que consiste em cinco fragmentos. Dois dos fragmentos aderem à documentação clínica e a IDENTIFICAÇÃO do recém-nascido, e os outros três, a pulseira de identificação da mãe, do bebê e a garra de seu cordão umbilical. Pouco antes do parto, eu coloquei essas três pulseiras juntas em meu pulso.

O codificador neonatal não só me relacionava-se de forma inequívoca a minha com meu bebê no momento do nascimento, mas que também estava indo para associar seu histórico clínico e a sua documentação civil durante a permanência de ambos na maternidade.

Mãe e bebê, unidos legalmente

No paritorio, justo quando dei a luz ao meu bebê, o pessoal que nos atendia realizou as diretrizes de identificação: a pulseira do bebê que eu usava no meu pulso é a coloquei meu filho no tornozelo na presença de seu pai e o meu. Depois, fizeram o mesmo com o trecho destinado à pinça do cordão umbilical e a coloquei meu filho no umbigo.

E, ao mesmo tempo, nos tomaram as impressões digitais de ambos, usando uma tinta especial, que ficou impressa na folha amarela que os pais devemos entregar, em seguida, o Registro Civil e o Documento de Identificação Saúde Materno-Filial, ao que se agrega a um dos fragmentos do codificador. Este foi o primeiro cartão do meu recém-nascido, que me trouxe em casa e que complementa a documentação civil que no hospital dão-nos os pais para poder inscrever a criança no Registro.

Antes de sair do paritorio e, por último, o pessoal da saúde acabou de preencher a minha história clínica, com dados novos, os de meu bebê, ou seja, o seu sexo, data de nascimento, filiação e a história do parto. Também abriram uma nova história para ele, que se identificou com o último trecho do codificador neonatal. Portanto, quando meu bebê e eu saímos do paritorio já estávamos totalmente identificados pelo protocolo de custódia e unidos legalmente.

Não obstante, a união definitiva e a que mais conta pelo seu valor sentimental ocorreu quando eu coloquei meu bebê recém-nascido sobre o meu peito e eu pude ver a carinha. Esse foi o cardíaco definitivo, um momento indescritível, que nos uniu para sempre. Depois de seus testes neonatal e já vestido, se entregaram a seu pai, que o levou até o quarto. Uma vez lá, pedi-lhes que não lhe mudassem para o ninho e que estivesse com a gente o tempo todo.

Marisol Novo. Guiainfantil.com

Bebê recém-nascido se acalma com as carícias de sua mãe

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Emagrecendo com saúde!

NOSSOS REMÉDIOS NATURAIS PARA PERDER PESO

Quer emagrecer sem usar métodos convencionais ? Tenha certeza, isso é realmente possível. Existem remédios naturais que permitem remover o excesso de gordura , achatar sua barriga e refinar suas pernas. Para provar isso a você, revelamos nossas 20 dicas eficazes para ajudá-lo a perder peso rapidamente e com saúde

1- O CHÁ DE GENGIBRE

 

Graças aos nutrientes que contém, o chá de gengibre é uma maneira ideal de perder peso . Beber este chá ajuda a reduzir o apetite e a queimar gordura enquanto fornece energia ao corpo.

A receita

  • Corte um pedaço de gengibre descascado com uma faca (cerca de 3 cm) e corte em fatias finas
  • Arrume as fatias em um bule ou bule de chá e coloque água fervendo sobre elas
  • Infundir por 10 minutos
  • Filtrar para que o chá de ervas não tenha um sabor muito forte
  • Beba esta bebida quente ou fria durante todo o dia.

2- ÁGUA QUENTE

 

A água quente é um remédio simples e eficaz que ajuda a perder peso sem efeitos colaterais . Tomado de manhã, com o estômago vazio, especificamente antes do café da manhã , desintoxica o corpo , facilita a evacuação da urina e promove a lavagem gastrointestinal. Por beber regularmente água (1,5 l por dia) , durante a sua dieta, você aumenta suas chances de perder peso rapidamente .

Ferva a água durante 3 minutos e depois beba sem ferver. Prefira água mineral, água da torneira ou água mineral e evite água com gás devido ao seu alto teor de sal. Recomenda-se também beber água morna ao longo do dia.

3- A BEBIDA CHILLI

 

chili drink é um método usado para emagrecer rapidamente . No entanto, deve-se ter cautela ao usá-lo, pois pode causar tontura, dores de estômago e aumentar o apetite, por isso é aconselhável procurar primeiro o conselho de um médico antes. para se voltar para esta solução natural .

Além disso, antes de iniciar esta cura, certifique-se de estar em excelente estado de saúde.

A receita

Para preparar esta bebida, você precisa:

  • 2 colheres de sopa de suco de limão fresco
  • 1 pitada de pimenta caiena
  • ¼ litro de água mineral ou morna filtrada
  • 2 colheres de sopa de xarope de bordo ou mel.

Em seguida, despeje todos esses ingredientes em um recipiente, misture bem, então beba esta bebida 8 a 10 vezes por dia.

4- A INFUSÃO DE ORTHOSIPHON

Orthosiphon é uma planta que facilita a drenagem dos tecidos e melhora a evacuação de toxinas contidas no corpo. Permite perder peso e encontra o seu lugar numa dieta de emagrecimento.

Para preparar o chá orthosiphon, basta derramar água fervente sobre uma colher de chá cheia de folhas secas que foram finamente picadas. Cubra e deixe em infusão por 15 minutos e filtre. Tome um copo 3 vezes ao dia .

5- O CHÁ COM ERVA-DOCE

 

Excelente para lutar contra a retenção de água e garantir boa digestão de alimentos , o chá de erva-doce é um alimento essencial em um programa de emagrecimento.

A receita

  • Em um copo ou tigela, despeje água fervente sobre uma colher de sopa de sementes, esmagadas previamente
  • Infundir coberto por 10 minutos
  • Beba uma xícara desta infusão matinal e uma xícara de decocção depois do almoço e do jantar.

6- CHÁ VERDE

 

chá verde é mais presente quando se fala de soluções de emagrecimento naturais. Reconhecido como um dos melhores remédios de emagrecimento devido à sua rica em catequinas e cafeína , que ajuda a regular o trânsito intestinal , ajuda o funcionamento do fígado, reduz a sensação de fome e estimula a remoção de gordura armazenada nas células .

A receita

  • Despeje água fervente sobre uma colher de sopa de folhas secas em uma xícara ou tigela
  • Infundir coberto por 3 minutos
  • Uma vez, o chá pronto, beba 3 xícaras por dia .

7- O CHÁ DE ERVAS COM ALCARAVIA

 

Se você está procurando uma maneira eficaz de achatar sua barriga , o chá cominhoé a solução perfeita. Com seus componentes, tem a capacidade de reduzir o inchaço e flatulência e ajuda a obter um estômago liso.

A receita

  • Em um copo, despeje água fervente sobre uma colher de sopa de cominho
  • Infundir coberto por 10 minutos
  • Beba uma xícara de chá de ervas no final de cada refeição.

8- ÁGUA QUENTE DE LIMÃO

Como alimento, o suco de limão é conhecido por suas notáveis ​​propriedades de emagrecimento . É muito útil em uma dieta de emagrecimento porque rica em vitaminas © e sais minerais (ferro, magnésio, cobre, etc.), ajuda a queimar gordura , reduz a sensação de fome e ajuda a purificar o corpo. . A água de limão é, portanto, um excelente remédio natural para emagrecer , mas não exagere se você estiver com problemas estomacais ou se tiver uma doença renal.

Para aproveitar seus muitos recursos, beba um copo grande de água quente pela manhã, misture com o suco de meio limão e , durante todo o dia, tome água morna de limão .

9- A ERVA MATE

 

Originária da América Latina, a Yerba Maté é uma planta rica em cafeína que pode ser usada para eliminar quilos indesejados . Como uma infusão , fortalece as defesas naturais do corpo, promove a queima de gordura e proporciona uma sensação de saciedade.

Ao contrário de outros produtos que contêm cafeína, não tem efeitos colaterais prejudiciais , como nervosismo e falta de sono.

A receita

Para preparar este chá de ervas:

  • Despeje em uma xícara de água fervente em 1,5 g para 2 g de folhas secas de mate
  • Deixe infundir 10 minutos e, em seguida, filtre
  • Beba três xícaras por dia.

10- CÁPSULAS

 

Conhecido por sua eficácia contra o inchaço. Os ingredientes que compõe o suplemento foram inseridos na fórmula para acabar com o sobrepeso e com a obesidade, esse ingredientes são todos compostos de fibras naturais, por isso, qualquer pessoa pode utilizar o Womax funciona.

Além dos comprimidos, o Womax lhe fornece orientações profissionais para que você obtenha melhores resultados durante o tratamento.

 

Historia do colágeno

Dosagem

adultos

O colágeno tipo II do esterno da galinha está disponível em comprimidos e cápsulas. Os distribuidores recomendam doses que variam de 500 a 4000 mg por dia. Na artrite reumatoide, as doses de colágeno utilizadas variam de 20 a 2500mcg por dia em cerca de 150ml de suco de laranja por 24 semanas, com efeito benéfico obtido apenas na dose mais baixa 14 .

Descrição de colágeno

colagénio é uma proteína encontrada em todas as estruturas do corpo: pele, cartilagem, tendões, ligamentos e tecidos conjuntivos. Representa 30% a 35% do total de proteínas do corpo e garante a coesão, elasticidade e regeneração de todos esses tecidos. No corpo, o colágeno é de três tipos principais: o do tipo I, o mais abundante, é na pele, nos tendões, no tecido ósseo; o tipo II é encontrado na cartilagem; O tipo III é encontrado nos músculos e nas paredes dos vasos.

colagénio forma de suplemento é derivada de gelatina. É feito submetendo os ossos e pele (casca) de animais, geralmente gado ou porcos de criação, a diferentes tratamentos: limpeza, desengorduramento, tratamento com ácidos ou bases, extraco por hidrise , purificao, concentrao e secagem. A gelatina assim obtida tem muitos usos na indústria alimentícia, particularmente como um texturizante, mas também na indústria farmacêutica que a emprega para a fabricação de cápsulas. Também é usado na fabricação de papel e filme fotográfico.

Ao empurrar a transformação da gelatina um pouco mais, obtém-se um hidrolisado de colagénio que é utilizado sob a forma de um suplemento.

Alimentos fontes de colágeno

A porção gelatinosa não oleosa de caldos ou caldo de carne feito com ossos e cartilagem, incluindo patas e cauda, ​​é uma forma de colágeno em pó bruto naturalmente hidrolisado. Por exemplo, o estoque de vitela tradicional é uma boa fonte.

História de colágeno

Na medicina tradicional chinesa , tem sido recomendado por milênios consumir cartilagem animal para tratar distúrbios articulares. Além disso, St. Hildegard de Bingen, um místico do XII th século, mencionou as virtudes de vitela a este respeito.

Em 1871, o trabalho do pesquisador Richard Leach Maddox levou ao uso da gelatina no campo da fotografia. A produção de gelatina industrial começou na década de 1870. Em 2000, a produção mundial atingiu mais de 250.000 toneladas por ano. Foi durante a década de 1980 que alguns pesquisadores europeus começaram a se interessar pelas possíveis virtudes do hidrolisado de colágeno para o tratamento de problemas articulares.

Osteoartrite. Os mecanismos de ação do colágeno nas articulações ainda estão sujeitos à especulação. Dados in vitro sugerem que pode estimular a produção de colágeno pelo organismo , 4 . Se este for o caso, este suplemento não só aliviará desordens articulares, como também poderá ajudar a reduzir o aparecimento.

Três sínteses examinaram a eficácia do colágeno no alívio da dor e rigidez causada pela osteoartrite 4-6 . Um deles, publicado em 2006, identificou quatro estudos não controlados publicados na década de 1980 (370 indivíduos no total) e três ensaios duplo-cegos controlados por placebo (720 sujeitos) 5 . Os dois ensaios com placebo com a maioria dos indivíduos foram inconclusivos na redução da dor (10 g por dia durante 14 e 24 semanas). Além disso, apresentam importantes falhas metodológicas: alta taxa de abandono e falta de análise estatística 5 . Os resultados identificados por essas sínteses são, portanto, inconclusivos 4-6 .

No entanto, um ensaio clínico de 217 indivíduos com osteoartrite do joelho foi publicado em 2009 e deu resultados positivos, embora modestos. Tomar 10 g de colágeno por 6 meses reduziu levemente a dor, comparado ao placebo 7 .

Um levantamento 15 realizada em 2008 mediu a eficácia e segurança do colagénio de tipo II (0,1 mg por dia) em 236 pacientes com artrite reumatóide em comparação com metotrexato (MTX). Após 24 semanas de tratamento, os pesquisadores observaram em ambos os grupos uma redução significativa na dor, rigidez, número de articulações doloridas e inchadas. Apenas um em cada cinco pacientes (21%) teve efeitos colaterais leves, enquanto o percentual foi de 42% em pacientes tratados com MTX.

Em um estudo piloto 16 utilizando a técnica de ressonância magnética, os pesquisadores mostraram que o colágeno protege a camada de cartilagem em pacientes com osteoartrite do joelho.

Dor nas articulações. Um ensaio publicado em 2008 enfocou 97 atletas universitários que sofrem de dor nas articulações que tomaram 10 g de colágeno ou placebo por 6 meses. O colagénio era mais eficaz do que o placebo na redução da dor de participantes 8 . Parece que o colagénio requer uma absorção prolongada antes de começar a produzir efeitos, ou seja, pelo menos 3 meses  .

Os investigadores têm mostrado que em 2012 alimento adicional compreendendo colagénio (1.200 mg / dia durante 6 meses) diminui em mais de metade (52%) dos 200 participantes, dor nas articulações superiores e inferiores e a coluna lombar. Eles concluem que é necessária mais investigação para confirmar esses achados 17 .

Diversos. Durante um teste realizado durante 24 semanas com 108 mulheres pós-menopausa com osteoporose, tendo 10 g por dia de colagénio aumentada e prolongada do efeito de calcitonina, uma hormona necessária para contrariar a perda óssea 9 . Em comparação ao placebo, o uso de um suplemento de colágeno aumentou a eficácia do atendimento aos pacientes acamados com úlceras de colo 10 .

Precauções

atenção      

  • Parte do colágeno comercial vem de carcaças de gado de criação. Existe um risco teórico de que o produto possa estar contaminado por animais portadores de BSE (doença das vacas loucas), mas até hoje nenhum caso de contaminação foi relatado. Em 2001, a Comissão Européia proibiu o uso de vértebras bovinas na fabricação de produtos alimentícios e a França baniu completamente os ossos ruminantes 11 . Estas restrições não estão em vigor no Canadá 12 . Em 2006, a Health Canada ainda proibir o uso de gelatina a partir de ossos de bovinos, ovinos, caprinos, veados e alces para encapsular os produtos naturais da saúde 13.
  • Pessoas com insuficiência renal devem consultar seu médico antes de tomar o hidrolisado de colágeno.
  • O consumo de colágeno de origem bovina poderia causar uma reação em pessoas alérgicas às proteínas bovinas.

Efeitos colaterais

  • Raramente, distúrbios gastrointestinais.

Nas prateleiras

  • O colagénio está comercialmente disponível como um pó solúvel para ser diluído em água ou sumo, bem como o melhor colágeno hidrolisado Renova 31.
  • Durante os testes, os participantes tomaram 10 g de colágeno por dia, uma dose difícil de alcançar com alguns dos suplementos disponíveis no mercado em Quebec.

Leia também: comprar CarboBlan!

Como é diagnosticado um sopro no coração da criança

Os diferentes tipos de sopros cardíacos em bebês e crianças

Guiainfantil.com 26 de setembro de 2016

A expressão ‘sopro cardíaco’ costuma ser preocupante para os pais. No entanto, é importante saber enfrentá-la com serenidade e otimismo até a conclusão dos testes complementares, que definem o caráter do sopro da criança.

É possível que se trate de um sopro fisiológico, funcional e, portanto, passageiro, que permitirá à criança levar uma vida normal, sem restrições em sua atividade física ou supervisões cardiológicas. Se, em contrapartida, trata-se de um sopro orgânico, o mais indicado é colocar a criança nas mãos de um cardiologista.

Como se diagnosticam os sopros cardíacos em crianças e bebês?

O sopro se ouve quando se ausculta o menino com um estetoscópio, que se apoia em diferentes zonas do peito, enquanto o coração bate. Os sopros cardíacos podem ser ouvidas tanto em crianças, como em crianças maiores ou adolescentes. Alguns sopros cardíacos podem indicar que há um problema no coração.

Se o médico suspeita que a criança pode ter algo mais importante do que um sopro funcional, encaminhada a um cardiologista infantil, que lhe pedirá alguns exames complementares, como raio x de tórax, ECG (eletrocardiograma) ou um ecocardiograma. O ecocardiograma, ou “eco”, é um ultra-som das estruturas do coração (cavidades, paredes e válvulas), que registra a circulação do sangue através do coração e permite determinar a direção e a velocidade do fluxo sanguíneo dentro das estruturas cardíacas.

Classificação dos sopros cardíacos em crianças

Os sopros cardíacos são classificados em uma escala de intensidade de 1 a 6 de acordo com o seu volume. O grau 1 apenas pode ser percebido, enquanto que o 6 se ouve muito forte. Para-lo com rigor, o médico deve determinar em que parte do coração se ouve melhor o sopro, quais são as suas características (isto é, se é discordante e agudo ou suave e semelhante a um limitado), em que momento do ciclo cardíaco ocorre, e se altera quando a criança muda de posição. Costuma ser habitual que o pediatra derive a criança a um cardiologista infantil para uma nova avaliação.

O que é um sopro funcional?

São sopros ou ruídos que se ouvem no coração durante um exame de rotina. Os sopros funcionais costumam aparecer e desaparecer, dependendo do ritmo cardíaco da criança, da posição que se adote durante o exame e a presença de febre.

O que é uma doença congênita?

As cardiopatias congênitas estão presentes desde o nascimento e representam um tipo de problema ou anomalia cardíaca, que pode cursar com sopro. Algumas não são suficientemente graves para o início como para produzir um sopro que possa vir a ser detectado durante o exame.

Como funciona o coração das crianças e dos bebês?

O coração tem quatro cavidades e quatro válvulas, que funcionam como portas de sentido único. As duas cavidades inferiores do coração, que bombeiam o sangue, são chamados de ventrículos e as duas cavidades superiores, que se enchem de sangue, são as aurículas. Quando a circulação sanguínea é normal, o sangue que retorna do corpo tem pouco oxigênio e vai para a cavidade de enchimento direita ou no átrio direito. Esse sangue passa através de uma válvula (válvula familiar) para a cavidade de bombeamento direita (o ventrículo direito) e, em seguida, desloca-se através da válvula pulmonar para os pulmões para receber oxigênio.

Esse sangue rico em oxigênio retorna à cavidade de enchimento esquerdo (átrio esquerdo) e através de uma válvula (válvula mitral) passa para a câmara de bombeamento esquerda (para o ventrículo esquerdo). Em seguida, o sangue é bombeado através da válvula da aorta para todo o corpo através da aorta, um grande vaso sanguíneo que leva sangue para os vasos sanguíneos mais pequenos do corpo para dar-lhes o oxigênio.

Por que toca o coração den bebê?

O som dos batimentos normais, é produto do fecho das válvulas, quando o coração se contrai para bombear o sangue através do corpo. Quando há um sopro cardíaco, produz-se um som extra, o que pode levar graças a um estetoscópio, que serve ao médico para avaliar o seu estado. Às vezes, esses sons extras são apenas o resultado de um fluxo sanguíneo normal, que circula por um coração normal. Em outros casos, um sopro pode indicar um problema cardíaco.

Marisol Novo. Redatora de Guiainfantil.com

Tempo de espera de uma criança para um transplante de coração

Promovido

O número de bebês e crianças que têm uma alergia tem crescido nos últimos anos.

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Como se determina o sexo do bebê durante a concepção

A escolha do sexo do bebê na fertilização passo a passo

Cristina Rodríguez Matrona06 de agosto de 2018

O sexo do bebê, se será menino ou menina é determinado no momento da concepção. São vários os fatores que influenciam em que o bebê finalmente tenha um sexo ou de outro.

No Guiainfantil.com explicamos-te, passo a passo, o que acontece e como selecionar o sexo do bebê. O que é azar?, como genética?, você é o pai ou a mãe que determina o sexo do bebê? Encontre respostas para todas essas perguntas.

Como ocorre a escolha do sexo do bebê na concepção

Para extrair uma resposta nos toca falar de cromossomos. O óvulo da mulher tem um cromossoma X e O espermatozóide do homem pode ser X ou y, e, além disso, os espermatozóides X são muito diferentes dos espermatozóides Y.

Se o óvulo for fecundado por um espermatozóide X, a célula resultante será XX: menina. Se o óvulo for fecundado por um espermatozóide E a célula será XY: criança.

Agora, de que depende que seja um espermatozóide ou outra que venha a fecundar? Os espermatozóides X são maiores e mais fortes, são lentos, mas resistem bem às condições de adversidade e são mais “doentes” (vivem mais tempo).

Os espermatozóides são mais rápidos, mas precisam que todas as condições sejam favoráveis para poder chegar ao óvulo. Então, se a gozada há tanto espermatozóides E como X, por que há famílias que têm mais crianças e outras que têm mais meninas?

Imagine uma mulher que ovula o dia 14 do ciclo, quando ocorre uma relação sexual no dia 12, haverá mais possibilidades de engravidar seja um espermatozóide X o que fecunde, E terão chegado rapidamente, mas como até 2 dias após a relação não haverá óvulo, morrerão antes. Os X vão lentos e esperam pacientemente ao óvulo, de modo que provavelmente será uma menina o resultado desse gravidez.

Mas não só influencia o ciclo do dia, também as condições que se encontram os espermatozóides no muco da mulher influenciam: quando o muco é mais alcalina dos espermatozóides E são mais confortáveis, se a mucosa é ácida isso será de ajuda aos espermatozóides X.

E do que depende a acidez ou alcalinidade? De muitos fatores, como a alimentação, stress, estilo de vida…

Quando é possível saber o sexo do bebê?

Através de uma ecografia para ver o sexo do bebê a partir da semana 18-20 de gravidez, em algumas ocasiões também antes.

Mesmo que te pareça estranho, há famílias que optam por não saber o sexo de seu bebê até o nascimento, mantendo, assim, a surpresa. Estas mulheres, que quase sempre têm a intuição de se é um menino ou uma menina, e embora não se acredite poucas vezes falha. E você, sabia se tinha menino ou menina?

O surpreendente método Ramzi para descobrir o sexo do bebê

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A resiliência é a capacidade do ser humano para enfrentar qualquer situação, mesmo as mais adversas, de forma positiva.

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Como se pega um bebê recém-nascido

Alba Caraballo FolgadoEditora jefe06 de outubro de 2015

Como se pega um bebê? Pode parecer uma pergunta idiota e óbvia, mas na realidade não é. Lembre-se o momento em que nasceu o vosso filho ou filha. Na clínica, os amigos e familiares vão acontecendo para conhecer o recém-nascido e, quando lhes ofereces tomar o bebê em seus braços, mas há mães que preferem que não pegue ninguém, sempre alguém diz: ‘Ah, que medo, não saberia viver, eu prefiro miralo’.

Ou também, esse pai, a primeira que tenta fazer o melhor possível, mas que leva o bebê com a cabeça ladeada e caída para trás, enquanto a mãe fica nervosa ao contemplar a cena.

Dicas para ter um bebê entre seus braços

O recém-nascido é tão frágil e delicado que, se você nunca pegou um bebê ou até mesmo se há muito tempo que não o fizer, dá algumas dúvidas tomá-lo nos braços. É tão pequeno que você sente medo de não fazê-lo bem, de causar-lhe algum dano, ou mesmo que escorregar entre seus braços.

Você pode ter em conta as seguintes dicas para não movê-lo em excesso nem causar nenhum dano ao tirar ou deixá-lo em seu berço:

– Os recém-nascidos não sabem controlar a sua cabeça ou o pescoço para o que se está a tentar levantá-lo, as axilas, a sua pequena cabecinha se vencerá para trás.

– Convém introduzir uma mão no berço e deslizarla pelas costas do bebê tentando que o pescoço fique em nosso antebraço. Desta forma, nós tiraremos já em posição horizontal e sem movê-lo muito.

– Sobre o bebê imediatamente ao seu corpo para que fique mais protegido. Realiza estes movimentos, em princípio, com as duas mãos, mas quando adquirir prática poderá tirar do berço tão só com um braço.

– Quando realizar o movimento inverso, ou seja, deixá-lo no berço, mantenha o bebê o máximo de tempo possível grudado em seu corpo e incline-se para o colchão para deixá-lo com suavidade nele e, finalmente, retirar o braço de sua volta e, por último, de sua cabeça.

– Todos os movimentos que você fizer devem estar cheios de delicadeza e suavidade , já que a densidade muscular de um recém-nascido é mínima e não pode controlar seu corpo.

– Uma vez que está em seus braços, você pode sentar em uma poltrona para estar mais segura e poder mudar de postura, se desejar: colocar erguido para tirar os gases, de bruços em seu antebraço, sobre o seu colo ou pele com pele.

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Como saber se uma contração de parto

Como reconhecer as verdadeiras sinais que indicam que chegou a hora do parto

Rita Salvador e Susana da Flor Matronas27 de agosto de 2018

Um dos principais temores de toda mulher grávida é o de não saber detectar que foi posto de parto. Essa incerteza pode causar estresse e ansiedade no último mês de gestação. No entanto, parteiras e ginecologistas insistem em que os primeiros sinais de parto são muito evidentes e o mais normal é que a mulher se dê conta de que já começou a primeira fase do parto.

Mas, como são as contrações de parto? Quando devemos ir ao hospital? A parteira Rita Salvador nos esclarece estas dúvidas.

Como são as contrações de parto sobre a mulher grávida

Nem todas as mulheres grávidas percebem as contrações preparatórias ou contrações de Braxton Hicks. Muitas mulheres dizem que não se deram conta de que as tinham. E isto é porque são indoloras. As contrações de Braxton Hicks fazem com que o intestino ficar muito dura durante alguns segundos, mas logo passam. A parteira Rita Salvador nos explica o que é exatamente uma contração:

‘As contrações basicamente são um mistério para as mulheres até o momento em que as percebem. Uma contração é que o útero se contrai, ele fica duro, e o que você vai fazer é ajudar o bebê a ser colocado e o final da gestação, o que nos ajuda das contrações é a expulsar o bebê e que ocorra o parto.

É certo que a partir da semana 32, aproximadamente, as mulheres podem começar a perceber pequenas contrações. São contrações indoloras e o que a mulher nota é que a tripa coloca-se dura. Essas contrações o que estão a fazer é preparar e fortalecer o útero, para que, no momento do parto, seja capaz de realizar todo o trabalho e a expulsão do bebê no final da gravidez’ .

As contrações do parto, no entanto, não são dolorosas e mais regulares. Mas, onde percebe a mulher grávida?

‘Embora a contração nasce na parte alta do útero, o que chamamos de fundo, e se irradia, normalmente, por parte da direita para a área do colo do útero, a mulher acima de tudo, onde nota a dor é a parte supra-púbica ou na região lombar, na zona das costas, o que algumas mulheres fazer a ligação partos de dores de rins’.

Essas contrações que indicam que o parto acaba de começar, podem-se prolongar por horas e até dias. Não há necessidade de ir ao hospital, nada mais enrugado. O melhor é esperar até que as contrações sejam mais regulares e dolorosas. Recomenda-Se ir ao hospital quando as contrações se repitam de modo regular, a cada cinco minutos.

Vídeo: Como reconhecer as contrações do parto

Como são as contrações de parto

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Como saber se uma criança tem problemas de habilidades sociais

Sinais ou indícios de que nosso filho tem problemas de comunicação

Elsa Martín Pascau Psicóloga11 de agosto de 2015

As habilidades sociais são o conjunto de comportamentos que aprendemos de forma natural desde a infância, que nos servem para nos comunicarmos e nos relacionarmos com as pessoas e com o nosso ambiente. Portanto, podemos entender a falta de habilidades sociais como um mal aprendizado de como se relacionar com os outros e com o ambiente que nos rodeia.

É difícil encontrar números exatos sobre o número de crianças não possuem as habilidades sociais adequadas, já que muitos deles não têm nenhum transtorno aparente e, por isso, nunca chegam a ser tratados deste problema. Ainda assim, estima-se que 89% dos problemas que as crianças têm são sociais, ou seja, estão relacionados com as pessoas e suas interações.

Como detectar se uma criança tem problemas de habilidades sociais

Existem uma série de sintomas que se forem muito frequentes, podem indicar a falta de habilidades sociais em crianças:

A timidez excessiva, baixa auto-estima e o medo das situações sociais podem ser fortes indicadores de que este problema social. Normalmente essas crianças têm dificuldade de lidar com situações em que não estão acostumados em seu dia-a-dia, se mostram inseguros de si mesmos as coisas que fazem e rehúyen o contato com pessoas fora de seu círculo mais próximo.

Além disso, tendem a mostrar uma grande falta de empatia para com os outros, têm problemas de cooperação e trabalho em equipe, assim como problemas de autocontrole e de comunicação com outras pessoas. Tudo isso, às vezes se torna um círculo vicioso, já que estas crianças não têm claros os limites comportamentais e isso lhes provoca muitos problemas, por exemplo, se estão no cole jogando com outros colegas. Uma criança com falta de habilidades sociais pode levar a cabo condutas agressivas seus amigos, se você perde um jogo ou, até mesmo, chegar a fazer batota e não seguir as regras. Por isso, o mais comum é que as outras crianças não queiram voltar a jogar com ele e acabar se isolando.

Em alguns casos, a falta de habilidades sociais vem de algum distúrbio subjacente que pode padecer a criança e que o impediu de desenvolver adequadamente estas capacidades sociais. Entre os mais comuns está o Transtorno de Aprendizagem (TA), o Transtorno do Déficit de Atenção (TDAH) ou síndrome de Asperger.

Consequências de não tratar as habilidades sociais em crianças

Se não aborda os problemas de habilidades sociais durante a infância, se podem desencadear uma série de conseqüências que impedem de levar uma vida normal para essas pessoas, mesmo durante a idade adulta. Abaixo eu mostro algumas delas:

Dificuldade para expressar sentimentos e opiniões: as pessoas que não tenham umas boas capacidades sociais terão dificuldades para poder expressar o que sentem e o que pensam, por isso, lhes custa a se comunicar corretamente com as pessoas de seu ambiente, podendo vir a sofrer frustração ou até mesmo depressão.

Problemas escolares e/ou profissionais: devido à inadaptación social que possuem essas crianças, é habitual que também tenham problemas com os estudos, podendo provocar o fracasso escolar ou profissional já na idade adulta).

Impedimentos para se relacionar com os outros: as crianças podem ter problemas para fazer amigos e se relacionar com outras pessoas, por isso lhes pode ser difícil estabelecer vínculos e relações emocionais com pessoas de seu ambiente.

Distúrbio psicológico grave: há crianças que podem desenvolver ainda algum distúrbio psicológico grave na idade adulta que lhes causar problemas no âmbito profissional, social ou de relações de casal.

Como educar as crianças tímidos

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Como saber se tem quebrado a bolsa de líquido amniótico antes do parto

Como diferenciar o líquido amniótico do fujo vaginal durante a gravidez

Cristina GonzálezPeriodista06 de julho de 2018

Quando estamos grávidas nos surgem inúmeras situações que não controlamos ou que desconhecemos e que nos podem criar uma certa insegurança ou incerteza. Por exemplo, uma das dúvidas mais comuns entre as grávidas é como saber se há ruptura da bolsa amniótica.

Explicamos-Te como saber se quebrou a bolsa de líquido amniótico antes do parto ou tenha havido algum vazamento e como diferenciá-lo do fluxo vaginal.

Explicamos-Te como saber se tem quebrado a bolsa de líquido amniótico antes do tempo

Ao longo dos 9 meses de gestação, o nosso corpo sofre muitas mudanças e experimentamos novas sensações que antes nunca tínhamos sentido. Outras, pelo contrário, podem nos fazer duvidar entre um ou outro significado.

Às vezes podemos notar que a nossa roupa interior está úmida e surge a dúvida: Como saber se tenho quebrado a bolsa ou simplesmente trata-se de corrimento vaginal?

A ruptura da bolsa, também conhecido como amniorrexis ocorre quando há uma perda do líquido amniótico que envolve o bebê e é expulso pela vagina. Algumas vezes pode ser de forma muito abundante e evidente, é como uma sensação de estar fazendo xixi sem que possamos controlar nosso esfíncter pode ocorrer em qualquer situação, e outras, no entanto pode ocorrer em pouca quantidade nos fazendo duvidar sobre se se trata de fluxo ou ruptura da bolsa.

Também pode tratar-se simplesmente de pequenas perdas de urina originadas pelo peso do bebê e do útero sobre a nossa bexiga.

Outra opção é que essas perdas se tratam simplesmente de fluxo que aumenta durante a gravidez, as mudanças hormonais que sofre a futura mãe durante os nove meses de gestação e como medida de prevenção de possíveis infecções. Este fluxo pode tornar-se esbranquiçada, com um pouco de cheiro, e é um sinal normal e habitual.

De acordo com a proximidade da data do parto , este fluxo pode se tornar ainda mais rico e denso, e pode ser sinal de estar expulsando o conhecido como tampão mucoso que protege o útero e que pode ir cessão pouco a pouco, embora nem sempre ocorre, segundo começa o trabalho do parto.

Se esse fluxo ou secreção vaginal, que se tornou muito branca poderia tratar-se de candidíase vaginal que é muito comum nas grávidas. Trata-Se de uma infecção por fungos na vagina durante a gravidez é muito comum, especialmente durante o segundo trimestre da gravidez. Gera um aumento do fluxo, de tom esbranquiçado, gera um certo cheiro, e causa coceira e ardor na vagina.

Se temos qualquer incerteza, diante de qualquer dúvida, o mais aconselhável é recorrer de imediato ao nosso médico para que possa avaliar a origem dessa perda ou o fluxo e evitar desta forma riscos desnecessários.

Como é o sexto mês de gravidez

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Como saber se está grávida sem um teste de farmácia

Testes caseiros de gravidez com coisas de casa

Alba Caraballo FolgadoEditora jefe09 de março de 2018

Você acha que pode estar grávida? Você não pode costearte um teste de gravidez de farmácia ou não quiser comprá-lo? Nossas tatarabuelas e as tatarabuelas delas, já utilizavam métodos para saber se estavam grávidas.

Há alguns testes caseiros de gravidez muito antigas que, embora não sejam 100% confiáveis, sim são curiosas de fazer. Foram? Assim você pode saber se está grávida sem um teste de farmácia.

Teste de farmácia para detectar uma gravidez

O teste de farmácia é muito rápido e fácil de fazer. É necessário apenas dar algumas gotas de urina sobre um aplicador e em alguns minutos, sobre uma janelinha vai a resposta. Baseia-Se em que a urina da mulher grávida, que contém uma hormona que só está presente nessa fase da vida, é o hormônio Gonadotrofina Coriônica, hCG. Se há presença dela na urina da mulher, não há dúvida, há gravidez.

Uma positiva, nunca pode ser falto, embora um negativo de um teste de gravidez, sim pode ser positivo mais tarde. Isto é devido a que, se o teste de farmácia é realizado de forma muito precoce, a concentração da hormona da gravidez pode ser muito baixa.

Saber se está grávida com materiais caseiros

As antigas Egípcias, Gregas, Romanas e até mesmo as Chinesas, que, evidentemente, não tinham teste de farmácia, já se realizavam testes caseiros de gravidez para sair de dúvidas diante de uma falta de menstruação.

As provas iam desde urinar em sementes de trigo e cevada, a inserção de uma cebola na xoxota. Algumas provas foram tão peregrinas, que hoje em dia não podemos fazer outra coisa que desencajar a mandíbula ao ouvi-las. No entanto, outros testes caseiros de gravidez sim têm passado de geração em geração até chegar aos nossos dias, ante a convicção de que não funcionam.

Na cozinha guardas alguns materiais que, segundo algumas vozes, reagem a urina de uma mulher grávida:

Óleo: este teste caseiro de gravidez é o mais confiável, segundo dizem. Para realizá-la é necessário apenas coletar a primeira urina da manhã, deixando que as primeiras gotas caiam fora. Você poderá colocá-lo em um copo de vidro e adicionar duas gotas de óleo separadas uma da outra. Dizem que quando se juntam, há gravidez.

Vinagre: se realiza da mesma maneira que a do óleo, mas lançando uma colher de sopa de vinagre e deixar repousar a mistura de 20 minutos. Se a urina mudou de cor ou saíram-lhe bolhas, pode haver gravidez.

Água sanitária: de novo, trata-se de misturar os dois líquidos e, se a urina reage e lhe saem bolhas há gravidez.

Estes testes baseiam-se em que a hormona hCG reage a este tipo de elementos. Mas, olho, há muitas mais, se você vai ao banheiro e tomadas pasta de dentes branca e adicionar algumas gotas de urina, de novo há quem acredita que é possível saber de uma gravidez, se esta mistura faz espuma.

Também pode ser feita com sabão “lagarto” o de lavagem de toda a vida. Devemos jogá-lo em um copo onde tenhamos recolhido a urina, se ao cabo de um tempo, de novo vemos bolhas, há gravidez.

A confiabilidade dos testes de gravidez caseiros

Depois de ler quais são os testes de gravidez caseiros mais populares, a pergunta está clara… será que são confiáveis? A realidade é que nenhum médico vai-lhe dizer que sim. Alguns laboratórios têm feito testes em qualquer um deles e nem sequer atingiu mais de 70% de confiabilidade.

A questão é que, embora algumas mulheres tenham funcionado e a mistura tenha produzido, bolhas ou tenha mudado de cor, não existe evidência científica de que reaja contra a hormona da gravidez. E é que, esses elementos como o azeite, o vinagre, água sanitária ou pasta de dentes podem reagir também com outros líquidos.

Em qualquer caso, se você quiser executá-los, são testes caseiros de gravidez seguros e inofensivos, a decisão é sua.

O que você deve evitar durante a gravidez

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Explicamos-Te como afetam os antibióticos a bebés e grávidas e cuidado que você deve ter na hora de consumi-los.

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Como saber se é menstruação ou sangramento pela implantação da gravidez

Como menstruação ou sangramento pela implantação? Aprenda a diferenciá-los

Cristina GonzálezPeriodista28 de novembro de 2017

Quando pensamos em uma gravidez qualquer tipo de sangramento pode alarmarnos e fazer-nos pensar que algo não vai bem. Mas às vezes esse sangramento não tem por que ser negativa, como é o caso de ocorrer um sangramento de implantação.

Até mesmo, por vezes, pode ser confundida com a regra, em Guiainfantil.com explicamos-te como diferenciar a menstruação é um sangramento de implantação durante a gravidez.

Como e por que ocorre o sangramento por implantação

O sangramento pela implantação é um leve sangramento que ocorre alguns dias antes de ter a menstruação e que pode ser confundida com esta, mas na verdade é um dos primeiros sintomas de gravidez.

Quando um espermatozóide consegue alcançar e fecundar um óvulo, ele começa uma jornada para o útero, onde se adere a parede do endométrio, que são os tecidos que revestem o útero ou matriz.

Neste processo podem quebrar alguns vasos capilares, dando lugar ao conhecido como sangramento de implantação.

Uma vez aninhado no útero, forma-se o embrião, que terá os nutrientes e oxigênio necessários para poder desenvolver-se. Estes nutrientes os receberá através do sangue da mãe e, para isso, é necessário que siga as paredes do endométrio.

Sintomas de sangramento pela implantação da gravidez

O sangramento pela implantação é um leve sangramento vaginal que ocorre poucos dias depois de ter ocorrido a implantação. Tendo em conta o período de ovulação, estima-se que o sangramento pela implantação teria lugar logo antes de que venha a regra e por isso é fácil confundi-lo com a menstruação e não identificá-lo como um sintoma de gravidez.

Este sangramento não ocorre em todas as gravidezes. Os especialistas calculam que ocorre em cerca de uma em cada três mulheres grávidas. No caso de ocorrer pode durar de algumas horas a vários dias com pequenos manchados intermitentes. O Nanoa Pro-Hair, pode ser utilizado durante a gravidez inteira.

Diferenças entre a menstruação e o sangramento pela implantação

O sangramento pela implantação é muito leve, intermitente e de um cor-de-rosa, marrom ou vermelho , mas muito menos intenso que o sangramento da menstruação. Podemos apreciá-lo ao purificar-se depois de ir à casa de banho ou roupa interior.

Não necessita de tratamento médico ou de medidas específicas a ter em conta.

Junto ao sangramento pela implantação também é comum apresentar estes outros sintomas precoces de gravidez, tais como: alterações de humor, cólicas menstruais, dores de cabeça ou náuseas.

Que significam o sangramento na gravidez

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Como saber se o bebê ouve bem

Estimular o ouvido de nosso filho

Guiainfantil.com 01 de agosto de 2016

Submeter-se ao bebê a estímulos auditivos e ver como ele reage a esses estímulos é uma maneira perfeita para saber se o ouvido e a audição do bebê funcionam corretamente. Esta estimulação pode começar ainda quando o bebê está na barriga de sua mãe. Será algo muito positivo para o desenvolvimento de sua linguagem e de comunicação.

O ouvido de meu bebê funciona bem?

A partir do quarto ou quinto mês de gravidez, o bebê já ouvir muitos sons que passam no exterior do ventre de sua mãe. A voz de sua mãe, de seu pai, músicas, ruídos da rua, etc., por isso é muito importante, durante esta fase, para não expor o bebê a sons fortes e excessivos. É aconselhável colocar diferentes tipos de música e falar sempre para que quando nazca ele possa reconhecer e relacionar a voz que ouvia com o rosto de seus pais.

Uma vez que nasce o bebê, é muito importante que sigamos, estimulando a sua audição e ouvidos. Recomenda-Se falar frente a frente e na mesma altura que ele, usando diferentes tons de voz, movendo-se bem a boca e fazendo caretas. Jogos de imitação como remover e mover a língua de um lado ao outro da boca ou atirar beijos com ruídos, favorece o ouvido e a língua do bebê, além de que cria um vínculo de comunicação entre seus pais e ela. O bebê identificar os movimentos de seu rosto e a boca com os sons que se produzem. A voz de seus pais é um dos sons mais estimulantes para o bebê.

Todos os sons que passam ao redor do bebê, são estímulos para o seu ouvido. A minha filha, por exemplo, adorava os sons das folhas das árvores, dos cantos dos pássaros… Seus olhinhos começaram a mover-se sem parar. Por outro lado, os ruídos que fazíamos com os cacharros da cozinha ou da ambulância, ou até mesmo os de trovões, não gostava de nada. Ficava nervosa e desconfortável. Qual é o som preferido de seus filhos?

Mirna Santos. Redatora de GuiaInfantil.com

Bebê surdo ouve pela primeira vez

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Lavar a roupa do bebê é uma tarefa aparentemente simples que, no entanto, requer certas precauções. A pele do bebê é muito mais delicada e sensível

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Como responder as frases de que os adolescentes

Dicas para compreender a nossos filhos na fase da adolescência

Nano Lopez Romero Coach educativo23 de setembro de 2015

Todos nos lembramos de ter ouvido frases para os idosos (as avós, as mães, as vizinhas…) que por umas coisas ou outras nos ficaram gravadas (Quem já não ouviu falar aquilo de ‘tu que pensa, o que sou, o Banco da Espanha?’ quando pedia dinheiro?).

Muitas vezes não nos damos conta da importância que tem o que ouvimos ao redor. Os costumes são como pastas com informações que são registradas em nosso cérebro e temos lá para sempre, de forma que o nosso computador central das usado quando são necessárias.

Frases de adolescentes e frases de pais de adolescentes

Isso mesmo acontece com aquelas frases que ouvimos de nossos pais; quando passamos nós a esse momento de nossa vida, damos-lhe a interpretação que você merece. Muitas delas fazem parte da sabedoria popular, essa parte da educação que vamos adquirindo de forma subliminar, e que, em seguida, para nós, é tão válida.

Muitos de nós criamos a ouvir frases como “enquanto viver nesta casa, farás o que eu te diga’ e dizendo outras como ‘meus pais não me ouvem’ ou ‘você está sempre contra o que eu digo’. Há frases que dizíamos quando éramos adolescentes que vamos ouvir agora como pais. Isso é uma grande vantagem, já que supõe que conhecemos um pouco porque já o vivemos, o que nos permitirá utilizar correctamente as nossas armas e simpatizar com essa fase tão difícil que é a adolescência.

O que sentem os adolescentes

É importante se conectar com a forma como nos sentimos quando dizíamos essas frases na nossa etapa de adolescentes. Fechemos os olhos por um segundo, repetimos uma dessas frases e tente sentir o que sentíamos naquele momento… o Que aconteceu? Não é verdade que voltamos a sentir aquela emoção de incompreensão que sentíamos, então?.

Nossos pais não nos ouviam, sempre queriam levar a razão, não entendiam o que era importante para nós. Muitos de nós percebemos quando somos adultos de que os nossos pais fizeram o melhor que sabiam, tomando-se o melhor que lhes ensinaram. Quando somos adolescentes, sentimos que nossos pais estão sempre em contra aquilo que dizemos, mas ao chegar à idade adulta podemos chegar a simpatizar com o que eles sentiam, com o medo que podiam sentir ao enfrentar o desconhecido, a esse mundo que lhe apresentava um adolescente querendo ser ele mesmo.

Porque esse é um dos principais objectivos dos adolescentes: ser um mesmo, se tornar essa pessoa que comete um erro e aprende com ele, que quer descobrir por ele mesmo coisas novas, diferentes forma de fazê-lo.

Dicas para melhorar a comunicação com os filhos adolescentes

Objetivo para os pais: ouvir, não discutir, compreender e aconselhar aos nossos filhos adolescentes.

1. Primeiro, tomemos consciência de que ouvir é ouvir mais interpretar. O que temos que aprender é a escutar, de forma empática, que nos ajude a conectar-se com a emoção, estando atentos ao que diz e sente o nosso filho. Temos que ser pacientes e parafrasear o que nos diz para confirmar o que temos entendido. Não esqueçamos que, para nós, uma das coisas mais complicadas é desligar a nossa rádio interna; é o trabalho mais difícil do que devemos fazer.

2. Além disso, nunca devemos emitir juízos; há que ser conscientes de que emitimos juízos constantemente, pelo que há que tomar consciência disso.

3. Não devemos discutir, há que deixar de interromper assumindo que sabemos o que o outro vai dizer, porque, assim, nos colocaria à sua altura, estaríamos colocando o nosso poder sobre ele.

4. É importante confirmar que o que temos entendido tem que ver com o que eles sentem e, por último, sempre perguntar se querem o nosso conselho e ajuda a partir de nossa experiência.

Inside Out (Do Avesso). Filme sobre emoções para crianças

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Aqui estão 5 diretrizes de como usar a televisão para que nosso filho aprenda com ela, uma vez que se entretém

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Como recuperar a figura depois de uma gravidez

Como recuperar a figura depois de uma gravidez

Vilma MedinaDirectora de Guiainfantil.com30 de outubro de 2015

Dietas, exercícios, ginástica, labirinto, Pilates, cirurgia estética, e sabe Deus que mais. Depois do parto, muitas mulheres experimentam de tudo para recuperar a figura que tinha antes da gravidez. Querem perder os quilos adquiridos durante os nove meses, querem ir ao resgate de antigas curvas, fortalecer a musculatura do intestino, enfim, querem ser como ou melhor que antes, e o mais rápido possível.

Não tenho dúvida de que estão felizes em dar à luz, mas ao olhar-se no espelho, vê que sua figura já não é a mesma e não se sentem bem consigo mesmas. Ao ler a imprensa esta manhã, um artigo que me deixou atordoada. Aos 37 anos, uma mulher britânica está grávida de seu primeiro filho. E como se isso não bastasse, ela parece uma figura admirável, como se não houvesse dado à luz nunca.

Recuperar a figura depois do parto

É possível estar grávida treze vezes e manter um corpo fechado, firme e saudável? Pois Joanne Watson é uma prova de que isso é possível. Agora, no terceiro mês de sua gravidez, sete meses depois de ter dado à luz seu décimo terceiro filho, ela garante que tem a sorte de se recuperar muito rápido de seus partos.

Não sente os sintomas próprios da gravidez, e que até se permite comer algo de chocolate quando está grávida.Joanne diz que não ganhe muito peso porque não sente muita fome. E não me estranha. Imagina ter que cuidar de treze filhos, ajudá-los a preparar o pequeno-almoço, almoço, lanche, jantar, levá-los à escola, ao médico, ao parque, fazer compras de supermercado, roupas, colocar máquinas de lavar roupa, ferro de engomar, vítor… ocorre-me tantas coisas, e tudo multiplicado por 13!

Claro, se eu tivesse muitos filhos, certamente não teria tempo nem de comer. Só de pensar em como será o dia-a-dia desta família, me corta a fome e me esgota. No entanto, por outro lado, me transmite algo de ternura e de alegria, mas não acho que seja esta a melhor nem a única fórmula mágica para que as mulheres a recuperarem a figura depois do parto.

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Como reconhecer as contrações do parto

Freqüência e sensações com as contrações do parto

Guiainfantil.com 30 de outubro de 2015

As contrações vão preparando o útero para que o bebê possa sair. A descrição de uma contração varia de uma mulher para outra e a sensação pode ser desde um também, até uma dor intensa, passando por um leve desconforto. Nem todas as contrações são um indicativo de que você está pronta para o parto, porque ao longo da gravidez, certamente, já deve ter percebido esse tipo de desconforto. Preparamos você para reconhecer as contrações do parto.

Reconhecer as contrações do parto

– A contração de parto surge na parte superior do útero e através desse movimento se vai empurrando o bebê para que saia. O músculo uterino se tensa e relaxa, e a pressão ou dor pode estender-se até as costas.

– As contrações de parto são diferentes quanto à freqüência e intensidade dessas outras contrações conhecidas como de Braxton Hicks , que se iniciam, geralmente, ao final do segundo trimestre da gravidez e que servem para preparar o útero para o momento do parto.

– Quando as contrações são de parto, o abdômen sofre uma grande rigidez, bem como a sua barriga, que você pode observar como se tensa e distensa. Neste caso, não se trata do movimento do bebê, mas as contrações de parto que podem dificultar consideravelmente seus movimentos.

– As contrações do parto seguem um padrão de freqüência, sendo cada vez mais frequentes, conforme se aproxima o momento do parto. Os intervalos são comuns e costumam começar com uma frequência de 20 minutos, diminuindo gradativamente até chegar a ter contrações a cada 5 minutos.

– Ao mesmo tempo que se reduz o intervalo entre as contrações aumenta a dor, que pode se estender desde a parte superior do abdômen até o útero, incluindo a zona lombar.

– A dilatação do colo do útero é a principal característica destas contrações de parto, além da sua intensidade. Mas, para verificar a dilatação, que deve ser de cerca de dez centímetros, deve ser examinada por um médico.

– Para ajudar a reconhecer essas contrações de parto pode ir anotando a frequência das mesmas. Com isso você vai ajudar o médico a se preparar melhor para o parto.

– Se sente contrações e quiser ir ao hospital, não acontece nada porque, finalmente, seja um alarme falso e ainda não tenha chegado o momento do parto. O principal é que você se sinta segura.

Laura Velez. Redatora de GuiaInfantil

Parto natural, tranquilo e sem medo

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Como reagir quando teu filho te desafia

9 estratégias que você pode usar o comportamento rebelde de seu filho

Gabriela Matienzo Psicóloga infantil31 de agosto de 2018

Todos nós, que somos pais temos enfrentado alguma vez uma situação de desafio da parte de nossos filhos; até mesmo as crianças mais doces e obedientes, chegam em algum momento a revoltar-se, negar-se a fazer algo, respondendo mal ou simplesmente ignorando uma ordem.

Não devemos esquecer que dizer NÃO também é parte importante da vida e o processo evolutivo das crianças, (principalmente dos 2 aos 6 anos de idade e, mais tarde, na adolescência) e uma maneira de testar até onde podem chegar. É claro que depende do temperamento de cada criança, a freqüência, a intensidade e as reações subsequentes a cada situação. Mas é importante saber reagir a essa situação. Explicamos-Te como reagir quando teu filho te desafia.

9 estratégias que deve utilizar quando teu filho te desafia

Os eventos que fazem com que as crianças ou adolescentes desafiam a seus pais podem ser muito variados e vão desde a recusa em ações tão simples como tomar banho, vestir-se, pegar o seu quarto, cumprimentar alguém, fazer seus deveres escolares ou de casa, sair de casa ou de um local onde eles estejam passando bem, ao questionar suas decisões e mostrar-se abertamente hostis.

Aqui o verdadeiramente importante não é o desafio, mas a reação dos pais, já que isso dependerá em grande medida, as futuras condutas que seus filhos apresentem, perante situações semelhantes.

A seguir, algumas estratégias para responder da melhor forma perante estas situações:

1. Antecipar-se: Existem algumas situações que, de antemão, sabemos que podem gerar uma reação negativa em nossos filhos; antecipar-se a elas pode evitar o desafio ou, pelo menos, a intensidade da reação. Por exemplo, se está se divertindo em uma festa, podemos dizer-lhe que em um tempo mais terá que se despedir para que se vá fazendo-a idéia; se a tarefa gera conflito, podemos fazer um horário com ele, e uma vez que você sair do colégio, rever a ordem em que fará suas atividades da tarde, lembrando-lhe que o divertido do que virá depois.

2. Não levar tudo pessoal: Muitos pais sentem que a negativa de seus filhos diante de uma ordem é um sinal de desafio, que busca diretamente tirá-los de suas casas. Na grande maioria das vezes isto não é assim; a sua negativa não tem a ver com a gente, apenas com eles mesmos e seus desejos. Ter em mente isso, nos ajuda a não captamos as coisas e sobre-reagir.

3. Ser firmes e manter a calma: Se perdemos a calma e começamos a alterarnos e a levantar a voz, somente será gerada uma situação ainda mais complicada. Não devemos perder de vista que os adultos, que somos nós; nós devemos manter um tom de voz e uma atitude de calma e firme.

4. Não dar muitas explicações: Há pais que tentam desesperadamente “convencer” seus filhos no auge da crise dos fundamentos da ordem, no entanto, em muitas ocasiões, as crianças, mesmo sabendo-se mantêm em sua negativa. É bom deixar claro mais uma vez o motivo (que, muitas vezes, eles já conhecem), mas uma vez feito isso, não há que continuar a tentar convencê-los, mas levá-los à ação. Por exemplo, com os mais pequenos, se não querem pegar seus brinquedos, podemos tomá-los pela mão e junto com eles para começar a buscá-las (embora chorem e se resistirem), ou levá-los a escovar os dentes ou ao trocar de roupa, em vez de esperar convencê-los de fazê-lo sozinhos.

5. Tentar entrar em seu lugar: Tentar entender o que lhes incomoda, pode nos ajudar a manter o controle e saber como lidar com eles.

6. Mudar a jogada: Normalmente existem situações e desafios que nós respondemos sempre a mesma; parece ser, como um pôr em cena que se repete dia após dia. Eles sabem que vai acabar e mesmo assim não param. Trata de fazer algo que não se esperem, como distraí-los de uma só vez com outra coisa e, já que estão mais calmos voltar ao tema.

7. Não querer ter sempre a última palavra: nem sempre negociar com os nossos filhos, significa perder o controle. Você pode fazê-los crer que ganharam, mas, ao final, farão o que você espera. Por exemplo, se você pedir mais 10 minutos para ir a um jantar ou desligar a televisão, pode ceder e evitar uma situação de gritos e sombrerazos que, ao final, levará muito mais do que os 10 minutos que você pediu.

8. Consequências lógicas e consistentes: Uma vez que a situação saiu de controle deve definir uma consequência lógica da falta e ser consistente no que se cumpra. Não se esqueça de que a intensidade das consequências deve ser sempre semelhante diante das mesmas dificuldades.

9. Reforçar os bons comportamentos: Sempre que o teu filho te surpreenda com uma boa atitude perante algo que não é exatamente divertido de fazer, faça-o saber que você aprecia o seu esforço e agradecendo que o faça com boa atitude.

Os desafios são parte do processo de crescer, não vão destinados a fazer-lhe perder a razão (embora pareça), mantenha-se objetivo e sob nenhuma circunstância, perca o controle da situação.

Por que os segundos filhos costumam ser mais rebeldes que os primeiros

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Como engravidar depois de tomar a pílula anticoncepcional

Quanto tempo custa engravidar depois de tomar a pílula

Guiainfantil.com 01 de julho de 2015

A pílula anticoncepcional é o método mais eficaz para evitar a gravidez entre os reversíveis. É um contraceptivo hormonal que usa progestina, um hormônio sintético que impede a ovulação e que produz um espessamento do muco cervical, no colo do útero que impede a entrada dos espermatozóides. Mas, quais as possibilidades de engravidar depois de tomar a pílula anticoncepcional?

Como conseguir a gravidez após a pílula

As mulheres que tomaram a pílula anticoncepcional têm as mesmas possibilidades que o resto de engravidar. Os contraceptivos hormonais não minam as possibilidades de conseguir a gravidez quando se deixam de consumir. Seus efeitos contraceptivos só se mantêm enquanto tomam corretamente, mas quando a mulher interrompe o tratamento ou se esquecer de tomar uma dose recupera a fertilidade.

Em geral, as mulheres que tomaram a pílula demoram o mesmo em conceber um filho do que as que usaram outros métodos de contracepçãos. A fertilidade é restaurada muito rápido. As mulheres que tomaram a pílula têm a mesma poslbilidad de engravidar do que as que não utilizaram nunca um método contraceptivo hormonal. O único contraceptivo hormonal que pode atrasar a gravidez é a injeção de progesterona, que se aplica de forma trimestral. Neste caso, a função ovariana normal pode demorar um pouco mais normalizar, cerca de um ano especificamente, mas às vezes, redefine antes.

As diretrizes que devem seguir as mulheres que são a tomar a pílula para alcançar a gravidez são as mesmas que as indicadas para o resto. É aconselhável uma consulta preconcepcional para controlar o seu estado de saúde geral, seguir uma dieta saudável e tomar suplementos de ácido fólico e iodo, pelo menos, três meses de concepção para evitar riscos na formação do bebê. O iodo impede o hipotireoidismo do futuro bebê e o ácido fólico pode ajudar a evitar certos defeitos do tubo neural, como a espinha bífida.

Marisol Novo.

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Como podem ser as contrações na gravidez

Como podem ser as contrações na gravidez

Guiainfantil.com 30 de agosto de 2016

Quando li que o útero é um órgão que pode aumentar seu volume em mais de 24 vezes, a sua capacidade de mais de 500 vezes, e seu peso de 70 gr a 1 kg, aproximadamente, fiquei muito surpresa. O útero é um músculo impressionante que permite acomodar uma nova vida, durante nove meses e que, como todos os músculos, tem uma fase de contração e outra de relaxamento.

Uma mulher está tendo uma contração, quando o útero se contrai e seu sinal mais claro é o endurecimento da barriga ou abdômen. Mas como distinguir as contrações reais de parto com as qeu acontecem durante a gravidez?

Você sabe distinguir as contrações falsas das verdadeiras?

Contrações nos primeiros meses de gravidez: É normal que durante a gravidez experienciar diferentes tipos de contrações e isso não deve ser uma preocupação para nós, simplesmente devemos reconhecer alguns tipos de contrações e saber que nem todas vão desencadear um possível parto prematuro. Até as primeiras 30 semanas e, geralmente, quando o bebê se move, podemos ter contrações muito localizadas e de pouca intensidade, que nos servirão para fechar o colo do útero e evitar, precisamente, abortos espontâneos.

Contrações a partir da metade da gravidez: Aproximadamente a partir dos cinco meses de gestação, aparecem o que conhecemos como as contrações de Braxton Hicks, que aumentam de forma progressiva, de acordo com a gravidez, e que nas últimas semanas se tornam mais frequentes, abarcando todo o útero e começa na parte superior, se estendem para baixo e, às vezes, podem causar desconforto. Diferenciam-Se das verdadeiras contrações de parto na propagação, a irregularidade (costumam ser isoladas) e porque costumam ser indoloras. Essas contrações facilitam um bom fluxo sanguíneo para a placenta, o endométrio e o bebê e, durante as últimas semanas da gravidez, podem modificar o colo do útero para reblandecerlo e acortarlo, em suma, preparar o nosso corpo gradualmente até ao momento do parto.

Contrações de parto: Para distinguir as verdadeiras contrações de parto, são considerados aspectos como a freqüência, o intervalo ou de regularidade, a intensidade e a duração. Normalmente, as contrações do trabalho de parto, vão sendo cada vez mais frequentes, entre 3 e 5 contrações em 10 minutos, o intervalo decorrido entre as contrações costuma ser de igual duração, cada vez mais regulares; a intensidade da contração ou dureza do útero costuma aumentar; e a duração das contrações vão variando de 30 segundos até cerca de 75 segundos, chegando a quase encadenarse umas com as outras e dificultando a recuperação entre elas, daí a importância da respiração.

As contrações irão remetendo quando o colo do útero alcance uma expansão de cerca de 10 cm, que é quando vai começar a expulsão do bebê. De acordo com quase todas as parturientes, estas contrações e o expulsivo são muito dolorosos, mas muitas vezes dizem que a dor está em relação com aspectos psicológicos da mulher. Para os que já o experimentaram, acho que o parto, desde então, não é um jardim de rosas, apesar de ele recolher o nosso mais belo fruto.

Pai Gabaldon. Redatora de GuiaInfantil.com

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Como pode a televisão nos ajudar com a educação de crianças

A televisão pode ser uma herrmienta educativa, se sabemos como usá-la.

Sergio Lopez11 de agosto de 2018

A tv tornou-se um parceiro habitual do tempo livre de que dispõem os nossos filhos. Segundo um estudo do Instituto de Criatividade e Inovações Educativas da Universidade de Valência, 30 por cento das crianças, a primeira coisa que fazem ao chegar em casa, depois de tantas horas escolares e extraescolares, é ligar a televisão. Mas, é sempre ruim que a criança para passar o tempo na frente da televisão?

A resposta é não, desde que saibamos como devem usá-la, por quanto tempo e qual a programação é a mais apropriada para os seus interesses e o seu desenvolvimento cognitivo.

Aqui estão 5 diretrizes de como usar a televisão para que nosso filho aprenda com ela, ao mesmo tempo em que se diverte:

  1. Pesquisar programas educativos, como os da Sky. Atualmente, existem na grade televisiva multidão de desenhos animados que servem como reforço para a matemática, a língua ou as línguas que estão aprendendo na escola.
  2. Escolher o conteúdo que vamos ver de antemão. Se evitamos que a criança faça zapping, evitar que possa chegar a conteúdo inapropriado.
  3. Convém acordar previamente um horário de televisão. Fazer com que a criança estabeleça um horário para ver os seus programas favoritos, fará com que desenvolva suas competências organizacionais.
  4. Se duas ou mais crianças se vão sentar a ver TELEVISÃO juntos, os programas devem ser escolhidos por consenso de todos, ou por turnos, mas sempre respeitando a opinião de todos.
  5. 5. É conveniente explicar à criança a diferença entre a realidade e a ficção, vincular os atos das consequências, e combater tudo aquilo que atente contra valores elementares.

Que desenhos ou programas são bons para as crianças

Como já comentado, hoje em dia você pode encontrar um monte de séries, desenhos ou programas adaptados às necessidades de bebês e crianças de todas as idades. Não é recomendável colocar um bebê conteúdo de crianças mais velhas, ou o contrário, já que o objetivo é que aprendam e se entertain.

A plataforma de televisão on-line Sky inclui em seu serviço vários canais com programação expressamente criada para os mais pequenos, assim como muitas de suas séries favoritas estão disponíveis mediante pedido. Além disso, oferece um ambiente seguro para que as crianças possam navegar entre os canais e conteúdos favoritos em uma seção separada do resto.

Entre os canais mais indicados para as crianças são:

Baby tv:

É um canal criado para bebês de até 3 anos. Seu objetivo é promover a interação entre o bebê e os pais, promovendo o desenvolvimento, a atividade e a diversão através de um conteúdo desenvolvido por produtores, especialistas e psicólogos infantis.

Todo o conteúdo está organizado em vários tópicos, que abrangem toda a habilidade da aprendizagem precoce: natureza, música, fantasia, amizade, hora de dormir…

A destacar neste canal, estão as séries de Billy Bam Bam, que as crianças vão aprender a se divertir com objetos da vida cotidiana, ou Gee-Raffa, uma adorável girafa que está sempre querendo ajudar. Com ela, as crianças podem aprender a resolver problemas quando estiverem tristes e até mesmo a dança.

– Disney:

A mítica companhia de entretenimento, como não podia ser de outra forma, também contribui para a televisão educativa.

Com o Mickey e os Superpilotos seus filhos aprendem valores como o cuidado dos animais de estimação, a amizade e o companheirismo. Além de descobrir novos lugares de todo o planeta, onde Mickey e os seus amigos fazem de suas divertidas corridas.

– Nick Jr

Quem não conhece já a famosa exploradora Dora e tudo o que ensina nossos filhos? Com a Dora e seus inseparáveis amigos, os pequenos aprendem idiomas, números, cores, vocabulário… Uma aposta segura para aqueles que buscam entreter e educar as crianças ao mesmo tempo.

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Como você pode ajudar a osteopatia com a dor residual da epidural

A osteopatia pode ajudar no pós-parto

Lídia Enjeitado Pereira, Fisioterapeuta e Osteópata04 de julho de 2018

A epidural é a introdução de um anestésico abaixo da segunda lombar, através de uma agulha e um cateter no espaço entre duas vértebras, para aceder ao espaço epidural que se encontra entre a medula espinhal e da coluna.

Algumas mulheres sofrem de uma dor local no ponto de injeção peridural na coluna, durante meses ou até mesmo anos depois do parto. A introdução da agulha pode criar um espasmo reflexo no músculo ligamentar.

Como pode ajudar a osteopatia com a dor residual da peridural? Veja aqui quais são as razões da dor da peridural após o parto.

A osteopatia pode ajudar com a dor residual da epidural

Outras, ao contrário, referem uma área de dor ampla em torno desse ponto, que aumenta devido aos movimentos de flexão-extensão, os limita e pode até causar dor lombar local ou sintomas à distância, como whiplash, dores de cabeça devidas à hiperpresión que pode provocar a introdução do anestésico em um espaço que não foi projetado para isso, ou se a agulha perfura a dura-máter, uma camada que recobre o sistema nervoso, o que é muito raro.

Às vezes ocorrem náuseas ou tonturas devido à diminuição da pressão sangüínea, fadiga e rigidez no resto da coluna, devido à retração das meninges e da redução de deslizamento, ciática, devido ao aumento de tensão dural, o que aumenta a tensão das raízes nervosas, dor coccígeo…

Os osteópatas verificaremos a mobilidade de diferentes estruturas que podem estar envolvidas neste processo: pelve, coluna dorso-lombar, crânio, diafragma, psoas, fáscias superficiais e profundas. Tentaremos dar a informação correta para os diferentes tecidos, para obter o seu relaxamento.

Tratamos o ponto de inserção da agulha de peridural nas costas como uma cicatriz, uma vez que tanto a pele como os tecidos superficiais e profundos reagem diante da punção e/ou anestésico. Às vezes encontramos adesões ou fibrose que alteram o deslizamento das membranas dentro da coluna, e do sistema nervoso dentro das meninges.

Todos estes problemas podem ser aliviados com umas sessões de osteopatia , onde são analisados os diferentes tecidos e procede-se a relaxar da área, além de revisar o sistema visceral, principalmente o fígado e os rins para ajudar a remover melhor a anestesia.

3 coisas que você deve saber antes do parto. Dicas para grávidas

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Como prevenir lesões desportivas em crianças

Perigos de sofrer lesões desportivas para crianças

Alba Caraballo FolgadoEditora jefe06 de abril de 2018

Um estudo publicado na revista British Journal of Sports Medicine, afirma que o 56,6% das lesões do ligamento cruzado anterior do joelho em crianças entre os 5 e os 14 anos se originam durante a prática de um esporte. É mais, a maior parte das lesões ocorreu praticando esportes com bola. Isso nos leva a analisar como podemos prevenir as lesões desportivas em crianças.

Riscos de lesões desportivas em crianças a longo prazo

Nos últimos anos, as intervenções quirúrjicas por lesão de ligamento cruzado do joelho em crianças tem aumentado nos últimos anos. O presidente da Associação Portuguesa de Fisioterapeutas, Fernando Ramos, afirma que os esportes de contato, destacam-se por sua freqüência e gravidade das lesões traumáticas como os entorses, rupturas musculares ou fraturas”. Mas quais são os perigos para as crianças em um período de crescimento?

– Os fisioterapeutas alertam sobre os perigos deste tipo de lesões em crianças menores de 8 anos, já que ainda não desenvolveram as habilidades motoras básicas.

– As crianças que estão na puberdade podem sofrer alterações no crescimento ósseo, que podem resultar em patologias musculotendinosas.

Dores, inflamações e impotência funcional.

– Podem gerar incapacidade para a prática de exercício físico, o que pode resultar em maiores probabilidades de sofrer de obesidade infantil.

– Nos casos mais graves, podem ocorrer instabilidades articulares, alterações no crescimento dos ossos por acometimento da cartilagem de conjugação ou atrasos nos processos de cicatrização.

O que fazer para prevenir as lesões desportivas em crianças

– Os fisioterapeutas que insistem na importância da educação para poder indentificar uma lesão na fase inicial.

– A recuperação através de um exercício terapêutico dirigido é a chave.

Evitar que as crianças se especializam em algum esporte em idades muito precoces para evitar certos movimentos repetitivos e a descompensação do trabalho muscular que isso significa.

– É preferível que as crianças pratiquem diferentes disciplinas desportivas de forma simultânea, para que possam adquirir habilidades motoras e de coordenação.

– Utilizar as medidas de proteção adequadas em cada esporte.

– As crianças têm de realizar um treinamento dirigido por um profissional.

– É importante que a criança faça uma boa hidratação e mantenha uma dieta rica em ácidos gordos ómega 3, já que diminuem os processos inflamatórios que acompanham um alesión.

Fonte: Associação Portuguesa de Fisioterapeutas e Copa COVAP

Valores que transmite o esporte para crianças

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Lavar a roupa do bebê é uma tarefa aparentemente simples que, no entanto, requer certas precauções. A pele do bebê é muito mais delicada e sensível

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Como prevenir as varizes e cãibras na gravidez

Conheça como você pode evitar problemas de circulação durante a gravidez

Rita Salvador e Susana da Flor Matronas09 de outubro de 2015

A reta final da gestação traz consigo uma série de preocupações relacionadas com o peso que a grávida tem que suportar. Os principais problemas têm a ver com a circulação. O último trimestre é o momento em que se dão mais cãibras nas pernas e aparecem pela primeira vez as terríveis varizes. A parteira Rita Salvador, de Cummater, nos dá alguns conselhos para evitar as varizes e acalmar as cólicas típicos desta fase final da gravidez.

Como prevenir o aparecimento de varizes na gravidez

As varizes aparecem por culpa, mais uma vez, a mudança hormonal que ocorre durante a gravidez. As varizes não são outra coisa que as veias, que se inflamam e podem ser vistos a olho nu. Por norma geral, aparecem nas pernas, mas também podem ocorrer em outras partes do corpo. Mas, será que podemos fazer algo para impedi-las ou acalmar suas queixas? A parteira Rita Salvador nos recomenda dar-nos chuveiros de água fria do quadril para os tornozelos:

‘As varizes podem aparecer ao longo de toda a gravidez, mas é verdade que, no final do terceiro trimestre podem parecer mais irritantes. Os meios que podemos usar para aliviarlas, sobretudo, pode ser aconselhável o uso de meias de compressão. Outros métodos que podemos usar, menos eficazes, mas também úteis, pode ser a utilização de chuveiros de água fria. Quando terminar a ducha, acabamos mojándonos das pernas, do quadril, tornozelos’.

E, claro, o exercício que a grávida faça durante toda a gravidez, também pode prevenir o aparecimento de varizes e acalmar as suas queixas se você já apareceram:

‘A realização de exercícios também podem aliviar o desconforto das varizes, e acima de tudo tentar descansar com as pernas elevadas. Isso também vai nos aliviar, se a mulher sofre de edemas ou má circulação nas pernas’

As varizes, entretanto, são muito difíceis de remover, se não é com uma intervenção médica. Atualmente, existem tratamentos para as varizes rápidos, fáceis e que não precisam de uma longa recuperação.

O aparecimento de cãibras durante a gravidez

Outra das moléstias típicas do último trimestre de gravidez são as cãibras, especialmente localizados na zona de gêmeos.

‘As dores estão relacionados também com as alterações hormonais. Normalmente costumam aparecer na zona das pernas e dos gêmeos, então você tem que tentar esticar a área para que se alivie toda a tensão da área do gêmeo, que costuma ser a zona mais comum’.

De acordo com a parteira Rita Salvador, o melhor que podemos fazer quando aparecem os cólicas, é esticar a área afetada e se não funcionar, fazer algum tipo de massagem:

‘Quando uma mulher sofre de cãibras, o que você pode usar é, sobretudo, fazer exercícios de alongamento, que é o que mais vai aliviar. Por exemplo, o que seria a rotação de tornozelos vai vir muito bem para o alívio de cãibras e no caso de a mulher sofrer um também, deve esticar a área afetada. Se as cãibras são repetidos, podemos utilizar várias técnicas, como podem ser as massagens com cremes que são mais confortáveis. Podemos aproveitar para fazer alongamentos da musculatura com pequenas massagens e alongamentos da vez’.

Vídeo sobre como aliviar as cãibras e as varizes durante a gravidez

Como eles são os últimos dias de gravidez

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Como prevenir as hemorróidas na gravidez

Causas de hemorróidas na gravidez e prevenção

Julita Fernández Matrona31 de julho de 2015

As hemorróidas são dilatações varicosas dos faringe hemorróidais. Podem, a partir de passar praticamente despercebidos ao ser terrivelmente sintomáticas e exigir medicação e cirurgia.

Por que aparecem hemorróidas na gravidez e o parto

A gravidez e o parto, juntamente com a herança genética, alterações do trânsito intestinal e o próprio envelhecimento, são dois dos principais fatores que favorecem o seu aparecimento. É muito frequente que surjam durante a gestação ou de ter aparecido anteriormente, pior em sintomas. Isto é devido a várias causas:

– Aumento da pressão intrabdominal e compressão dos faringe.

– Maior freqüência de constipação.

– Vasodilatação devido, fundamentalmente, das hormonas.

As hemorróidas podem ser de 2 tipos: internas ou externas. As internas são aquelas que estão dentro do ânus. As externas encontram-se sob a pele que rodeia o ânus. E dentro das externas existem graus que vão desde o I-IV, sendo estas últimas as mais graves.

Durante o período expulsivo do parto, por efeito dos pujos e o aumento de pressão sobre a área, as hemorróidas podem agravar-se de forma impressionante.

Sintomas e prevenção das hemorróidas na gravidez

Entre os sintomas que podem ocorrer, encontram-se as hemorragias, dor, coceira anal e inflamação. Em alguns casos, podem formar coágulos no interior das mesmas e trombosarse, no caso de uma trombose externa cursa com uma dor muito aguda. Como preveni-las durante a gravidez?:

1. É importante manter um certo hábito intestinal, verifique com o seu parteira para elaborar uma dieta adequada às suas necessidades e os suplementos que você pode tomar durante a gravidez e a amamentação, que não prejudiquem a sua saúde e a de seu bebê.

2. Evite estar muito tempo de pé ou carregar peso. As mulheres que levam vidas sedentárias também estão mais afectadas por este problema.

3. Evita a roupa interior de tecidos sintéticos.

4. Evita o papel higiênico com perfume ou corantes.

5. Evite alimentos picantes, o álcool e o café…

6. Realiza-se banhos de assento com freqüência, evitando que a água muito fria.

7. Evita automedicarte com antihemorroidales, pergunta para a sua parteira anteriormente.

O que significam as dores abdominais durante a gravidez

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Como preparar a criança com autismo para a volta ao colégio

Por que antecipar a sua criança com autismo a volta ao colégio e como fazer

Alexandre Ega Mestre em audição e lenguajehace 2 dias

Muitos pais dirão que todos os anos acontece o mesmo, depois do verão: a volta ao colégio. E que, portanto, seus filhos saberão de sobra que envolve estas novas rotinas, como por exemplo, levantar-se cedo ou fazer determinadas tarefas. Mas o que acontece quando temos um filho com autismo em casa? No Guiainfantil.com ajudamo-lo a preparar a criança com autismo para a volta ao colégio.

A volta ao colégio de crianças com autismo

Neste artigo vamos explicar porque você deve antecipar a sua criança com autismo a volta ao colégio e como fazê-lo, dependendo do nível de compreensão espaço temporário que tenha, e em relação aos apoios necessários que você pode precisar que uses.

As pessoas com autismo precisam saber o que ocorre à sua volta e poder antecipar-se a essas alterações pode suponerles saber como agir em cada momento. Em numerosas ocasiões, a antecipação de uma situação que é nova ou de uma esperada que foi alterado na última hora (não se pode ir ao parque porque chove), é de vital importância.

A antecipação prepara a criança para uma ação futura, desta forma, reduzimos a ansiedade que as mudanças repentinas (inflexibilidad) ou atividades favoritas podem não produzir nele.

Além disso, as pessoas com autismo têm como quaisquer outras seus próprios gostos, desejos e planejamento mental de tudo aquilo que querem (embora neste caso seja alterado como previamente mencionado por inflexibilidad, obsessões e rituais), pelo que é uma questão simplesmente de fazer uso de seu direito, como pessoa de conhecer e compreender o que o rodeia, para poder operar mentalmente de forma mais autónoma seus sentimentos e emoções a respeito.

E é que setembro pode ser um mês muito complexo, pois a volta à normalidade pode chegar a ser um pouco caótica ou levar-nos a apatia do novo começo de ano letivo. Por isso, como antecipar a nossos filhos com autismo novas mudanças que vão ocorrer em setembro?

Como ajudar a criança com autismo no início do ano letivo

Em primeiro lugar, e aproveitando que ainda faltam alguns dias de férias, podem-se ir introduzindo mudanças progressivas nas rotinas mais suscetíveis a variar, por exemplo, colocando algumas atividades de trabalho em mesa , dependendo do nível acadêmico e das recomendações feitas pelos profissionais de educação que atendam a criança e a família.

Certifique-se de que seja o tempo justo para que aceite a tarefa, se concentre um pouco e ter sucesso nela. O importante não é a quantidade de tempo ou dificuldade, mas que a mente da criança seja necessariamente flexível para aceitar as alterações.

Realízalos, portanto, de forma gradual, e, pouco a pouco, vá introduzindo outras pequenas mudanças, de forma que passe a receber o câmbio como uma rotina mais, trabalhando, desta forma, a flexibilidade e a redução de manias e obsessões que puderam dar-se durante o verão devido à falta de estrutura (essa falta de estrutura, não tem porque ter sido fruto de desordem em casa, se não mais, do próprio repouso familiar que todos nós precisamos).

Por outro lado, as mudanças nos horários familiares e escolares afetam de alguma forma o cansaço de todos os membros do agregado familiar. Por isso, garante que jante um pouco mais cedo que o normal no verão e terminar com um chuveiro ou um banho relaxante. Você pode substituir o banho por um conto ou uma atividade dentro da cama para fazer um pequeno jogo de luzes no teto. Está em nossas mãos para pegar algumas estratégias que ajudam a relaxar os nossos filhos e aproveitá-las para que eles saibam que o dia acabou.

Em seguida, e nem por isso você deve fazê-lo o último, se não mais, ao contrário, realiza-se uma agenda diária com as coisas que vai fazer o seu filho. Na realidade, para as pessoas com autismo deve ser uma rotina olhar sua agenda desde que lhes ajuda a regular suas expectativas sobre o dia, entre muitas outras razões. No entanto, e se você ainda não faz isso, é aconselhável que lhe explicar ao seu filho, pelo menos, a primeira jornada do colégio que lhe espera.

Se você não tem pictogramas, usa desenhos ou fotografias. Se o seu filho já lee, basta escrevê-la e adicionar alguns desenhos explicando as condutas positivo que esperamos dele como ‘estar contente, tranquilo, se portar bem, etc’.

Finalmente, o dia de entrada no colégio dê “um importante”. Para fazer isso, pegue uma caneta ou canetinha vermelha e escreve/desenha os eventos importantes que vão acontecer nesse dia e a conduta esperada. Por exemplo, ‘importante, Maria amanhã vai para a escola, depois da escola, vem de pai para buscá-la; Maria tem que estar feliz e tranquila’.

Em suma, é necessário antecipar a nossos filhos alterações como o início escolar, já que irá ajudá-los a se auto-regulamentar e a conhecer tanto aquilo que vai acontecer, como aquilo que se espera deles.

10 coisas que você não sabia sobre o autismo em crianças

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O número de bebês e crianças que têm uma alergia tem crescido nos últimos anos.

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Como preparar o peito para amamentar o bebê

Preparar o peito para uma amamentação sem dor

Sara Cañamero de Leão Matrona19 de maio de 2016

Tanto nas consultas como nas aulas de preparação para a maternidade, é muito frequente que as mulheres nos pergunte às enfermeiras sobre a melhor maneira de preparar o peito para conseguir uma amamentação bem sucedida.

A resposta mais adequada que podemos dar as assessoras de amamentação e parteiras é que a melhor preparação é sempre a informação.

Dicas para preparar o peito para a amamentação

A evidência mostra que não há nenhuma técnica que tenha demonstrado ser eficaz para a preparação do peito durante a gravidez, a amamentação, de fato, a aplicação de cremes, massagens ou mesmo a escovação do mamilo com uma escova de dentes para conseguir um calo podem ser contraproducentes para o peito e a posterior alimentação do bebê.

É conveniente esclarecer algumas práticas comuns durante a gravidez:

1.Aplicação de cremes: o objetivo é evitar o aparecimento de fissuras. No entanto, sabemos que as rachaduras nos mamilos (feridas muito dolorosas) devem-se geralmente a um mal aderência por parte do bebê, isto é, questões mecânicas relacionadas com a sucção. É por isso que, por muitos pomadas que apliquemos não vamos prevenir, no entanto usados em excesso, podemos transpiração da pele, e até mesmo prejudicar a área (porta de entrada para diferentes germes).

2. Massagens ou beliscando os mamilos: o objetivo desta prática é “fazer bico”, aquelas mulheres que têm plano ou invertido. A estimulação do mamilo pode provocar contrações (ao liberar a ocitocina) que provoquem o parto da mulher grávida. Além disso, quando o bebê nascer, a sucção que exerce tem uma força tão grande que será capaz de tirar o mamilo plano, mesmo que muitas vezes os investidos. Sempre recomendamos que se consulte a parteira diante de um mamilo invertido, ela nos ensinará uma vez que o bebê nascer, qual é a melhor maneira de evertirlo.

3. Recorrer a grupos de amamentação: é aconselhável ver como o fazem outras mães, observar como outras mulheres dão o peito é uma forma natural de aprender algo que também é natural, como é o aleitamento materno. Cada vez são mais os grupos de apoio à amamentação e criação e cada vez são mais as mulheres grávidas que vêm antes de ter seus filhos para buscar ajuda.

4. Informações: tanto em associações não-profissionais, como nas aulas de preparação para a Maternidade, como na consulta de parteira. As mulheres devem saber os prós e contras da amamentação, o que implica para o bebê e para ela. Além de conhecer os possíveis problemas com os que se pode encontrar (ingurgitación mamária, amamentação dolorosa, rachaduras…) e a quem recorrer, e como se pode solucionar.

Exercício para manter o peito firme após a gravidez e a amamentação

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Seu bebê mês a mês

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Como colocar regras e limites para as crianças de 2 anos

Como estabelecer regras e limites para as crianças mais pequenas

Estefânia EstebanResponsable Multimedia17 de maio de 2017

Os dois anos… os terríveis dois anos! Todos nós passamos por isso, mas nós não concordamos. É essa a idade em que o bebê deixa de ser bebê, mas não quer nem sabe fazê-lo. De repente, descobre que pode dizer Não e que pode tentar se safar golpe de birra… mas nem sempre consegue, e um sentimento de frustração e raiva se apodera dele.

Nesta idade, dizem os psicólogos, é semelhante à da preadolescencia, fase em que a criança diz um adeus, sem um retorno à infância. Uma etapa de maturação, complexa e exigente. Mas não vamos perder os nervos. Aqui você encontrará excelentes dicas de como colocar regras e limites para as crianças de 2 anos

10 dicas para colocar regras e limites para crianças de 2 anos

Imagine que você tem de novo 2 anos. Tenta tornar a pele do seu filho. Acaba de descobrir o mundo. Já pode correr, fazer acrobacias… mas o mundo é grande, é mais do que amplo… é enorme! E aparece o medo. Medo de não saber em que direção ir.Medo de perder a segurança que tinha quando era bebê. Medo de fracassar. Medo de ter que fazer tudo por si só: comer, vestir-se…

Se nesta fase os pais não são capazes de mostrar-lhe os limites, esse caminho que tem de percorrer para amadurecer, a criança se sentirá perdido, completamente desorientada. Daí a importância de colocar regras e limites para as crianças de 2 anos, já que lhes oferece segurança. Mas… como fazer isso?

1. Ofereça tarefas onde se sinta ‘maior’. Por exemplo, não dê de comer… deixa que o faça por ele. E, pouco a pouco, deixa também que é vista apenas. À medida que ganha em autonomia, vai sentir-se mais seguro de si mesmo.

2. Marca as tarefas que ainda não pode fazer. Cada vez que deixar de fazer tarefas que, para ele, representam uma realização, explique-lhe que não pode fazer ainda: ferro de passar, para ir comprar… Assim terá claro que há coisas que você pode fazer e outras não. No entanto, pode-se acrescentar que muito em breve poderá fazer.

3. Nunca lhe grites ou enfrentas a ele diante de uma birra. O melhor quando a criança está em pleno sofoco por um capricho, é melhor falar com ele quando ele se acalmar. É inútil tentar frear um furacão com uma linda palavra ou com um grito. Ofereça quando se acalme seu carinho e compreensão, mas não aceder aos seus pedidos. Entende-se que na vida não se pode obter tudo por um ataque de raiva.

4. Utiliza regras claras e diretas, sem rodeios. De Frente para os pais que preferem ‘convidar’ as crianças a fazer as coisas… aos dois anos, as regras devem ser claras e firmes: ‘pega tua casa’; ‘É a hora do banho’. E não: ‘que tal se você coletar o quarto?; Gostaria de nadar agora?… Não! Usa os imperativos, mas de forma carinhosa, sem gritos nem tom ameaçador, mas, sim, firme. Isso sim, pode ir antecipando o que vai ter que fazer, para que a mudança não vai preso de improviso. Por exemplo: ‘você é um pouco de jogo e, em seguida, recolhes’.

5. Usa o Não. Faça isso por ele. Não, claro e sem explicações adicionais. Isso não se faz, isso sim.

6. Ajude-o a reconhecer as suas emoções. Para uma criança pequena não é fácil reconhecer que sente raiva, tristeza ou medo. Educa a inteligência emocional e explique-lhe por que se sente dessa forma.

7. Não use as mesmas armas que ele usa. Você é o adulto. Não o grites, nem amenaces, porque, então, não entende por que tu podes fazê-lo e ele não e não farás mais do que criar confusão.

8. Não lhe faças sentir culpado. Sim, tem uma birra… será que é tão ruim assim? Ainda está aprendendo a lidar com sua raiva e frustração. Ele não é culpado, nem ninguém. É um processo maturacional, assim que não te lembres de dizer coisas como “você é muito ruim’ ou ‘nunca aprenderá’.

9. Use palavras positivas. Em vez de falar sobre o ‘desordenada’ que tem quarto, fala de coisas bonitas que estaria ordenada’. Lembre-se, sempre no positivo.

10. A rotina lhe dá segurança. Sim, mesmo que te pareça pouco importante, impor determinados horários e rotinas, ajudam a impor limites e regras em sua vida e que você se sinta mais seguro.

O que aprendem as crianças de 2 anos, com as regras e os limites

Com dois anos de idade, uma criança começa a formar a sua autonomia, também emocional. Se os pais impõem regras e limites certos, no tempo que lhe oferecem carinho e favorecem a sua auto-estima e confiança, terão que durante esta etapa aprendam todas estas coisas:

Que nem sempre pode se safar. Isto é muito útil para um futuro. Você Aprenderá a superar a frustração. Entende-se que a vida não está sozinho e que não é permitodo tudo. Existem normas que tem que cumprir.

Que uma queda ou fracasso não significa o fim. Vai aprender a ser persistente, a esforçar-se. Você Aprenderá a tentar as coisas uma e outra vez até conseguir. E tirará a conclusão de que o sucesso ao fim e ao cabo se consegue com dedicação e esforço.

As mudanças podem tornar-se mais forte. Uma mudança não tem que ser negativo. Pode ajudá-lo a crescer e amadurecer. Crianças com 2 anos aprenderão que para essa mudança vão sair fortalecidos, já que serão mais independentes e autônomos, apesar do sacrifício que, a princípio, representa para eles.

A respeitar os outros. Os limites e regras não só se impõem para o bem próprio da criança, mas para o bem comum. Muitos estão focados no respeito pelos pais, os adultos e todas as pessoas que rodeiam a criança.

Que não são o centro do universo. Um bebê de 2 anos, acha que todos estão a seu serviço. No entanto, isso muda de forma brusca. Terão que entender que não é só o ‘Eu’.

Colocar limites e regras para as crianças

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O número de bebês e crianças que têm uma alergia tem crescido nos últimos anos.

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Como planejar o Natal com um recém-nascido

Dicas para curtir o Natal com seu bebê

Alba Caraballo FolgadoEditora jefe22 de dezembro de 2017

Se o dia-a-dia de uma família com um recém-nascido é complicada, muito mais durante as festas de natal, de onde acontecem as celebrações, reuniões e jantares.

Ao esgotamento e falta de sono nos primeiros dias com o bebê se unem dias em que se come e se trasnocha mais da conta. Mas, como sobreviver ao Natal com um bebê recém-nascido?

Veja as festas de natal com um bebê recém-nascido

Durante o pós-parto as mães não costumamos ter vontade de festa, só queremos aproveitar qualquer momento para tirar uma soneca ou descansar do ritmo que nos impõe o bebê, no entanto, se nos organizamos, podemos desfrutar de Natal, como?:

– Deixar-se ajudar: os avós, amigos ou entes queridos podem aliviar a carga de tarefas dos pais.

– Sair de casa: se as tarefas diárias se soma a de preparar a ceia de Natal e ter a casa bem colocada para receber os convidados, estaremos dobrando o estresse. Por que você deve sair para jantar fora de casa, o bebê pode dormir à vontade no seu cuco se a casa onde cenáis não tem berço. Além disso, dessa forma não teremos que esperar a que vão ser os convidados.

– Celebrações tranquilos: não são datas para ir a lugares ruidosos e com muito clamor. É mais conveniente para desfrutar de um jantar tranquilo em família.

– Mantenha a rotina: segue a rotina de alimentação e sono, o que fazes em casa, na medida do possível. Se tentar prolongar as tomadas ou a hora de dormir do bebê, é possível que a criança aviso a fome ou o cansaço e está zangado.

– As tomadas: convém afastar-se do lugar onde está toda a família e dar o peito ao bebê em um lugar tranquilo, onde o bebê não se altere, e possa realizar a tomada descontraído.

No caso de que o bebê já tem uns meses, podemos sentarle em sua cadeira ou em uma cadeira, onde você pode se divertir, ver as luzes da árvore de Natal, outras crianças brincando, se os há, ou os maiores, enquanto aproveitam o jantar.

5 dicas para sobreviver ao Natal com as crianças

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A resiliência é a capacidade do ser humano para enfrentar qualquer situação, mesmo as mais adversas, de forma positiva.

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Como planejar a gravidez

Se você decidiu ficar grávida, pede consulta preconcepcional

Guiainfantil.com 11 de abril de 2018

Recorrer a uma consulta preconcepcional é fundamental na hora de planejar uma gravidez. A avaliação do estado de saúde da mãe é fundamental antes de engravidar. A maioria dos problemas de saúde das mulheres podem ser tratadas antes da conceição e outros se prevenir para garantir o melhor estado de saúde possível durante a gestação.

Planear a gravidez, antes de engravidar

O doutor Antonio González, chefe do Serviço de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital Materno-Infantil Da Paz, de Madri, explica quais são os cuidados que devemos ter em conta antes de engravidar.

Com que antecedência devemos planejar uma gravidez?
O planejamento sempre traz um benefício tanto para a mãe como para o futuro bebê. Há uma série de medidas preventivas, que afetam a saúde de ambos, e uma delas é a ingestão de ácido fólico. Convém que, quando a mulher engravide traga já um tempo, dois ou três meses, tomando os suplementos vitamínicos que vão ser favoráveis para o desenvolvimento de todos os aparelhos e sistemas do bebê.

O que previne distúrbios ácido fólico antes da gravidez?
Existe uma relação causal entre o défice de ácido fólico e algumas malformações do tubo neural, como a espinha bífida. Tomar ácido fólico três meses antes da concepção constitui uma medida preventiva para evitar que o bebê desenvolva um defeito do tubo neural, como a espinha bífida. É recomendável que todas as mulheres já estão tomando ácido fólico quando chegar a gravidez.

O que devemos ter em conta antes de iniciar as relações sexuais para ficar grávida?
Levar uma vida saudável com hábitos saudáveis é importante para todas as mulheres, especialmente para aquelas que já tenham uma doença como uma doença do coração, diabetes ou antecedentes dessas doenças antes de planejar a gravidez.

Por este motivo, nós dirigimos a estas futuras mães, a consulta preconcepcional, onde damos uma série de conselhos, além de explorá-las e ver se a doença é bem controlada, para que possam suportar uma futura gravidez.

A consulta preconcepcional também pode alertar os autores a gravidez?
Na consulta preconcepcional damos orientações práticas e dicas para uma futura gravidez. Mas, de vez em quando, chegam-nos pacientes que já apresentam algumas patologias, que após os exames e as provas pertinentes, fazem a sua gravidez e o conselho é que esperem uma temporada para engravidar.

Durante quanto tempo esperar e para que fazê-lo?
Fundamentalmente para iniciar a gravidez em boas condições de saúde. Uma mulher que é hipertensiva, diabética ou tem um problema hematológico e, não é bem tratada, não deve engravidar até que, depois do tratamento oportuno, tenha conseguido ajustar a sua doença.

A consulta preconcepcional não só favorece que uma mulher engravide, mas que serve também para orientar sua saúde e alertar os autores a gravidez, quando a situação é grave ou permite um equilíbrio ou uma melhoria em sua saúde com o tratamento adequado.

O que conselhos daria às mulheres que optam pela gravidez tardia?
O instinto maternal é tão forte que as recomendações que o limitam, muitas vezes, são negligenciadas por parte da interessada. Mas, é inegável que a gravidez tem uma idade. Quanto mais se afaste um dos 35 anos, os riscos são maiores. O oócito, que é a célula feminina, com a idade, a qualidade dos mesmos vai piorando e o risco de cromosomatopatías (alterações dos cromossomas) aumenta com a idade.

Isso pode resultar em malformações, como a síndrome de Down ou as trissomias. Mas também, à medida que vamos cumprindo anos, aparecem mais doenças e é mais fácil do que uma mulher desenvolva uma doença renal, hipertensão, doença cardíaca ou infecciosa.

Será que a idade avançada associada com a gravidez tem riscos também em trabalho de parto?
Ao redor dos 40 anos, a dilatação e distensão do períneo é mais difícil. É verdade que temos uma medicina que se favorece a gravidez nesta idade, e isso é uma realização.

Também não podemos deixar de lado os problemas inerentes à idade e, neste sentido, o número de cesarianas após os 40 anos é muito maior do que entre 20 e 30 anos porque a dilatação é mais lenta e mais difícil e, por ser mais longa, o bebê corre mais riscos. Estamos passando agora por uma fase da medicina, onde prima pela segurança e temos que fazer com que nasça uma criança bem do ponto de vista físico e psíquico.

No caso de doenças hereditárias, o que controles são necessários para evitá-los em futuros filhos?
O mais importante de todos é o aconselhamento genético. Para isso, é necessário definir, em primeiro lugar, de que doença se trata, e, segundo, que possibilidades tem de ser herdada. Convém estudá-las e sabê-los antes da gravidez, para oferecer-lhe um conselho para a paciente ou alertar os autores a gravidez, no caso de que não possamos evitar que se transmite de pais para filhos.

Antonio González

Chefe do Serviço de Obstetrícia e Ginecologia

Hospital Materno-infantil Da Paz

Como planear uma gravidez. Consulta preconcepcional e ácido fólico

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Explicamos-Te como afetam os antibióticos a bebés e grávidas e cuidado que você deve ter na hora de consumi-los.

Sua semana de gravidez

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Como organizar a área de estudo das crianças

Dicas para organizar o quarto das crianças, para que possam estudar

Yolanda Corbillón Belo Decoradorahace 4 dias

Se possível, cada criança deve ter um espaço próprio para estudar, porque seu nível de concentração será maior. Por isso, apesar de que os irmãos tenham que compartilhar um quarto, podem criar espaços diferentes. Cada um deles deve ter um lugar diferenciado, onde poder fazer os trabalhos de casa.

Seis chaves para conseguir uma área de estudo de crianças

Se bem os horários e a rotina de estudo é importante, também o é, e muito, o que as crianças estejam confortáveis na hora de fazer os exercícios e estudar. A iluminação, a organização e a limpeza são fundamentais para conseguir um lugar adequado de estudo.

– Para aproveitar a luz natural situa a área de estudo, o mais perto possível da janela. Como o sistema de iluminação da área de trabalho usa lâmpadas que apresentem a luz necessária (cerca de 60w) e as da esquerda, se for destro, e para a direita, se for canhoto, para evitar sombras.

– Quando você colocar a mesa em baixo da janela, você tem que ter em conta o radiador, que geralmente costuma estar também nessa área. Às vezes a sua altura é excessiva para colocar em cima da mesa. A superfície da mesa deve ficar na altura do peito e os braços apoiar confortavelmente sobre ela.

– A cadeira deve permitir uma postura correta. Os pés devem apoiar-se no chão ou em um apoio para pés, costas devem estar retas e bem apoiada (você pode colocar uma almofada de apoio lombar) e as pernas formarem um ângulo de 90 graus em relação à coxa. Se tem rodas talvez precise usar o freio se o bebé é muito pequeno.

– O uso de um computador de mesa ou notebook é praticamente imprescindível hoje em dia, principalmente quando as crianças já são mais mayorcitos. Calcula-se que o espaço de trabalho deve ser suficientemente amplo para trabalhar com ele. A largura da mesa será de no mínimo 60 cm

– Tanto a lâmpada como o computador irá precisar de uma tomada por perto. Procura evitar acidentes e escândalos com os fios soltos.

– Para manter a ordem e ter tudo perto utilize espaços de armazenamento auxiliares como prateleiras, organizadores, caixas, cestas, lixo… Um espaço de trabalho organizado ajuda a manter a concentração.

Onde localizar a mesa de estudo da criança

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Como não perder a paciência com as crianças

Dicas para que os pais sejam mais pacientes com os seus filhos

Nuno G. Alonso da Torre Psicóloga infantojuvenil24 de fevereiro de 2016

A paciênciaé a capacidade que nos vai permitir tolerar uma determinada situação, sem perder a calma nem alterarnos. Há pais que, de forma inata, já a possuem, e outros que por falta de tempo ou porque são mais impulsivos lhes custa adquirir e querem que determinados comportamentos ocorram de maneira imediata ou o que consideram um tempo razoável para que se produzam.

No entanto, quando falamos do desenvolvimento de crianças, muitas das coisas que queremos, não vão ao ritmo que gostaríamos para nós. Nesse momento, ter paciência é uma qualidade que nos ajuda a resolver os problemas que surgem no dia-a-dia.

4 dicas para não perder a paciência com os filhos

A paciência não só basta tê-lo, também é importante ejercitarla, sobretudo naqueles momentos em que é a prova disso, pois nossos filhos demoram mais do que outras crianças em desenvolver uma conduta, ou porque sentimos que não obedecemos, ou que nos ignoram deliberadamente para não fazer algo…. Por isso, oferecemos-lhe algumas dicas para conseguir melhorar a sua paciência naqueles momentos mais críticos.

1. Antecipar às situações problemáticas: você Sabe que seu filho há momentos em que você vai ser mais difícil não perder a paciência (indo no carro, no supermercado, experimenta usar um vestido…). Se você sabe que lhe vai custar mais e ele também por que não adelantarte levam algum jogo ou propondo tu um? É importante ir alternando-os de vez em quando para surpreendê-los.

2. Relativiza e não concentrar-se no negativo: Não dedicamos um tempo para ver o melhor que aconteceu durante o dia e a quantidade de vezes que o fez bem, basta uma única vez para deixar de apreciar esses detalhes e nos fazer perder a paciência. Esquece esse filtro negativo e tenta equilibrar a balança. Durante o dia quantas vezes você obedeceu? Como é que o único momento em que não o faz é em uma situação concreta como quando você toca fazer os trabalhos de casa E isso vai arruinar você dia?.

3. Agora encoste-se em seu casal: Quando um carrega todo o peso da educação, pode ser esmagador e, em muitas ocasiões, é outro dos motivos por que muitos pais recorrem à consulta. Talvez você tenha mais tempo, mas certamente há muitos outros momentos em que não poderá assumir o controle. Se você estiver em uma discussão e sente que vai perder a paciência, converse com seu parceiro para que seja a outra pessoa que siga com o que lhe estava pedindo.

4. Encontrar um momento para você: O estresse aparece tanto se trabalha e nos vê como se você estiver com o seu filho e a maior parte do tempo. O estresse é o oposto da paciência, assim quanto mais estresse, mais você perde a paciência com seus filhos e com as pessoas. Não se trata de passar um dia inteiro de férias, mas de dedicar-lhe alguns minutos por dia, ou até mesmo no fim de semana que permitem desligar desse estresse em que se encontra mergulhado. Acha que seu filho não tem culpa de ter que terminar um projeto ou que tenha prejudicado a máquina de lavar roupa. você não merece a melhor de seus sorrisos? Pois só acontecerá se você se cuida e não permitir que outras coisas te consumam.

Pote de gratidão e pote dos desejos. Enciclopedia infantil

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Como marcar a roupa do colégio das crianças

4 Ideias para rotular ou marcar as roupas das crianças para que se percam no colégio

Patricia FernándezRedactora em Guiainfantil.com15 de agosto de 2018

A volta ao colégio chegou e com ele os preparativos para que nossos filhos tenham tudo pronto antes de aderir ao novo curso escolar. Uma das questões que deve ter em conta que os pais é que como pode-se identificar a roupa que seus filhos levam à escola ou colégio.

É fundamental que as roupas infantis estão marcadas com o nome da criança, para evitar confusões ou extravios, sobretudo as batas e uniformes. Existem muitas técnicas que permitem marcar a roupa de uma forma simples.

4 ideias para fazer a roupa do colégio das crianças

As batas escolares são peças que exigem uma identificação clara para que os professores e as crianças, principalmente em idade pré-escolar ou infantil, possam identificar o seu, sem problemas.

1. Uma das opções mais tradicionais é a do bordado do nome, altamente recomendado pela sua longa duração, mas também é mais elaborado. Se os pais não sabem costurar as letras, podem encomendar a profissionais da costura. Um bordado mais fácil é o ponto cruz.

2. Também existe a opção de costura tags específicas para este fim, que levam prégrabado o nome da criança ou sobre as que se pode escrever com canetas inesquecíveis. Além disso, podem ser utilizados para pendurar a roupa do cabide.

Este método é recomendado para roupas de lã ou ponto como casacos ou camisetas do uniforme, onde o engomadoria não costuma ser muito permanente. Além disso, as marcas costuradas resistem muito melhor os efeitos da máquina de lavar roupa.

3. Uma das opções preferidas por sua facilidade e seu preço é usar adesivos termo-adesivas que se está preso a roupa com um ferro de engomar. Muitas empresas oferecem a possibilidade de gravar estas tags e adherirlas em roupas, mas também se podem adquirir em branco e escrever o nome da criança.

Para identficar as batas dos mais pequenos, pode-se levar a cabo uma técnica mais criativa. Existem adesivos termo-adesivas de maior tamanho, tipo joelho ou coderas, em que se podem recortar as letras do nome e plancharlas separadamente.

A desvantagem deste método em frente ao bordado ou costura é que as etiquetas podem desprender-se depois de muitas lavagens e devem ser substituídos, nesse caso, por outros novos.

4. Uma das novidades para identificar as peças de vestuário são os selos com tinta especial para roupas, que também podem ser utilizados para os livros e mochila.

Trata-Se de um selo semelhante ao utilizado em escritórios que contém tinta indelével. Você poderá colocar o seu próprio texto com o nome da criança e, em seguida, alterá-lo para outros usos. Para as roupas escuras, se inclui um adesivo termo-adesiva sobre a qual se coloca o selo e depois tábua de engomar.

Dicas para o primeiro dia de escola

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Como lidar com o excesso de peso na adolescência

Como lidar com a obesidade em adolescentes.

Carlota Reviriego Nutricionista24 de julho de 2017

Com a chegada da adolescência, a opinião dos pais pode se tornar uma arma de dois gumes, e os conselhos podem ter o efeito desejado, como o completamente oposto de maneira um tanto imprevisível. A forma em que o adolescente recebe e processa as palavras de seus pais em referência ao que deve ou não comer, por exemplo, depende em grande medida da opinião que tem de si mesmo, e, infelizmente, às vezes é difícil saber ao certo qual é.

Enquanto que a obesidade ou o sobrepeso são fáceis de detectar, de outros transtornos como a anorexia nervosa ou bulimia não o são. Para complicar ainda mais a situação, a linha entre os dois extremos é muito fácil de se cruzar, e o passo de obesidade, bulimia ocorre com mais freqüência do que gostaríamos. No Guiainfantil.com damos-lhe algumas úteis diretrizes para lidar com o excesso de peso na adolescência.

Excesso de peso na adolescência: como ajudar os filhos

O adolescente com excesso de peso começa a ter consciência do seu corpo e do seu peso, com mais decisão que, durante a infância, o que pode fazer pender a balança para vários pontos:

– Se preocupa e quer perder peso com serenidade, começando a cuidar de sua alimentação e a mudar seus hábitos.

– Se ofusca em perder peso, o que quer fazer, a uma velocidade que não é saudável, evitando comer ou fazendo dietas extremas, e pode estar em risco de cruzar a linha para transtornos alimentares como a anorexia ou a bulimia.

– Foi pressionado por seu aspecto físico e se refugia em si mesmo e na comida, aumentando o risco de passar do excesso de peso na adolescência a obesidade ou de mudar de terço para os transtornos alimentares.

Em qualquer caso, nosso trabalho é tentar ajudar o jovem, oferecendo ao nosso filho ferramentas e opções para que mude seus hábitos alimentares e estilo de vida de forma progressiva.

– O exemplo é fundamental desde a infância. Se a criança cresce em um ambiente em que primam os hábitos de vida saudáveis, a sua tendência será segui-los. Se, no entanto, chegados a este ponto, isto não tem sido habitual, podem ser incorporadas mudanças graduais, como incentivar o exercício em família (caminhadas, bicicleta…), estabelecer o dia do pequeno-almoço ou de um jantar saudável (para fazê-lo diariamente, pouco a pouco) ou diminuir o tamanho das porções com mais gordura, em favor de outras mais saudáveis.

– Oferecer refeições balanceadas e não excessivamente calóricas, tentando que o prato contém sempre uma boa porção de alimentos que sejam de satisfação (tomate, alface, frutas com grande quantidade de água, legumes…).

– Tentar manter os horários para que não tenha necessidade de beliscar entre as refeições. Além disso, evitar as refeições pesadas e tentar que a ceia não seja imediatamente antes de deitar-se.

– Evitar ter de sumos e refrigerantes ao alcance, muito populares entre os adolescentes, já que o seu conteúdo em açúcar é muito elevado. Pelo contrário, a água não engorda e ajuda o metabolismo a funcionar sem problemas. Desta maneira limita-se a ingestão calórica bastante.

Obesidade em crianças. Causas, consequências e tratamento

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Como prevenir o aparecimento de estrias na gravidez

Como prevenir o aparecimento de estrias na gravidez

Vilma MedinaDirectora de Guiainfantil.com09 de junho de 2015

Não há nada que altere a mais para a auto-estima de uma mulher grávida, quando ela nota que lhe saíram estrias na pele de sua barriga, nas coxas e nádegas. A gestação segue seu ritmo normal, ela gosta de sua gravidez, mas de repente o aparecimento de estrias na barriga ou em outra parte de seu corpo, pode gerar uma queda de energia emocional, que fará você se sentir desanimado, rejeitada e deprimida.

Como cuidar da pele na gravidez

As mudanças hormonais, vasculares e imunológicos que surgem na mulher durante a gravidez, acabam provocando algumas mudanças muito visíveis em sua pele. A pele da grávida é mais suscetível a algumas alterações, e por isso é necessário que ela adote algumas medidas de prevenção para problemas como manchas, ressecamento, irritações, celulite e estrias. Nove de cada 10 mulheres apresentam estrias na gravidez. As estrias são linhas, bandas ou faixas que aparecem na pele, de forma irregular, semelhantes a cicatrizes, e que costumam sair entre o sexto e o sétimo mês de gravidez, a barriga, seios, bumbum, coxas e braços.

As estrias são causadas pelo rompimento das fibras de colágeno e elásticas do tecido da pele, devido ao estiramento excessivo da pele durante a gravidez e a amamentação, ou quando se experimenta um aumento de peso. A predisposição genética para ter bebês de alto peso e o aumento da atividade da glândula suprarrenal são também outros fatores que levam a mulher a apresentar estrias, que podem ser de cor branca, cor-de-rosa ou perolado. Felizmente, as estrias são um problema apenas estético, que não afeta nem a saúde da mãe, nem a de seu bebê.

As estrias tem solução?

Melhor que tratar as estrias é preveni-las. Para isso, se você está grávida, procure manter um peso apropriado durante toda a gestação com uma saudável e dieta adequada, use cremes hidratantes com vitaminas A e D, e não deixe de praticar algum exercício físico. No caso de que você já tem estrias, não se desespere. Embora as estrias são muito difíceis de eliminar por completo, pode-se disfarçar e melhorar sua aparência.

Dentro dos tratamentos naturais para as estrias durante a gravidez, são as aplicações e massagens com óleos de amêndoas e rosa mosqueta, lavanda, laranja e gerânio. A vitamina E misturada com um creme anti estrias pode ajudar a regenerar a pele. Também se usam técnicas dermatológicas como o peeling, microdermoabrasão e laser. Mas é aconselhável que antes de escolher algum método para reduzir as estrias, que comentem e consultar o médico.

Higiene íntima e uso de cosméticos na gravidez

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Como se preparar para a volta ao colégio das crianças

Alba Caraballo FolgadoEditora jefe29 de agosto de 2016

Em muitos países do mundo, milhares de crianças apuran os últimos dias de férias, já que a volta às aulas se aproxima. Durante os primeiros dias de setembro, as escolas abrirão de novo as suas portas para receber tanto os veteranos quanto para os que começam pela primeira vez.

Enquanto os pequenos gostam de seus dias de folga, os pais começam a preparar todo o material para seus filhos: roupa, livros, mochila, lápis… Se bem que alguns pais foram a visão suficiente para aumentar e lançaram os livros de texto no final do ano letivo, não é tudo o que precisam as crianças, por que é o momento para rever o que não falte nada.

Preparar a volta ao colégio de seus filhos

Quais são os básicos da volta as aulas? O que necessitam as crianças para começar as aulas e que não lhes falta nada? Eis uma pequena lista de itens a rever e ter preparados:

Livros de texto: se você não os encomendou ao final do curso, você ainda está a tempo de podermos comprá-los mesmo que a estas alturas você terá que recorrer a bibliotecas especializadas onde se compram no ato, a desvantagem é que você vai encontrar dezenas de pais como sua e você terá de esperar nas longas filas que se formam.

Roupas: se a criança não usa uniforme escolar, é conveniente que tenha roupa de treino para as crianças. São confortáveis, fáceis de lavar e você pode encontrá-los a preços acessíveis. No caso de que a criança leve uniforme, confira que esteja em boas condições, se é do ano anterior, para não chegar à noite antes e perceber que seu filho deu um pulo e não lhe custa. Verifique também se o calçado estiver em boas condições.

Mochila: se você comprar para o seu filho uma mochila nova, considere o tamanho e o peso da criança. Segundo os especialistas, as mochilas que as crianças levam a cada dia, a classe não devem exceder 15 por cento de seu peso, para evitar problemas nas costas.

Material escolar: se a criança começa a Educação Infantil, não vai precisar de lápis ou estojo, já se oferecem no colégio. A partir da educação Primária, é conveniente levar um estojo com material necessário, principalmente, lápis e borracha.

Marcar a roupa: em muitos colégios e escolas, os professores pedem que as crianças levem a roupa marcada, você pode fazê-lo tanto com um marcador têxtil como com adesivos ou mesmo pequenas etiquetadoras

Se você já tem tudo preparardo, agora só tens de ir conscientizando-se pouco a pouco o seu filho para conseguir que a adaptação à escola seja o melhor possível.

Volta para a escola: como ajudar bebês e crianças, a adaptar-se

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A resiliência é a capacidade do ser humano para enfrentar qualquer situação, mesmo as mais adversas, de forma positiva.

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