Diagnóstico de uma criança celíaco

O diagnóstico de uma criança celíaco é confirmado com uma biópsia

Guiainfantil.com 03 de maio de 2018

Uma criança celíaco não tratadas podem apresentar apatia (falta ou deterioração) com irritabilidade e choro fácil. Isso, no entanto, pode desaparecer de uma vez iniciado o regime sem glúten. Verificou-Se recentemente que os celíacos têm 4 vezes mais chances de desenvolver hipotireoidismo, 3 vezes mais de sofrer de hipertiroidismo e 3,6 vezes mais do que apresentar respostas. O único tratamento para o dia de hoje para a doença celíaca é a total e rigorosa ausência de glúten na dieta.

O diagnóstico de uma criança celiaco é baseado na suspeita clínica através dos sintomas, a sorologia e a biópsia intestinal. Nenhuma das provas, por si só, confirma o diagnóstico da celaquia ou doença celíaca, tanto em crianças como em adultos.

Testes para o diagnóstico de uma criança celiaco

A sorologia em crianças celíacos consiste em realizar a criança um simples exame de sangue. Através deste exame, pode-se medir o nível de anticorpos que reagem contra o glúten. As pessoas que têm doença celíaca, possuem níveis mais altos do que o normal de certos anticorpos no sangue. Esses anticorpos são produzidos pelo sistema imunológico em resposta a substâncias como o glúten, que o organismo recebe e detecta como ameaçadoras. Para fazer esta análise, a criança deve estar consumindo glúten.

Biópsia intestinal para confirmar a doença celíaca

Através da biópsia, ou seja, a remoção de uma pequena porção do tecido do intestino delgado, pode-se verificar se existe algum dano nas vilosidades que revestem o canal do intestino. E se houver algum dano, avaliar o grau atingido pela doença. Para fazer a biópsia, o equipamento médico utiliza um tubo fino e longo, chamado endoscópio, que é introduzido através da boca e o estômago até o intestino delgado. É chato, mas não dói. Em seguida, é tomada uma pequena amostra do tecido, usando os instrumentos que são transmitidas através do endoscópio.

A mucosa intestinal de uma criança celíaco não tratado é diferente da de uma criança saudável. Com o microscópio, observa-se que as vilosidades estão decadentes, ou seja, aplanadas. Quando comparado com a mucosa de um indivíduo normal, a diferença é claramente visível. O celíaco tratado adequadamente, a situação chega a ser normalizado resultando indistinguível de um indivíduo saudável.

Protocolo das 3 biópsias para os celíacos

Em 1969, a ESPGHAN (European Society of Pediatric gastroenterology equipamento, Hepatologia And Nutrition) estabeleceu os critérios diagnósticos de doença celíaca, recomendando 3 biópsias intestinais para o diagnóstico de doença celíaca:

1. A primeira, quando a criança vai pela primeira vez com sintomas suspeitos da doença. Se verificar que existe uma atrofia severa das vilosidades e procederá a eliminação do glúten da dieta.

2. A segunda, quando a criança leve pelo menos dois anos com a dieta sem glúten e os sintomas terem desaparecido. Se verifica que a eliminação do glúten conseguiu a normalização das vilosidades. Se foi assim, o passo seguinte consiste na reintrodução do glúten para ver se com isso se reproduz a alteração intestinal. Essa reintrodução não deve ser feita antes dos 6 anos de idade (pode danificar o esmalte da dentição definitiva) ou na puberdade por que interferiria no período de crescimento rápido próprio desta idade.

3. A terceira biópsia trata de confirmar esta recaída. É feito a 6 meses após a reintrodução do glúten, ou antes, se reaparecem os sintomas ou se produzem alterações analíticas. Quanto mais longo tenha sido o período da dieta sem glúten, mais costuma atrasar a reincidência, de modo que a biópsia 6 meses pode ser “normal”.

Marisol Novo. Redatora de Guiainfantil.com

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